Se eu penso que tenho um novo motivo para sentir minha alma...
[Falando por dentro]
...Estou errado.
A cada vez que me sinto falso;
Penso em momentos que me senti jovem e com medo.
- AMARGURA - E toma conta de mim...
[Transtornando sonhos ao sol.]
... Por mais que eu cante.
POR MAIS...
... QUE EU...
... Rogo pela vossa compaixão.
E por mais que te procure dentro de mim,
Envolvo-me num momento de estupidez...
- INSANIDADE -
...Afasto-me de tudo,
- LONGE -
O mais longe possível de quem realmente sou...
E mesmo que alguém diga que somos um,
Estou sozinho...
- Voando, vendo o mar,
Onde os sonhos acabam;
E não mais poderei ser livre... E SOZINHO -
Então colocarei os meus pés na água,
Sentir-te-ei em mim,
[E quando tudo voltar]
Ver-te-ei linda,
Leve.
...E se a lua não se cerrará essa noite,
Já não me importa,
Pois o mundo ofereceu muito a mim;
[Mesmo quando te desapontei desde o começo.]
E enquanto eu caia,
Senti-me um anjo...
Demônio...
Pensei em vos,
MAS ANTES EM MIM...
... E contemplei o mundo que fiz.
Mas nada é tão doce a ponto de nunca nos machucarmos.
Senti o quanto necessito do teu amor.
Assim me sinto,
[Sincero] - Renovado...
Um visionário, apenas...
Dando-te todo meu amor.
...E por mais que eu conquiste o seu respeito,
Ainda me sentirei fraco,
Oficialmente...
Morto...
(Fim de 2006).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
À Noite do Cachorro Doido!
Sou o resto do oeste americano;
[Um gambá bêbado]
Jogando suas ultimas cartas,
Apostando as ultimas gotas,
Em sangue e suor;
[Inebriado]
Entre a gaita e a voz de um poeta
Praguejando suas ultimas...
- SINCERAS E FÉTIDAS -
... Palavras da verdade.
Sobre o sol...
[Morto]
... Sigo a sombra entre as balas e rameiras,
Nas baladas do blues rasgado,
Para pegar o trem dos insanos,
Com destino a lugar nenhum...
Assim vejo-me fora de meu tempo,
Deslocado e sem destino
- Pecando por saber -
...E a personalidade que descrevo não é nada por demais...
Vejo-me na terra árida das injustiças contabilizando os próprios problemas,
Apostando nas cartas com palavras de luxúria e perdição.
- Idéias centralizadas donde se vê caminho para ideologias e ciência,
E para mim mesmo donde imponho a personalidade do sol que nasce; -.
E freneticamente etílico cambaleio entre a musicidade e a poesia,
Numa balada de blues revelo minhas dores e ao mesmo na poesia as feridas,
Enquanto na solidão que me crio só agravo a etilicidade,
Já que não gosto de depender das pessoas,
[Levo a razão acima da emoção]
Assim abro caminho para explicar os vários relacionamentos falhos e a solidão...
Filósofo destes becos escuros,
E daqueles jeans que já batidos e sujos como as botas surradas pelo barro,
Que vê a morte como vera seleção natural e procura alguém que lhe tire da rotina,
Da vaidade,
Do jogo e do pecado;
Alguém que o embarque no trem para que morra todas as noites e renasça sem as ilusões que o protegem...
Em passada vida vi-me um do ópio vietnamita,
Queimando no suor de fogo e napalm,
Camaleável entre vermes e úrico,
Clamando sua atenção pela liberdade de minhas crianças...
[Apenas cumpria o jogo dos homens]
...Afundando-me na insanidade de teu acido,
- Era púrpura,
Voltava insano,
Solo -.
E por fim era mais um cego segurando mãos estranhas.
Mas não se engane amigo,
Gostava de ver-me sem salvação,
Nadando livre e afogando-me no desespero de teu mar de psicoses,
Onde toda reta é curva e leva à lugar algum...
Pois virara mercenário de Deus...
...Era anjo torto da justiça,
E ira e vingança,
E tinha o segundo cavaleiro a me estender à mão,
Pois havia de tirar a paz da terra...
Um ancião de cinco milênios habita em mim,
- Errante,
Recusa-se a evoluir,
É a praga,
É meu câncer,
E ele não nega quem sou,
Ao contrario eleva-me mais próximo do céu enquanto prega as pestes
deste mundo -.
Como um espelho bucólico falido em cristais,
Reflete o mundo do céu ao firmamento,
- Oposto,
Distorço a realidade,
Crio virtualidade -
E pereço na areia de meu vidro.
A BOCA DAS BARBARIDADES,
De onde se prega à aurora fria de um poeta cirrótico de amor e dor,
Que já não ama a você,
E nem mais ninguém além de si...
(Finalizado em 2007).
[Um gambá bêbado]
Jogando suas ultimas cartas,
Apostando as ultimas gotas,
Em sangue e suor;
[Inebriado]
Entre a gaita e a voz de um poeta
Praguejando suas ultimas...
- SINCERAS E FÉTIDAS -
... Palavras da verdade.
Sobre o sol...
[Morto]
... Sigo a sombra entre as balas e rameiras,
Nas baladas do blues rasgado,
Para pegar o trem dos insanos,
Com destino a lugar nenhum...
Assim vejo-me fora de meu tempo,
Deslocado e sem destino
- Pecando por saber -
...E a personalidade que descrevo não é nada por demais...
Vejo-me na terra árida das injustiças contabilizando os próprios problemas,
Apostando nas cartas com palavras de luxúria e perdição.
- Idéias centralizadas donde se vê caminho para ideologias e ciência,
E para mim mesmo donde imponho a personalidade do sol que nasce; -.
E freneticamente etílico cambaleio entre a musicidade e a poesia,
Numa balada de blues revelo minhas dores e ao mesmo na poesia as feridas,
Enquanto na solidão que me crio só agravo a etilicidade,
Já que não gosto de depender das pessoas,
[Levo a razão acima da emoção]
Assim abro caminho para explicar os vários relacionamentos falhos e a solidão...
Filósofo destes becos escuros,
E daqueles jeans que já batidos e sujos como as botas surradas pelo barro,
Que vê a morte como vera seleção natural e procura alguém que lhe tire da rotina,
Da vaidade,
Do jogo e do pecado;
Alguém que o embarque no trem para que morra todas as noites e renasça sem as ilusões que o protegem...
Em passada vida vi-me um do ópio vietnamita,
Queimando no suor de fogo e napalm,
Camaleável entre vermes e úrico,
Clamando sua atenção pela liberdade de minhas crianças...
[Apenas cumpria o jogo dos homens]
...Afundando-me na insanidade de teu acido,
- Era púrpura,
Voltava insano,
Solo -.
E por fim era mais um cego segurando mãos estranhas.
Mas não se engane amigo,
Gostava de ver-me sem salvação,
Nadando livre e afogando-me no desespero de teu mar de psicoses,
Onde toda reta é curva e leva à lugar algum...
Pois virara mercenário de Deus...
...Era anjo torto da justiça,
E ira e vingança,
E tinha o segundo cavaleiro a me estender à mão,
Pois havia de tirar a paz da terra...
Um ancião de cinco milênios habita em mim,
- Errante,
Recusa-se a evoluir,
É a praga,
É meu câncer,
E ele não nega quem sou,
Ao contrario eleva-me mais próximo do céu enquanto prega as pestes
deste mundo -.
Como um espelho bucólico falido em cristais,
Reflete o mundo do céu ao firmamento,
- Oposto,
Distorço a realidade,
Crio virtualidade -
E pereço na areia de meu vidro.
A BOCA DAS BARBARIDADES,
De onde se prega à aurora fria de um poeta cirrótico de amor e dor,
Que já não ama a você,
E nem mais ninguém além de si...
(Finalizado em 2007).
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Receita Minha
No treponema pálido reduzido
Um caldeirão “ferve” o ser ferido,
Em suco gástrico e caldo de carne,
Misturando algo que o reencarne...
A calvície-rastafari.
...
Átomos paradoxais em moléculas de hidrogênio;
À sopa de letras dum ser blasfemo...
No doce cheiro de promiscuidade,
Um grande clarão de vaidade;
Dois olhos de peixe na televisão,
“Visando” sua próxima encarnação...
Na separação silábica de seus membros,
Golpes, facadas e realengos.
Jogos toscos e bocas tortas,
Acido barato de borboletas mortas.
[e para quem me diz]
_És a visão da mente perigosa!
[saiba, que hoje a forca eu quis]
Embalada num buquê de rosas.
Mas como é jovem crueza desconfiada;
Cria valkirica, pobreza alada.
Foi à forca entre nós soltos e espadas;
Dependuradas rotas de ônibus entrelaçadas
Em notas de “sol” e “si bemol”
Pois é na harmonia que se cria.
(Finalizada em 3.6.2007).
Um caldeirão “ferve” o ser ferido,
Em suco gástrico e caldo de carne,
Misturando algo que o reencarne...
A calvície-rastafari.
...
Átomos paradoxais em moléculas de hidrogênio;
À sopa de letras dum ser blasfemo...
No doce cheiro de promiscuidade,
Um grande clarão de vaidade;
Dois olhos de peixe na televisão,
“Visando” sua próxima encarnação...
Na separação silábica de seus membros,
Golpes, facadas e realengos.
Jogos toscos e bocas tortas,
Acido barato de borboletas mortas.
[e para quem me diz]
_És a visão da mente perigosa!
[saiba, que hoje a forca eu quis]
Embalada num buquê de rosas.
Mas como é jovem crueza desconfiada;
Cria valkirica, pobreza alada.
Foi à forca entre nós soltos e espadas;
Dependuradas rotas de ônibus entrelaçadas
Em notas de “sol” e “si bemol”
Pois é na harmonia que se cria.
(Finalizada em 3.6.2007).
domingo, 12 de outubro de 2008
Com o Dedo na Ferida...
Eu vou sumir descer...
Na sarjeta, à bebida;
Considerar-me uma recaída.
Pois quero quase viver...
Quero cair; ir ao fundo.
Fugir da “raia” deste mundo.
Eu sei que não sou m bom perdedor;
Por isso, deixe visto...
Já não quero mais o seu amor.
Hoje eu vou ficar de porre.
Na noite desabafar; abrir a ferida, e nunca mais cicatrizar;
E se amanha “talvez” ele morre...
... O que vai ser de ti amor... (?)
Sei que vou ficar no bar,
Já sem lugar pra te amar;
E para ti só vai restar...
Esta, toda, minha dor.
(Finalizada em 8.6.2007).
Na sarjeta, à bebida;
Considerar-me uma recaída.
Pois quero quase viver...
Quero cair; ir ao fundo.
Fugir da “raia” deste mundo.
Eu sei que não sou m bom perdedor;
Por isso, deixe visto...
Já não quero mais o seu amor.
Hoje eu vou ficar de porre.
Na noite desabafar; abrir a ferida, e nunca mais cicatrizar;
E se amanha “talvez” ele morre...
... O que vai ser de ti amor... (?)
Sei que vou ficar no bar,
Já sem lugar pra te amar;
E para ti só vai restar...
Esta, toda, minha dor.
(Finalizada em 8.6.2007).
sábado, 11 de outubro de 2008
Amor de Dois Gumes...
Um momento
Precede; único;
O chorar do céu
...
Era pouco
E se acabou...
Em restos de velas acesas.
“Overdose”, nas gotas;
(elas retardam)
E caem; ferem-te,
Meu prazer... (?)
Pingam-se chamas – gotas caem –
Chamas de vida
(suspiros)...
E o que teu baralho mostra sobre nos?
“A ultima oferta” – (e um psicopata sorrindo)
...
Os olhos grandes – (implorando)
Cobrando-me amor...
Pois agora, morra!
E tome todo meu amor.
Amor... De poeta,
De homem...
Tome-o todo... Na rua,
Na chuva;
Amor insano,
Amor profano...
E na falta dele...
MORRA!
(Finalizada em 7.6.2007).
Precede; único;
O chorar do céu
...
Era pouco
E se acabou...
Em restos de velas acesas.
“Overdose”, nas gotas;
(elas retardam)
E caem; ferem-te,
Meu prazer... (?)
Pingam-se chamas – gotas caem –
Chamas de vida
(suspiros)...
E o que teu baralho mostra sobre nos?
“A ultima oferta” – (e um psicopata sorrindo)
...
Os olhos grandes – (implorando)
Cobrando-me amor...
Pois agora, morra!
E tome todo meu amor.
Amor... De poeta,
De homem...
Tome-o todo... Na rua,
Na chuva;
Amor insano,
Amor profano...
E na falta dele...
MORRA!
(Finalizada em 7.6.2007).
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Outono... (só)
As folhas caem, assopro-as todas...
... Ao chão.
Vosso amor, como as folhas,
(num adeus) – flutuando ao chão.
Sozinho eu te pronuncio o nome,
Formo-o nas linhas que te desenhei...
... Em lágrimas.
E versos, em nua poesia...
... Fria, e se foi.
Mas agora me vejo só,
Perdido do teu amor;
Sangrando o papel, AQUI!
... Sentado desejando por
Um outro dia...
Em cores mais ávidas;
E copos esvaziavam...
SÓS! Enquanto (eu) esperava a chuva;
IR LÁ (para) FORA!
E quando foi tempo de começar
Estava eu aqui; esperando por.
Um outro dia...
... Molhado na tinta que chorei
E agora que traços correram o papel
Já sei que não sou forte o bastante
... Para dizer-te; _ adeus.
(Finalizada em 7.6.2007).
... Ao chão.
Vosso amor, como as folhas,
(num adeus) – flutuando ao chão.
Sozinho eu te pronuncio o nome,
Formo-o nas linhas que te desenhei...
... Em lágrimas.
E versos, em nua poesia...
... Fria, e se foi.
Mas agora me vejo só,
Perdido do teu amor;
Sangrando o papel, AQUI!
... Sentado desejando por
Um outro dia...
Em cores mais ávidas;
E copos esvaziavam...
SÓS! Enquanto (eu) esperava a chuva;
IR LÁ (para) FORA!
E quando foi tempo de começar
Estava eu aqui; esperando por.
Um outro dia...
... Molhado na tinta que chorei
E agora que traços correram o papel
Já sei que não sou forte o bastante
... Para dizer-te; _ adeus.
(Finalizada em 7.6.2007).
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Julgando a Eternidade da Formiga
Sou o anjo;
Estúpido, perdido...
Entre o “?” e a terra.
(desconhecido)
Predecessor ao tempo
E posterior ao amor...
Sou o anjo;
A palavra, o gosto amargo,
Em tua boca, antes do beijo final.
A lagrima rolando...
Sou o anjo;
Sua porta de entrada...
(e saída)
Do inferno e do céu.
Alivio – (e dor)
...
Sou o anjo
Que separa aqueles que se amam
Para nunca Cupido unir...
E tudo o que toco
Ao pó retorna...
Sou o anjo; a MORTE.
E não marco encontros
Pois todos vêm
A mim um dia
Encontrar.
(Finalizada em 7.6.2007).
Estúpido, perdido...
Entre o “?” e a terra.
(desconhecido)
Predecessor ao tempo
E posterior ao amor...
Sou o anjo;
A palavra, o gosto amargo,
Em tua boca, antes do beijo final.
A lagrima rolando...
Sou o anjo;
Sua porta de entrada...
(e saída)
Do inferno e do céu.
Alivio – (e dor)
...
Sou o anjo
Que separa aqueles que se amam
Para nunca Cupido unir...
E tudo o que toco
Ao pó retorna...
Sou o anjo; a MORTE.
E não marco encontros
Pois todos vêm
A mim um dia
Encontrar.
(Finalizada em 7.6.2007).
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Noturno
A melodia, frenesi.
Da guitarra espanhola,
A atmosfera, lúgebre soturna.
Um doce, lugar ao canto,
Dos teus lábios...
Ao por do sol, a garrafa,
O vinho encoberto.
A besta, em dentes e unhas;
Liberta, grilhoada,
Nos lençóis...
(Venha!) Roupas ao chão,
_ “Já é tarde”,
O universo já morreu;
E a lua, já vai nascer...
A noite aponta nossos erros,
E aprontamos-nos a os cometer...
_ “Já é tarde”,
_ Foi bom dormir com você.
(Finalizada em 7.6.2007).
Da guitarra espanhola,
A atmosfera, lúgebre soturna.
Um doce, lugar ao canto,
Dos teus lábios...
Ao por do sol, a garrafa,
O vinho encoberto.
A besta, em dentes e unhas;
Liberta, grilhoada,
Nos lençóis...
(Venha!) Roupas ao chão,
_ “Já é tarde”,
O universo já morreu;
E a lua, já vai nascer...
A noite aponta nossos erros,
E aprontamos-nos a os cometer...
_ “Já é tarde”,
_ Foi bom dormir com você.
(Finalizada em 7.6.2007).
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Fire Flies _ Butterflies
It comes…
Irrationally,
Take your soul
And mind… your mind.
It throws away you
And your limits…
Like the shame
And pride…
No limits to go now,
No limits like on a freeway…
Your way, between heaven and hell
Turning up your wrath
Making life swallow
Like a glass, butterfly…
And it shines
And it flee
And it bleeds
And bleed…
Now you are alive,
More alive that you should be…
_ “To be or not to be?”
Sometimes you do that question…
And not to be is de short way.
So do it! Be it!
Be arrogant!
Be pragmatic!
Be decisive!
…
Lost jobs, friends
And LOVE…
(Be you and rescue your soul from ostracism.)
LOVE…
Are you ready to lose love?
So you throw…
And lose…
It bleeds…
And bleed…
It’s just the same
But now you are dead.
The rain falls over (you);
Over you… In the mud…
Almost like your sins, facing you!
Kissing you,
And dressing…
It’s the shot way of living,
Have no limits… – remember –
Butterflies…
Butterflies… on my skin
It bleeds…
And bleed… – now you have your soul back –
Cause it was the long way…
(Finalizada em 19.4.2007).
Irrationally,
Take your soul
And mind… your mind.
It throws away you
And your limits…
Like the shame
And pride…
No limits to go now,
No limits like on a freeway…
Your way, between heaven and hell
Turning up your wrath
Making life swallow
Like a glass, butterfly…
And it shines
And it flee
And it bleeds
And bleed…
Now you are alive,
More alive that you should be…
_ “To be or not to be?”
Sometimes you do that question…
And not to be is de short way.
So do it! Be it!
Be arrogant!
Be pragmatic!
Be decisive!
…
Lost jobs, friends
And LOVE…
(Be you and rescue your soul from ostracism.)
LOVE…
Are you ready to lose love?
So you throw…
And lose…
It bleeds…
And bleed…
It’s just the same
But now you are dead.
The rain falls over (you);
Over you… In the mud…
Almost like your sins, facing you!
Kissing you,
And dressing…
It’s the shot way of living,
Have no limits… – remember –
Butterflies…
Butterflies… on my skin
It bleeds…
And bleed… – now you have your soul back –
Cause it was the long way…
(Finalizada em 19.4.2007).
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Inferno...
I’m on a beach; it’s hot.
Painfully I walk,
Lonely and all the children see me insane,
Surfing come down in the sand.
Thousand years pass and a crow take a sand grain away,
I’m still there,
Laughing and crying,
Burning for my desires,
Waiting for a strange hand,
Consumed by the sand...
And I never walk away because I will be in hell each time I close my eyes...
Is early again,
But here, the peace, the waltz...
My waltz.
I still remember the faces, the smells, and the darkness...
I still here, incarnated in this body, less human more . . . Me,
Without pain or compassion, free of regrets.
Only me. My love and my hate...
(Meio de 2007).
Painfully I walk,
Lonely and all the children see me insane,
Surfing come down in the sand.
Thousand years pass and a crow take a sand grain away,
I’m still there,
Laughing and crying,
Burning for my desires,
Waiting for a strange hand,
Consumed by the sand...
And I never walk away because I will be in hell each time I close my eyes...
Is early again,
But here, the peace, the waltz...
My waltz.
I still remember the faces, the smells, and the darkness...
I still here, incarnated in this body, less human more . . . Me,
Without pain or compassion, free of regrets.
Only me. My love and my hate...
(Meio de 2007).
domingo, 5 de outubro de 2008
Immorttein...
Os olhos do ávido negro a seguiam;
Era ele antes que as eternidades se consumassem.
E após o “nada mais...”
(e era desejoso que normal o tornassem).
Mas era sua essência que estava - (e o recriava),
Como em uma flor cujos espinhos matam folhas e pétalas,
Pássaros, (corvos),
E o perfume que não posso esconder...
Mas existia ele e nada mais;
E ainda a seguia,
Em sua eternidade.
Um sonho - (um pressuposto a se atrever),
A mexer com humanos
Em sua essência e flor...
Não era deus,
Deuses morriam sem adoradores;
Mas ele não os precisava,
Pois era ele o Sonho...
Uma verdade eterna em forma
E era o que queira ser,
Um corvo,
Um homem,
Ou alguma porcentagem do mundo que o quisesse ser.
E não o tinha limites - (e era só)...
Noites sem fim,
Este era seu reino e de lá a olhava;
E ele a olhava em cabelos longos e negros,
E em olhos negros também...
E sua pele era azul
E seus lábios também...
Ele gostava de olhá-la,
E de fazer seus desejos todos em sonhos.
E seus sonhos em desejos...
Um dia ela dormiu eternamente,
E ele resolveu a visitar.
Ele a desejou num ultimo sonho
(e este carecia ser bom),
Mas fora deprecioso e triste,
Por que ele estava lá
No amargo das palavras que o marcava na garganta
(pois ele a deixara deitar sem um ultimo adeus).
E lá ficou ele,
Nos sonhos dela até sua eternidade se acabar...
(Finalizada em 15.4.2007 às 02h17min).
Era ele antes que as eternidades se consumassem.
E após o “nada mais...”
(e era desejoso que normal o tornassem).
Mas era sua essência que estava - (e o recriava),
Como em uma flor cujos espinhos matam folhas e pétalas,
Pássaros, (corvos),
E o perfume que não posso esconder...
Mas existia ele e nada mais;
E ainda a seguia,
Em sua eternidade.
Um sonho - (um pressuposto a se atrever),
A mexer com humanos
Em sua essência e flor...
Não era deus,
Deuses morriam sem adoradores;
Mas ele não os precisava,
Pois era ele o Sonho...
Uma verdade eterna em forma
E era o que queira ser,
Um corvo,
Um homem,
Ou alguma porcentagem do mundo que o quisesse ser.
E não o tinha limites - (e era só)...
Noites sem fim,
Este era seu reino e de lá a olhava;
E ele a olhava em cabelos longos e negros,
E em olhos negros também...
E sua pele era azul
E seus lábios também...
Ele gostava de olhá-la,
E de fazer seus desejos todos em sonhos.
E seus sonhos em desejos...
Um dia ela dormiu eternamente,
E ele resolveu a visitar.
Ele a desejou num ultimo sonho
(e este carecia ser bom),
Mas fora deprecioso e triste,
Por que ele estava lá
No amargo das palavras que o marcava na garganta
(pois ele a deixara deitar sem um ultimo adeus).
E lá ficou ele,
Nos sonhos dela até sua eternidade se acabar...
(Finalizada em 15.4.2007 às 02h17min).
sábado, 4 de outubro de 2008
Ilusão Noturna...
É tão fúnebre
E pálido
O agouro amargo
Subjugando, à noite como ao refletir da lua...
É fúnebre rosa,
Noturna,
Fria, envolta no pálido refletir lunar...
Conflitante na escuridão...
Olhos negros; olhos...
Que estes fundos melancólicos saltam
A penumbra das olheiras...
E que olhar este;
E este me envolve
Consome
E some num piscar.
É nobre tua imponência filho da noite...
E a eternidade não te passa o tempo...
O tempo, o tempo, o tempo...
Mas de que te vale todo este?
E se não há alguém a amar!
Teu coração, fruto silencioso,
De alma subjugada
Amargo agouro e soberba fria...
Ah... Tão triste tua historia
Que porque hoje dizes ser feliz...
E por que a língua tua
Em meu pescoço carrega...
Prepara-me para sofrer do destino teu!
Oh! Vampiro,
Por que o fazes!
Carrega-me e sorve vida,
Priva-me das dores humanas...
E do amor.
Amor és que meu bem e mau,
Amor és que tantas feridas curas.
Amor... Que vós não compreendeis!
Oh! Vampiro,
O que fazes?
Dás-me teu presente...
Que é tua maldição...
(Finalizada em 11.4.2007 às 23h23min).
E pálido
O agouro amargo
Subjugando, à noite como ao refletir da lua...
É fúnebre rosa,
Noturna,
Fria, envolta no pálido refletir lunar...
Conflitante na escuridão...
Olhos negros; olhos...
Que estes fundos melancólicos saltam
A penumbra das olheiras...
E que olhar este;
E este me envolve
Consome
E some num piscar.
É nobre tua imponência filho da noite...
E a eternidade não te passa o tempo...
O tempo, o tempo, o tempo...
Mas de que te vale todo este?
E se não há alguém a amar!
Teu coração, fruto silencioso,
De alma subjugada
Amargo agouro e soberba fria...
Ah... Tão triste tua historia
Que porque hoje dizes ser feliz...
E por que a língua tua
Em meu pescoço carrega...
Prepara-me para sofrer do destino teu!
Oh! Vampiro,
Por que o fazes!
Carrega-me e sorve vida,
Priva-me das dores humanas...
E do amor.
Amor és que meu bem e mau,
Amor és que tantas feridas curas.
Amor... Que vós não compreendeis!
Oh! Vampiro,
O que fazes?
Dás-me teu presente...
Que é tua maldição...
(Finalizada em 11.4.2007 às 23h23min).
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Narco-tango
- Maldito tango! -
Deixa-me infeliz;
Caído aqui
Por vias de lágrimas...
- Maldito tango... -
És tu.
Soturno que surrupia os passos
E carrega o pecado...
- És tu maldito! -
Que por desprezo me deixas,
Em agonia duradoura
De pés lacrimosos.
Tu desprezas
A toda moral.
E toda moral não é basta para ti...
Por que és!
Por que sois...
Tu e tua dama
Minha pedra no sapato
Á sedução...
E ela, pecaminosa,
Rubra boca, negros olhos...
Um ardil desejoso
Em cabelos longos e tempo célere.
- Oh! Maldito... -
És arranjo a morte minha
Suplicando pelas pernas
Da dona em que sucumbi...
- Oh! Dona... -
Em teus olhos fui cair
E por ora sofro a levantar-me...
- Oh! Dona... -
Diga-me!
Por como posso eu chorar...
- Oh! Tango maldito... -
Levas de mim ela
E meu peito.
(Finalizada em 6.4.2007 às 18h00min).
Deixa-me infeliz;
Caído aqui
Por vias de lágrimas...
- Maldito tango... -
És tu.
Soturno que surrupia os passos
E carrega o pecado...
- És tu maldito! -
Que por desprezo me deixas,
Em agonia duradoura
De pés lacrimosos.
Tu desprezas
A toda moral.
E toda moral não é basta para ti...
Por que és!
Por que sois...
Tu e tua dama
Minha pedra no sapato
Á sedução...
E ela, pecaminosa,
Rubra boca, negros olhos...
Um ardil desejoso
Em cabelos longos e tempo célere.
- Oh! Maldito... -
És arranjo a morte minha
Suplicando pelas pernas
Da dona em que sucumbi...
- Oh! Dona... -
Em teus olhos fui cair
E por ora sofro a levantar-me...
- Oh! Dona... -
Diga-me!
Por como posso eu chorar...
- Oh! Tango maldito... -
Levas de mim ela
E meu peito.
(Finalizada em 6.4.2007 às 18h00min).
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Wake Up
As palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Aqui pereço e se resisto...
Sei que não ligas, pois és aquele, eterno...
Ou talvez não, só “Cronos” nos julgará,
E como o tempo, talvez veja que perecerás;
Outrem só depende de você;
De mim talvez, e pode de um modo acontecer...
Mas e desta vez?..
Eu me rasguei pra fazer você sofrer;
Como o móbile dos anjos caídos que cultivei.
E quando aquele beijo triste quis esquecer,
Secaram os lamentos que derrubei...
E talvez quando “para sempre” disse
Nada por demais iria acontecer,
Mas quando eu disse “para sempre” •
Não esperava ainda não te conhecer...
Mas palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Por que ainda resisto se já não me é mais possível te amar?
Talvez deva dormir, ou talvez acordar...
(Finalizado em 21.3.2007 às 23h44min).
E eu já não mais existo,
Aqui pereço e se resisto...
Sei que não ligas, pois és aquele, eterno...
Ou talvez não, só “Cronos” nos julgará,
E como o tempo, talvez veja que perecerás;
Outrem só depende de você;
De mim talvez, e pode de um modo acontecer...
Mas e desta vez?..
Eu me rasguei pra fazer você sofrer;
Como o móbile dos anjos caídos que cultivei.
E quando aquele beijo triste quis esquecer,
Secaram os lamentos que derrubei...
E talvez quando “para sempre” disse
Nada por demais iria acontecer,
Mas quando eu disse “para sempre” •
Não esperava ainda não te conhecer...
Mas palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Por que ainda resisto se já não me é mais possível te amar?
Talvez deva dormir, ou talvez acordar...
(Finalizado em 21.3.2007 às 23h44min).
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Bang-Bang
A caminhar,
Em curtos passos desfrutando do fruto proíbo,
Da dor de suas lagrimas
De úrico
E das palavras sem sentido
Na qual se via por horas,
E ele caminhava...
A areia no calçado
Em negras pedras,
Infortúnias,
Crivavam por sua atenção;
Mas...
Era ele o homem dos pés marcados,
Uma rosa de trevas
inculta
E pouco invejável,
Esperando...
Pelo apogeu e declínio dos anjos;
Mas desta maneira... Caminhara,
implorando
Pela tua misericordial estaca
A invadir-lhe o peito,
E nada lhe vinha
Afora as perguntas das quais não tinha respostas...
E ele caminhou...
Sozinho
Até onde quisesse estar,
E quando pensou descansar
Ao colo dela,
Ela não era mais que cinzas,
Pois ele não era herói
E agora tudo o que tocava virara cinzas,
E o homem marcado decidira peregrinar e nunca mais parar...
(Finalizada em 18.3.2007 às 17h14min).
Em curtos passos desfrutando do fruto proíbo,
Da dor de suas lagrimas
De úrico
E das palavras sem sentido
Na qual se via por horas,
E ele caminhava...
A areia no calçado
Em negras pedras,
Infortúnias,
Crivavam por sua atenção;
Mas...
Era ele o homem dos pés marcados,
Uma rosa de trevas
inculta
E pouco invejável,
Esperando...
Pelo apogeu e declínio dos anjos;
Mas desta maneira... Caminhara,
implorando
Pela tua misericordial estaca
A invadir-lhe o peito,
E nada lhe vinha
Afora as perguntas das quais não tinha respostas...
E ele caminhou...
Sozinho
Até onde quisesse estar,
E quando pensou descansar
Ao colo dela,
Ela não era mais que cinzas,
Pois ele não era herói
E agora tudo o que tocava virara cinzas,
E o homem marcado decidira peregrinar e nunca mais parar...
(Finalizada em 18.3.2007 às 17h14min).
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Personal Enemy
Era uma coisa apenas,
E eu não sabia o porquê...
Era uma coisa apenas!
E tive que cair...
Ver-te olhar-me no ponteiro,
E não importa o quão duro seja subir,
Existe uma coisa apenas;
Mas a hipocrisia da minha mente
Mente!
E a cada segundo esse relógio me leva ao inferno...
Caindo do inicio ao fim
e ao inicio novamente,
Depois subindo para te resgatar,
Mas agora não importa mais!
Pois minha mente
Mente...
E era uma coisa apenas!
Que eu não sabia o porquê...
(Finalizada em 9.3.2007 às 15h22min).
E eu não sabia o porquê...
Era uma coisa apenas!
E tive que cair...
Ver-te olhar-me no ponteiro,
E não importa o quão duro seja subir,
Existe uma coisa apenas;
Mas a hipocrisia da minha mente
Mente!
E a cada segundo esse relógio me leva ao inferno...
Caindo do inicio ao fim
e ao inicio novamente,
Depois subindo para te resgatar,
Mas agora não importa mais!
Pois minha mente
Mente...
E era uma coisa apenas!
Que eu não sabia o porquê...
(Finalizada em 9.3.2007 às 15h22min).
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Última Poesia...
Sou o poeta, solitário, conciso,
Impassível de mim.
Um assassino programado, despindo os mistérios da morte em minhas palavras...
Em tuas lágrimas sinceras, tristes, enquanto aclamas pelo meu nome...
E assim nos teus momentos de escuridão, estarei lá a te surpreender.
Originando teu medo e excitação... Um suspiro de amor...
O declive de nossas almas, no momento onde me deformo de poeta a assassino...
Tirando tua alma em minhas palavras, num olhar impassível, obscurecido...
Para te deixar só.
Uma vitima inocente, de um momento sem culpa.
Assim te tenho em minha mente, num segredo...
Analisando parcialmente meu destino,
Pois sou o poeta, assassino de almas...
Estudando a morte, na filosofia da tua face.
E quando volto até ti, à chuva cai sobre mim. Serena, pesada...
Mas não me limpa a alma, apenas pesa sobre a consciência.
Pois o amor traz a vida, e sem vida, há apenas escuridão.
Escuridão, da qual já me acostumo após tantos anos...
Um segredo maior que à noite;
E você na minha mente, neste invólucro de dor.
No coração de um homem renascido, o qual não pode seguir seu caminho...
Pois para matar, deve morrer.
E já não posso mais me concentrar em meio aos teus orgasmos,
A mente manda, a mente reluta, mas a mão executa.
Depois há só a dor, num anonimato qualquer...
(Gritos no vazio)
E já não sei qual é o meu mundo.
Divido-me entre minhas poesias e ti...
E já não quero te perder, mesmo tendo um ultimo trabalho a fazer,
Onde encontrarei meu fim e serei a ultima vitima das minhas poesias.
Sem certeza de que serei novamente eu quando voltar; se voltar...
Caindo no esquecimento... Num fim abrupto, injusto.
Num lençol vermelho. Em poucas palavras...
Gestos inacabados de um assassino caindo em culpa.
(Antiga, de 2005, não sei ao certo de quando).
Impassível de mim.
Um assassino programado, despindo os mistérios da morte em minhas palavras...
Em tuas lágrimas sinceras, tristes, enquanto aclamas pelo meu nome...
E assim nos teus momentos de escuridão, estarei lá a te surpreender.
Originando teu medo e excitação... Um suspiro de amor...
O declive de nossas almas, no momento onde me deformo de poeta a assassino...
Tirando tua alma em minhas palavras, num olhar impassível, obscurecido...
Para te deixar só.
Uma vitima inocente, de um momento sem culpa.
Assim te tenho em minha mente, num segredo...
Analisando parcialmente meu destino,
Pois sou o poeta, assassino de almas...
Estudando a morte, na filosofia da tua face.
E quando volto até ti, à chuva cai sobre mim. Serena, pesada...
Mas não me limpa a alma, apenas pesa sobre a consciência.
Pois o amor traz a vida, e sem vida, há apenas escuridão.
Escuridão, da qual já me acostumo após tantos anos...
Um segredo maior que à noite;
E você na minha mente, neste invólucro de dor.
No coração de um homem renascido, o qual não pode seguir seu caminho...
Pois para matar, deve morrer.
E já não posso mais me concentrar em meio aos teus orgasmos,
A mente manda, a mente reluta, mas a mão executa.
Depois há só a dor, num anonimato qualquer...
(Gritos no vazio)
E já não sei qual é o meu mundo.
Divido-me entre minhas poesias e ti...
E já não quero te perder, mesmo tendo um ultimo trabalho a fazer,
Onde encontrarei meu fim e serei a ultima vitima das minhas poesias.
Sem certeza de que serei novamente eu quando voltar; se voltar...
Caindo no esquecimento... Num fim abrupto, injusto.
Num lençol vermelho. Em poucas palavras...
Gestos inacabados de um assassino caindo em culpa.
(Antiga, de 2005, não sei ao certo de quando).
domingo, 28 de setembro de 2008
New Century of Icaro's...
Prédios;
Carne, e tudo cinzas...
RISING...
Algo tão parecido com o vosso desejo...
E ele vem...
Desce;
E percorre o corpo
Num pulso elétrico.
... Num pulso;
Você enfrenta as coisas
Que não podereis jamais ser...
Num pulso...
Desfar-vos-ei em misérias,
Como as forças da natureza
Todas contra vos...
Um fantasma em vossa direção;
E canhões vos alçam longe...
E é tão bom estar vivo – ele me disse...
E é tão
...
BOM...
E a efígie continua...
Quis ele cavalgar com Apolo...
E agora jaze pagando pela sua ganância!!!
Prédios...
Tudo cinza...
Imortal loucura,
Algo tão parecido com o meu desejo...
Num pulso uma manada em seu caminho,
Enquanto corpo de vos há de queimar ao sol.
Ter a cabeça por recompensa;
E as asas de um último humano...
(Finalizada em 2.6.2007 às 14h48min).
Carne, e tudo cinzas...
RISING...
Algo tão parecido com o vosso desejo...
E ele vem...
Desce;
E percorre o corpo
Num pulso elétrico.
... Num pulso;
Você enfrenta as coisas
Que não podereis jamais ser...
Num pulso...
Desfar-vos-ei em misérias,
Como as forças da natureza
Todas contra vos...
Um fantasma em vossa direção;
E canhões vos alçam longe...
E é tão bom estar vivo – ele me disse...
E é tão
...
BOM...
E a efígie continua...
Quis ele cavalgar com Apolo...
E agora jaze pagando pela sua ganância!!!
Prédios...
Tudo cinza...
Imortal loucura,
Algo tão parecido com o meu desejo...
Num pulso uma manada em seu caminho,
Enquanto corpo de vos há de queimar ao sol.
Ter a cabeça por recompensa;
E as asas de um último humano...
(Finalizada em 2.6.2007 às 14h48min).
sábado, 27 de setembro de 2008
Un...
Às vezes há musica...
Na mente,
Na minha alma;
Uma euforia de detalhes...
Em cabelos vermelhos uma injeção de combustível; impele-me.
Tira-me do caminho;
Viajo para onde há coisas,
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
Tira-me do caminho...
Conserva-me, sonhando;
Acordado...
Doando minha vida,
(Jogada) - Toda fora...
Como as balas de cabeças...
Vazias;
Explosivas...
E é tudo lixo comercial...
Talvez à milhas de mim mesmo,
No limiar do mundo;
Andando na linha,
Atrasando os trens
Deitando nu com a rainha.
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
E poderia morrer ali,
Mas só sangro.
E ajoelho, e oro...
Mas é tudo maravilhas de ALICE.
...
E há cartas na mesa,
E elas ditam o mundo.
E elas ditam...
Enquanto eu furo os olhos.
E me diz...
Qual é teu gosto...
Posso pintar num céu vermelho as coisas que a sua intenção determina...
Gosto dos teus medos,
Gosto das cartas na mesa,
Gosto do coelho gigante me ditando - (Frank).
...
... Diga-me agora!
Diga-me mais uma vez...
Chega de desculpas,
As balas rasgam o papel...
Diga-me agora!
Você me ama desta vez?
Diga-me agora!
Que já me esqueceu...
.
Então a musica para,
O sonho desaba,
ALICE morre...
E é tudo lixo comercial...
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h52min).
Na mente,
Na minha alma;
Uma euforia de detalhes...
Em cabelos vermelhos uma injeção de combustível; impele-me.
Tira-me do caminho;
Viajo para onde há coisas,
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
Tira-me do caminho...
Conserva-me, sonhando;
Acordado...
Doando minha vida,
(Jogada) - Toda fora...
Como as balas de cabeças...
Vazias;
Explosivas...
E é tudo lixo comercial...
Talvez à milhas de mim mesmo,
No limiar do mundo;
Andando na linha,
Atrasando os trens
Deitando nu com a rainha.
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
E poderia morrer ali,
Mas só sangro.
E ajoelho, e oro...
Mas é tudo maravilhas de ALICE.
...
E há cartas na mesa,
E elas ditam o mundo.
E elas ditam...
Enquanto eu furo os olhos.
E me diz...
Qual é teu gosto...
Posso pintar num céu vermelho as coisas que a sua intenção determina...
Gosto dos teus medos,
Gosto das cartas na mesa,
Gosto do coelho gigante me ditando - (Frank).
...
... Diga-me agora!
Diga-me mais uma vez...
Chega de desculpas,
As balas rasgam o papel...
Diga-me agora!
Você me ama desta vez?
Diga-me agora!
Que já me esqueceu...
.
Então a musica para,
O sonho desaba,
ALICE morre...
E é tudo lixo comercial...
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h52min).
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O Mundo...
Você esta pra baixo;
E os jatinhos ainda o cortam
Em nuvens...
Nada está para mudar.
O padre nos disse...
DEUS está na casca do limão
...
E nós apenas olhamos;
Esquecemos...
A tevê ligada.
Os compromissos...
Mulher e filhos...
Estamos todos entorpecidos,
Á nossa própria sujeira...
Hoje nada está para mudar no mundo...
E não há ninguém olhando você;
E então??
Só mais um toque de heroína antes de parar...
Só mais uma jovem corroída nos arbustos...
Só mais uma criança florindo para morrer...
Florindo
...
SORRINDO
...
Indo e indo
...
E se ninguém o vê
Fora esquecido.
Enquanto as armas cortam os céus.
Você morre e seca,
E não está mais só...
Pois mata o homem da tevê.
Eu já não quero mudar...
E os limões de deus
AGORA!!!
São espremidos
...
E Lúcifer faz limonada no paraíso.
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h06min).
E os jatinhos ainda o cortam
Em nuvens...
Nada está para mudar.
O padre nos disse...
DEUS está na casca do limão
...
E nós apenas olhamos;
Esquecemos...
A tevê ligada.
Os compromissos...
Mulher e filhos...
Estamos todos entorpecidos,
Á nossa própria sujeira...
Hoje nada está para mudar no mundo...
E não há ninguém olhando você;
E então??
Só mais um toque de heroína antes de parar...
Só mais uma jovem corroída nos arbustos...
Só mais uma criança florindo para morrer...
Florindo
...
SORRINDO
...
Indo e indo
...
E se ninguém o vê
Fora esquecido.
Enquanto as armas cortam os céus.
Você morre e seca,
E não está mais só...
Pois mata o homem da tevê.
Eu já não quero mudar...
E os limões de deus
AGORA!!!
São espremidos
...
E Lúcifer faz limonada no paraíso.
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h06min).
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Imperativo...
Faça!
FAÇA...
Face á face;
De mãos dadas no parque publico,
No banheiro SUJO.
Face á face, faça-me
Respirar...
Faça-me bela...
PERFEITA!
E aqui estou...
Face a face de mãos atadas;
Do profanado ao oculto...
Faça-me...
AGORA!!!
Bela, feliz...
Invejável e rica,
Uma boneca...
Porcelana em mentiras...
FAÇA-ME!!!
...
Uma bala de morfina
Para a alma imperfeita;
Trançada nos cabelos de RAPUNZEL.
Face á face quero que
Faça-me NOVA...
Quero que...
Corte-me! - (mastigue-me!)...
MOLDE-ME!!!
Assim...
Em porcelana e restos.
Pois eu quero assim...
Do profano ao belo...
Entre as costuras e o artificial;
Pois lá estou eu...
Agora que sou Rapunzel...
(Finalizada em 29.5.2007 às 00h59min).
FAÇA...
Face á face;
De mãos dadas no parque publico,
No banheiro SUJO.
Face á face, faça-me
Respirar...
Faça-me bela...
PERFEITA!
E aqui estou...
Face a face de mãos atadas;
Do profanado ao oculto...
Faça-me...
AGORA!!!
Bela, feliz...
Invejável e rica,
Uma boneca...
Porcelana em mentiras...
FAÇA-ME!!!
...
Uma bala de morfina
Para a alma imperfeita;
Trançada nos cabelos de RAPUNZEL.
Face á face quero que
Faça-me NOVA...
Quero que...
Corte-me! - (mastigue-me!)...
MOLDE-ME!!!
Assim...
Em porcelana e restos.
Pois eu quero assim...
Do profano ao belo...
Entre as costuras e o artificial;
Pois lá estou eu...
Agora que sou Rapunzel...
(Finalizada em 29.5.2007 às 00h59min).
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
E Todas as Crianças eram Novas
Murchas,
Secando
Ao sol...
A cura,
O plástulo rubéolo.
Os sessenta anos;
Comecei aos dezesseis.
Foi ultima musica que ouvi deitado na cama,
Á duas semanas de morrer...
E ela falava que daqui a pouco;
Daqui a pouco...
Você será minha.
Daqui a pouco.
E não preciso nada mais que uma colher,
Uma colher para...
Cavar
Um
BURACO...
É o que mais desejo.
E daqui a pouco re-
NASÇO...
Volto aos dezesseis.
Não lembro!
Mas me (re) volto a escrever...
(Finalizada em 15.5.2007 às 12h28min).
Secando
Ao sol...
A cura,
O plástulo rubéolo.
Os sessenta anos;
Comecei aos dezesseis.
Foi ultima musica que ouvi deitado na cama,
Á duas semanas de morrer...
E ela falava que daqui a pouco;
Daqui a pouco...
Você será minha.
Daqui a pouco.
E não preciso nada mais que uma colher,
Uma colher para...
Cavar
Um
BURACO...
É o que mais desejo.
E daqui a pouco re-
NASÇO...
Volto aos dezesseis.
Não lembro!
Mas me (re) volto a escrever...
(Finalizada em 15.5.2007 às 12h28min).
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Blues House
Lá estava eu
A olhar rostos fartos em minha memória,
Reconhecíveis também;
Mas tão estranhos para mim, quanto foram ontem,
E hoje...
Almas, deformáveis as, que conhecera.
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO...
Lá estava eu, fitando.
Duas almas que atraiam,
Via-as a me cravar os olhos,
Sensuais, provocantes;
Mas sabia por que estavam ali,
A me fitar,
Eram as bebidas que as atraiam,
As bebidas e o dinheiro,
E meu sangue se tornara pó.
Via-as com nojo,
Nojo e rancor;
E nos olhos
Via-as carregar minha vida
Para longe, num adeus surrupiado,
Como os centavos que não dei...
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO;
Minha, dele;
Sim, dele!
Do inalmado em minha carteira,
Dos trocados no meu bolso.
Do pouco pó de cocaína sangrando de mim
Donde o sol já fugira
E a garrafa de blues secara tomando a vaidade deste corpo;
Sim, não tirava aqueles olhares de minha memória,
Os cabelos louros e negros e as bocas,
As bocas...
Sim, reconhecíveis também,
Pois acabaram por me roubar.
Roubar a mente
A alma,
E os olhos quais afagam minha carteira
Agora me tem.
Lá estava eu,
E agora não estava mais, cortara os olhares,
Beijara a gaita,
Bebera o blues e queimara o dinheiro...
Lá estava eu, chorando.
E os rostos fartos tomaram a vaidade de mim...
(Finalizada em 20.2.2006 às 21h09min).
A olhar rostos fartos em minha memória,
Reconhecíveis também;
Mas tão estranhos para mim, quanto foram ontem,
E hoje...
Almas, deformáveis as, que conhecera.
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO...
Lá estava eu, fitando.
Duas almas que atraiam,
Via-as a me cravar os olhos,
Sensuais, provocantes;
Mas sabia por que estavam ali,
A me fitar,
Eram as bebidas que as atraiam,
As bebidas e o dinheiro,
E meu sangue se tornara pó.
Via-as com nojo,
Nojo e rancor;
E nos olhos
Via-as carregar minha vida
Para longe, num adeus surrupiado,
Como os centavos que não dei...
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO;
Minha, dele;
Sim, dele!
Do inalmado em minha carteira,
Dos trocados no meu bolso.
Do pouco pó de cocaína sangrando de mim
Donde o sol já fugira
E a garrafa de blues secara tomando a vaidade deste corpo;
Sim, não tirava aqueles olhares de minha memória,
Os cabelos louros e negros e as bocas,
As bocas...
Sim, reconhecíveis também,
Pois acabaram por me roubar.
Roubar a mente
A alma,
E os olhos quais afagam minha carteira
Agora me tem.
Lá estava eu,
E agora não estava mais, cortara os olhares,
Beijara a gaita,
Bebera o blues e queimara o dinheiro...
Lá estava eu, chorando.
E os rostos fartos tomaram a vaidade de mim...
(Finalizada em 20.2.2006 às 21h09min).
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Meu Lugar
Apontava estrelas, o garoto,
E queria a elas abordar.
A um profeta de esgoto perguntar,
Quando lá iria chegar.
Era apenas criança,
E já não sabia seu lugar...
Entre cânions e miragens,
Favos e paisagens,
Lugares onde cresceu.
Tinha o céu em suas gemas, de onde nunca o perdeu.
E estas eram as mentais cenas;
De um jovem ludibriado com as nuvens de poeira
Jovem que convivera cedo com a morte em vida rasteira
Por ficar de pé, quando o chão tremeu.
E toda vez que olhava ao céu parava por pensar:
“_Se este era o seu lugar?”.
Um dia galopara ao espaço,
E viu que beleza alguma havia lá;
Exceto pela pequena esfera azul,
Foi então que percebeu o que um dia fora deixar.
E então ele soube que ali era o seu lugar...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h55min).
E queria a elas abordar.
A um profeta de esgoto perguntar,
Quando lá iria chegar.
Era apenas criança,
E já não sabia seu lugar...
Entre cânions e miragens,
Favos e paisagens,
Lugares onde cresceu.
Tinha o céu em suas gemas, de onde nunca o perdeu.
E estas eram as mentais cenas;
De um jovem ludibriado com as nuvens de poeira
Jovem que convivera cedo com a morte em vida rasteira
Por ficar de pé, quando o chão tremeu.
E toda vez que olhava ao céu parava por pensar:
“_Se este era o seu lugar?”.
Um dia galopara ao espaço,
E viu que beleza alguma havia lá;
Exceto pela pequena esfera azul,
Foi então que percebeu o que um dia fora deixar.
E então ele soube que ali era o seu lugar...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h55min).
domingo, 21 de setembro de 2008
O Velho Ditado (Striped)
Deixe-me ver-te viva,
Nua ao sol,
Envolta nas dunas...
Enquanto “cores” te fizerem rir
E nada em mim te ferir.
Pois quero aquele beijo,
Carregado no oceano
Que unindo os espíritos,
Faz-me viver,
AME-ME!
Deixe-me ver-te crua,
Nua nas sombras,
Rodeada por arvores e pedras.
Ver-te chorar, perder e também sofrer;
Nua e crua como era pra ser.
E por apenas UM DIA deixe tudo,
Atenha-se a minha mão,
Ao sussurro de meu mundo
Esqueça a alma, o coração,
Impulsione-se aos mortos,
Odeie-me para – poder – viver...
(Finalizada em 26.8.2006 às 02h00min).
Nua ao sol,
Envolta nas dunas...
Enquanto “cores” te fizerem rir
E nada em mim te ferir.
Pois quero aquele beijo,
Carregado no oceano
Que unindo os espíritos,
Faz-me viver,
AME-ME!
Deixe-me ver-te crua,
Nua nas sombras,
Rodeada por arvores e pedras.
Ver-te chorar, perder e também sofrer;
Nua e crua como era pra ser.
E por apenas UM DIA deixe tudo,
Atenha-se a minha mão,
Ao sussurro de meu mundo
Esqueça a alma, o coração,
Impulsione-se aos mortos,
Odeie-me para – poder – viver...
(Finalizada em 26.8.2006 às 02h00min).
sábado, 20 de setembro de 2008
Tédio de mim...
Sento e espero...
...O tempo cai,
Latente, sincero...
[Sonho que me distrai]
...Anestesia-me este anseio a liberdade;
Desejos em meio à verdade...
...Então me misturo a isso e caio em contradição.
Deixo minha permanência por conta da carne,
Pois minha mente já desistiu da sua compreensão,
E até que ela reencarne, indecifrável ao meu ser aprisionado,
Apaixonado...
...Não mais te procurarei, pois duvido que vás ouvir.
E assim vociferarei, lutarei para me reconstruir;
Achar outra de ti, que assim tão pura selvagem, me fará pagar.
...Chorar novamente, cair em tédio, me abalizar.
Trazendo a tona meus erros, minha arrogância,
Para novamente de mim me ausentar.
(Início de 2006).
...O tempo cai,
Latente, sincero...
[Sonho que me distrai]
...Anestesia-me este anseio a liberdade;
Desejos em meio à verdade...
...Então me misturo a isso e caio em contradição.
Deixo minha permanência por conta da carne,
Pois minha mente já desistiu da sua compreensão,
E até que ela reencarne, indecifrável ao meu ser aprisionado,
Apaixonado...
...Não mais te procurarei, pois duvido que vás ouvir.
E assim vociferarei, lutarei para me reconstruir;
Achar outra de ti, que assim tão pura selvagem, me fará pagar.
...Chorar novamente, cair em tédio, me abalizar.
Trazendo a tona meus erros, minha arrogância,
Para novamente de mim me ausentar.
(Início de 2006).
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Efeito Fantasia...
Começou numa agonia,
Algo que eu não tinha como eliminar, - efeito fantasia -.
Que aos poucos me consumiu, induziu-me a ver que era um lobo fora da matilha...
Abandonado, implorando pela sua atenção...
[Áspera armadilha]
...Derrubou-me pela ultima vez,
Onde cruzei a linha da mente e me vi rei do nada.
PERDIDO,
Nunca e sempre sozinho em meio à calada...
- E quando me levantei...
MAIS MORTO ESTAVA.
...Desregrava-me do mundo.
...Desgraçava a mim mesmo numa pilha de vícios. -
...E assim esgotava-se a minha sétima vida, sedutoramente em meio aos teus cicios...
- Vozes,
Freqüências,
Envolvendo-me novamente naquele efeito fantasia. -
...Assim voltei até ti,
Procurando retirar minha fé de ti, - Secreta alforria -.
Onde já me tornara um outro alguém,
Já não queria uma razão para viver...
- Tentei não esquecer isto,
Tentei não perder isto. -
...Pois já era tarde para recomeçar um amor que se tornou tão irreal para renascer.
(Fim de 2005).
Algo que eu não tinha como eliminar, - efeito fantasia -.
Que aos poucos me consumiu, induziu-me a ver que era um lobo fora da matilha...
Abandonado, implorando pela sua atenção...
[Áspera armadilha]
...Derrubou-me pela ultima vez,
Onde cruzei a linha da mente e me vi rei do nada.
PERDIDO,
Nunca e sempre sozinho em meio à calada...
- E quando me levantei...
MAIS MORTO ESTAVA.
...Desregrava-me do mundo.
...Desgraçava a mim mesmo numa pilha de vícios. -
...E assim esgotava-se a minha sétima vida, sedutoramente em meio aos teus cicios...
- Vozes,
Freqüências,
Envolvendo-me novamente naquele efeito fantasia. -
...Assim voltei até ti,
Procurando retirar minha fé de ti, - Secreta alforria -.
Onde já me tornara um outro alguém,
Já não queria uma razão para viver...
- Tentei não esquecer isto,
Tentei não perder isto. -
...Pois já era tarde para recomeçar um amor que se tornou tão irreal para renascer.
(Fim de 2005).
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Morte Súbita
Sinta as arvores
Cujas ranhuras explicam
Os sentimentos de uma novela imperfeita,
Alçando o vôo dos passarinhos,
E carregando-os até as nuvens...
- Assim tentei e não cheguei lá -.
... E na chuva vi as lágrimas, tua face;
- Rolando caindo sobre mim -.
Enquanto as estrelas me guiaram para casa.
...Vi a lua cheia que já fantasiara nossas noites,
Hoje me segurando, aleitando-me na cama...
Enquanto isso
O destino se encarrega
À minha aflição por um fim,
- E aos nossos sonhos, que agora jazem incompletos -.
Por uma vida que foi subitamente rasgada,
Correu pelo ralo...
... Desvaneceu-se num solo de sax...
... Onde ontem, ir-se-iam lágrimas em meu rosto...
(Finzinho de 2006).
Cujas ranhuras explicam
Os sentimentos de uma novela imperfeita,
Alçando o vôo dos passarinhos,
E carregando-os até as nuvens...
- Assim tentei e não cheguei lá -.
... E na chuva vi as lágrimas, tua face;
- Rolando caindo sobre mim -.
Enquanto as estrelas me guiaram para casa.
...Vi a lua cheia que já fantasiara nossas noites,
Hoje me segurando, aleitando-me na cama...
Enquanto isso
O destino se encarrega
À minha aflição por um fim,
- E aos nossos sonhos, que agora jazem incompletos -.
Por uma vida que foi subitamente rasgada,
Correu pelo ralo...
... Desvaneceu-se num solo de sax...
... Onde ontem, ir-se-iam lágrimas em meu rosto...
(Finzinho de 2006).
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Tênue...
Noite,
Acoberta-me
Fere-me... (e eu gosto)
Um suicida – masoquista, brincando com as chaves...
- e eu gosto -
É a lua falando a mim,
As estrelas – embora tudo fosse falso;
ARTIFICIAL...
Rodo a cidade,
Sinto o corpo, meu, em chamas,
A ofuscar, em luz, à noite...
De um; dois suicidas,
O ALTER e seu EGO...
Chorando pelos anjos que o mereciam...
- Saciavam-se -
Como maquiagem e pó no nariz.
Calando-se,
Comportando-se
Como almas perfeitas...
E as águas se abriram,
E os infernos se abriram;
Estilhaços de vidro...
- cego - desapareci...
Aos poucos; na noite.
Como deveria ser...
O ALTEREGO e EU...
Um suicida, um masoquista, e um carro no lago...
(Finalizada em 10.06.2007 às 20h22min).
Acoberta-me
Fere-me... (e eu gosto)
Um suicida – masoquista, brincando com as chaves...
- e eu gosto -
É a lua falando a mim,
As estrelas – embora tudo fosse falso;
ARTIFICIAL...
Rodo a cidade,
Sinto o corpo, meu, em chamas,
A ofuscar, em luz, à noite...
De um; dois suicidas,
O ALTER e seu EGO...
Chorando pelos anjos que o mereciam...
- Saciavam-se -
Como maquiagem e pó no nariz.
Calando-se,
Comportando-se
Como almas perfeitas...
E as águas se abriram,
E os infernos se abriram;
Estilhaços de vidro...
- cego - desapareci...
Aos poucos; na noite.
Como deveria ser...
O ALTEREGO e EU...
Um suicida, um masoquista, e um carro no lago...
(Finalizada em 10.06.2007 às 20h22min).
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Baladas e Poemas
Noite alta que me encontre
[Solidão]
Dias passam, dias vem...
E ainda conservo, na pele, o calor da sua...
...PELE.
Mas estou só em meio à grandeza,
Estrelas me assistem enquanto me oculto
E a minha alma há de sonhar-te em um olhar sem destino,
Mas prefiro assim...
Enquanto pego as fracas miragens da sedução
Eles distorcem a realidade...
Baladas e poemas me destroem nos artifícios do teu olhar...
Oceanos e desertos...
E medo de chorar.
Promessas em meio à grandeza do palco,
E estrelas mortas em minhas noites...
(Fim de 2006)
[Solidão]
Dias passam, dias vem...
E ainda conservo, na pele, o calor da sua...
...PELE.
Mas estou só em meio à grandeza,
Estrelas me assistem enquanto me oculto
E a minha alma há de sonhar-te em um olhar sem destino,
Mas prefiro assim...
Enquanto pego as fracas miragens da sedução
Eles distorcem a realidade...
Baladas e poemas me destroem nos artifícios do teu olhar...
Oceanos e desertos...
E medo de chorar.
Promessas em meio à grandeza do palco,
E estrelas mortas em minhas noites...
(Fim de 2006)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Cálice dos Amores
Em pessoa encanto desperto imenso.
E já não se sabia ao certo,
Se quem bebesse do cálice estaria propenso...
A sedução.
Não equivalia a Juan ou Casanova,
Tinha sua própria estação.
E agora enquanto todos eles mortos
Era o ultimo ator vulvico que traz charme e perturbação...
De seus lábios perfeição fizera,
Pois causava inveja e admiração.
Varo símbolo de sua era
Ao qual das moças ficavam os olhos que o fitavam por sorrir
De noite amante na imensidão.
E logo após, outro homem a sair...
Mas entendera bem a mulher
Decifrara seus desejos, segredos e anseios.
E se a ela daria o que quer, prazer e dor...
Seria aclamado ator das noites de mil amores verdadeiros...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h47min).
E já não se sabia ao certo,
Se quem bebesse do cálice estaria propenso...
A sedução.
Não equivalia a Juan ou Casanova,
Tinha sua própria estação.
E agora enquanto todos eles mortos
Era o ultimo ator vulvico que traz charme e perturbação...
De seus lábios perfeição fizera,
Pois causava inveja e admiração.
Varo símbolo de sua era
Ao qual das moças ficavam os olhos que o fitavam por sorrir
De noite amante na imensidão.
E logo após, outro homem a sair...
Mas entendera bem a mulher
Decifrara seus desejos, segredos e anseios.
E se a ela daria o que quer, prazer e dor...
Seria aclamado ator das noites de mil amores verdadeiros...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h47min).
domingo, 14 de setembro de 2008
Minha Natureza...
Quando me fui... Vi a vida se esgotar num coma...
Onde tinha apenas minha voz em companhia do teu aroma.
Mas agora que vejo as escolhas que fiz e grito em decepção...
Busco sua atenção.
E as coisas que quis abafaram-me a mente...
Induziram-me a fazer coisas que não quis. Mas agora é indiferente...
Destruí meu lar, e o que me ocorreu não foi por dor, foi por piedade.
Piedade das pessoas que se feriram ao ver a minha natureza...
Quando caiu essa mascara de fero de minha face, e apontou-me em verdade.
E então eu sorria, levava-me a um sonho e chorava com a certeza...
...De que deixara aos outros piores que a mim.
Afinal tive varias chances de fazer o certo, mas o egoísmo me cegara...
E eu apenas sorria, olhando para baixo dentro de mim...
Nos meus pés, na tua dor... Até que desistira.
E terminei por me destruir, nas noites, sozinho.
Tinha apenas o som da minha voz e assim me fui, mesquinho.
Olhando para baixo cheio de culpa por não manter a ilusão...
(Findares de 2006)
Onde tinha apenas minha voz em companhia do teu aroma.
Mas agora que vejo as escolhas que fiz e grito em decepção...
Busco sua atenção.
E as coisas que quis abafaram-me a mente...
Induziram-me a fazer coisas que não quis. Mas agora é indiferente...
Destruí meu lar, e o que me ocorreu não foi por dor, foi por piedade.
Piedade das pessoas que se feriram ao ver a minha natureza...
Quando caiu essa mascara de fero de minha face, e apontou-me em verdade.
E então eu sorria, levava-me a um sonho e chorava com a certeza...
...De que deixara aos outros piores que a mim.
Afinal tive varias chances de fazer o certo, mas o egoísmo me cegara...
E eu apenas sorria, olhando para baixo dentro de mim...
Nos meus pés, na tua dor... Até que desistira.
E terminei por me destruir, nas noites, sozinho.
Tinha apenas o som da minha voz e assim me fui, mesquinho.
Olhando para baixo cheio de culpa por não manter a ilusão...
(Findares de 2006)
sábado, 13 de setembro de 2008
Urro de Negação...
Todas as coisas livres voam pela mente
Coisas que me dissestes...
As quais nem me lembro mais;
- Meu Deus!
Verdades caem como bombas a minha fronte, e nada devo dizer? -
Pai, por quanto mais me perderei do caminho, do real?
Estou ficando louco?
Talvez tenha cruzado a linha das psicoses concretas...
Mas que linha é esta, passou assim...
Despercebida.
Camuflada diante verdades, mentiras.
Camuflada entre meus passos...
Passos que deixei de sentir assim que fugi...
Fugir...
Sem rumo, sem pistas.
Para fugir necessito mais que você ao meu lado,
E se fugir, nunca mais voltar...
Uma nova história, uma nova estação.
Um renegado em busca de verdade nas coisas mais puras,
Como se pudesse,
Um dia,
Resgatar-te nas minhas lembranças,
Afogar-me num submarino de lágrimas...
Livre, concreto, real.
Onde a dor,
Única, legitima, é a vida de um surrealista...
(Início de 2005)
Coisas que me dissestes...
As quais nem me lembro mais;
- Meu Deus!
Verdades caem como bombas a minha fronte, e nada devo dizer? -
Pai, por quanto mais me perderei do caminho, do real?
Estou ficando louco?
Talvez tenha cruzado a linha das psicoses concretas...
Mas que linha é esta, passou assim...
Despercebida.
Camuflada diante verdades, mentiras.
Camuflada entre meus passos...
Passos que deixei de sentir assim que fugi...
Fugir...
Sem rumo, sem pistas.
Para fugir necessito mais que você ao meu lado,
E se fugir, nunca mais voltar...
Uma nova história, uma nova estação.
Um renegado em busca de verdade nas coisas mais puras,
Como se pudesse,
Um dia,
Resgatar-te nas minhas lembranças,
Afogar-me num submarino de lágrimas...
Livre, concreto, real.
Onde a dor,
Única, legitima, é a vida de um surrealista...
(Início de 2005)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Corvos
Vitimas, não é o que todos somos?
Hipocrisia derramada, vontades em conflito.
QUEIMEM...
... Tristes erros,
Que inquietáveis tiram o meu sono...
Que sono se já não a tenho em minha cama,
E de que maneira vale viver se não a tenho mais em mim...
Venha incendeie-me, suavemente,
Lacere minha carne, traga dor, ira;
Mas leve minha alma daqui...
Sem descanso, pois mesmo na morte sinto o ardor da vingança.
Guardados entre almas e túmulos
Queimando a minha face no mercúrio
Uma ave da noite,
O corvo, a mim justiça em sangue.
A cura da alma, um espírito de perturbação...
Faça-me a dor pela verdade...
A verdade pelas próprias mãos, gritando seu nome...
Procurando paz, na escuridão...
Levado ao inferno e voltando aos homens,
Procurando me encontrar,
Limpar os erros jamais escritos
Lavando carne, alma,
Purificando o coração...
(Metade de 2006)
Hipocrisia derramada, vontades em conflito.
QUEIMEM...
... Tristes erros,
Que inquietáveis tiram o meu sono...
Que sono se já não a tenho em minha cama,
E de que maneira vale viver se não a tenho mais em mim...
Venha incendeie-me, suavemente,
Lacere minha carne, traga dor, ira;
Mas leve minha alma daqui...
Sem descanso, pois mesmo na morte sinto o ardor da vingança.
Guardados entre almas e túmulos
Queimando a minha face no mercúrio
Uma ave da noite,
O corvo, a mim justiça em sangue.
A cura da alma, um espírito de perturbação...
Faça-me a dor pela verdade...
A verdade pelas próprias mãos, gritando seu nome...
Procurando paz, na escuridão...
Levado ao inferno e voltando aos homens,
Procurando me encontrar,
Limpar os erros jamais escritos
Lavando carne, alma,
Purificando o coração...
(Metade de 2006)
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
O Ilusionista
Quando fores derrotada estarei por perto;
No seu sofrimento,
Na dor;
Prefiro essa vulnerabilidade...
Quando te sentires horrível...
...Pegarei um pouco de confiança mostrando que nada mais importa.
Dar-te-ei um novo rumo;
Entrarei em ti
A embaralhar a realidade aos sonhos;
Criarei experiências únicas,
E para te fazer feliz, direi que nada mais importa...
Farei o que tiver que fazer,
Mesmo que tenha que tirar essa dor de ti...
Mostrarei coisas que te darão mais vida
Basta vir, confiar...
Agora ria, agarre-se a minha mentira.
Entre nessa dança, obedeça-me!
Deixe fazer da sua mente o meu ateliê
Destinar minha vida a fazer a sua, sentir a sua dor...
...Pisar nos seus sonhos,
Dominar-te sem aviso
Acorrentar-te a mim.
Venha comigo...
Há tempos tenho os olhos em você;
Sei o quanto sofres,
Sinto aquela dor
Acompanhe-me, entre nessa dança...
É só confiar,
E aproveitar a chance...
Transformarei seus dias em noites
E te mostrarei um mundo tão real quanto o seu
Onde para sempre estarás sobre meus olhos...
(Meiares de 2006)
No seu sofrimento,
Na dor;
Prefiro essa vulnerabilidade...
Quando te sentires horrível...
...Pegarei um pouco de confiança mostrando que nada mais importa.
Dar-te-ei um novo rumo;
Entrarei em ti
A embaralhar a realidade aos sonhos;
Criarei experiências únicas,
E para te fazer feliz, direi que nada mais importa...
Farei o que tiver que fazer,
Mesmo que tenha que tirar essa dor de ti...
Mostrarei coisas que te darão mais vida
Basta vir, confiar...
Agora ria, agarre-se a minha mentira.
Entre nessa dança, obedeça-me!
Deixe fazer da sua mente o meu ateliê
Destinar minha vida a fazer a sua, sentir a sua dor...
...Pisar nos seus sonhos,
Dominar-te sem aviso
Acorrentar-te a mim.
Venha comigo...
Há tempos tenho os olhos em você;
Sei o quanto sofres,
Sinto aquela dor
Acompanhe-me, entre nessa dança...
É só confiar,
E aproveitar a chance...
Transformarei seus dias em noites
E te mostrarei um mundo tão real quanto o seu
Onde para sempre estarás sobre meus olhos...
(Meiares de 2006)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Redentor
A cada queda, um desejo...
- Alucina-me,
Persigue-me… -
...O que mais eu posso dizer...
Apago, vou ao inferno e volto todas as noites.
A minha volta as pilhas de corpos mostram a realidade
As cinzas dos impuros ditam meu caminho...
E eu vou mais baixo, rumo ao meu próprio inferno,
- Um reino de luxúria e prazer que guarda a minha vera forma.
Onde os corpos suprimem a luz,
E as cinzas turvam o purpúreo céu que de um diótropo negro transparece a dor. -
Já não há comparação, o salvo em meus olhos, em minha face...
...Por onde corre a marca, do sangue humano, do choro dos anjos.
Uma cicatriz, ofuscada na mascara que uso, nos pensamentos falsos, na verdade não dita...
- E não sou mais a MENTIRA,
Mas uma nova forma de te seduzir.
Convidando-te a morrer em minhas noites,
E assim em meu reino te ter.
Mas não posso te matar, e não posso mais dormir;
Rachara a ilusão,
E já não há palavras para descrever o meu rosto,
MEU DESTINO. -
...E esta será uma nova forma de redenção, nas trevas de um anjo caído em corpo humano,
Criando os alicerces de Sodoma.
(fim de 2005)
- Alucina-me,
Persigue-me… -
...O que mais eu posso dizer...
Apago, vou ao inferno e volto todas as noites.
A minha volta as pilhas de corpos mostram a realidade
As cinzas dos impuros ditam meu caminho...
E eu vou mais baixo, rumo ao meu próprio inferno,
- Um reino de luxúria e prazer que guarda a minha vera forma.
Onde os corpos suprimem a luz,
E as cinzas turvam o purpúreo céu que de um diótropo negro transparece a dor. -
Já não há comparação, o salvo em meus olhos, em minha face...
...Por onde corre a marca, do sangue humano, do choro dos anjos.
Uma cicatriz, ofuscada na mascara que uso, nos pensamentos falsos, na verdade não dita...
- E não sou mais a MENTIRA,
Mas uma nova forma de te seduzir.
Convidando-te a morrer em minhas noites,
E assim em meu reino te ter.
Mas não posso te matar, e não posso mais dormir;
Rachara a ilusão,
E já não há palavras para descrever o meu rosto,
MEU DESTINO. -
...E esta será uma nova forma de redenção, nas trevas de um anjo caído em corpo humano,
Criando os alicerces de Sodoma.
(fim de 2005)
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Apenas um...
Que produções pobres, podres.
Poderes em palavras, investidas em vão.
Calmaria dos tristes, em Londres.
Chorando por uma ambição, uma paixão.
Por isso mantive aqui meu espírito,
Um poeta de um amor desigual, perigoso.
Um sonho livre, nunca escrito,
Possuído, carnalmente, num ato audacioso...
Porem, no fim de tudo você se foi, e apenas um me tornei,
Precisando de amor como nunca na vida.
Consumido numa dor comedida.
Abatido pela dependência que criei...
Mas a água não virou mais vinho
As poesias caíram, os filósofos tremeram...
E nas noites em que virgens gemeram,
Eu já não temia uma vida sem teu carinho.
(Fim de 2006)
Poderes em palavras, investidas em vão.
Calmaria dos tristes, em Londres.
Chorando por uma ambição, uma paixão.
Por isso mantive aqui meu espírito,
Um poeta de um amor desigual, perigoso.
Um sonho livre, nunca escrito,
Possuído, carnalmente, num ato audacioso...
Porem, no fim de tudo você se foi, e apenas um me tornei,
Precisando de amor como nunca na vida.
Consumido numa dor comedida.
Abatido pela dependência que criei...
Mas a água não virou mais vinho
As poesias caíram, os filósofos tremeram...
E nas noites em que virgens gemeram,
Eu já não temia uma vida sem teu carinho.
(Fim de 2006)
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Anjo Negro...
Em minha pele, minha mente...
[Em alma]
...Inflamo sem causa,
Fracassos meus, teus,
Chuva que me torna.
E já não sou...
...Interpreto fronte o caos que criei.
O ponteiro para...
...E queimo... Sem causa, nem combustível...
Minha pele implode...
[Rasga, fere-me]
... Cede lugar ao manto dos anjos, demônios.
- Em minha mente se anuncia que dias serão noites ante um sol negro que virá. -
... Rasteja novamente...
E tudo é mais claro...
Meus sonhos, a chuva de onde me alço,
Tendo o joelho entre as nuvens vejo minha perfeição...
[Mas agora as gotas me ferem a face]
...Revelando minhas magoas;
Marcas na pele, escurecendo minhas asas, correndo em mim.
E para ti restará assistir minha queda, ante o sol negro,
[Com a face esfolada, multiforme]
Onde incendiei minha alma na luz deste sol que passará a existir.
(Fim de 2005)
[Em alma]
...Inflamo sem causa,
Fracassos meus, teus,
Chuva que me torna.
E já não sou...
...Interpreto fronte o caos que criei.
O ponteiro para...
...E queimo... Sem causa, nem combustível...
Minha pele implode...
[Rasga, fere-me]
... Cede lugar ao manto dos anjos, demônios.
- Em minha mente se anuncia que dias serão noites ante um sol negro que virá. -
... Rasteja novamente...
E tudo é mais claro...
Meus sonhos, a chuva de onde me alço,
Tendo o joelho entre as nuvens vejo minha perfeição...
[Mas agora as gotas me ferem a face]
...Revelando minhas magoas;
Marcas na pele, escurecendo minhas asas, correndo em mim.
E para ti restará assistir minha queda, ante o sol negro,
[Com a face esfolada, multiforme]
Onde incendiei minha alma na luz deste sol que passará a existir.
(Fim de 2005)
domingo, 7 de setembro de 2008
Fim, O Outono.
Morte armada
Poder em queda;
Flechas e flâmulas...
Vestígios de mim...
...Intransigentes irregulares...
Poesias inconstantes guiam-me entre seus olhares.
Pulsos e punhos cortados em sangue “luciforme”.
Os AZULEJOS fitam réis pés,
Nus meus, leves, flutuam por si só.
E a vertigem neva a cidade...
Onde agora meu céfalo-pálido desencontra seu reflexo,
Pronando-me ao chão, e novamente o azulejo me fita.
...E minha bruta seiva, manto do meu fim;
Transcorre, marca, assina MEU LIVRO...
...E este será meu adeus, regurgitando meu acido,
Desfixando corpo-espírito, sobre o olhar dos azulejos.
(Início de 2006)
Poder em queda;
Flechas e flâmulas...
Vestígios de mim...
...Intransigentes irregulares...
Poesias inconstantes guiam-me entre seus olhares.
Pulsos e punhos cortados em sangue “luciforme”.
Os AZULEJOS fitam réis pés,
Nus meus, leves, flutuam por si só.
E a vertigem neva a cidade...
Onde agora meu céfalo-pálido desencontra seu reflexo,
Pronando-me ao chão, e novamente o azulejo me fita.
...E minha bruta seiva, manto do meu fim;
Transcorre, marca, assina MEU LIVRO...
...E este será meu adeus, regurgitando meu acido,
Desfixando corpo-espírito, sobre o olhar dos azulejos.
(Início de 2006)
sábado, 6 de setembro de 2008
Servindo-me desta Jarra
Séculos inteiros se passaram
E nenhuma alma mudou a face,
Exceto pela minha.
Deve ser o fato de ter varias pessoas a habitarem em mim,
Regrando-me,
Libertando.
Agora, enquanto procuro a verdade, a razão do ser humano,
Encontro-me entre pedras e espinhos,
E vejo que o mundo é o que merecemos,
Pois a verdade pode ser encarada de várias maneiras, distorcida, e quem liga;
A nossa mente é quem dita tudo.
Como há muito atrás, imagino onde se esconde a verdade, se dentro ou fora de nossas mentes;
No que acredito?
Não vale mais profetizar,
Apenas procuro a realidade,
Pois só o que é real me faz oscilar
LIVRE.
(Início de 2006)
E nenhuma alma mudou a face,
Exceto pela minha.
Deve ser o fato de ter varias pessoas a habitarem em mim,
Regrando-me,
Libertando.
Agora, enquanto procuro a verdade, a razão do ser humano,
Encontro-me entre pedras e espinhos,
E vejo que o mundo é o que merecemos,
Pois a verdade pode ser encarada de várias maneiras, distorcida, e quem liga;
A nossa mente é quem dita tudo.
Como há muito atrás, imagino onde se esconde a verdade, se dentro ou fora de nossas mentes;
No que acredito?
Não vale mais profetizar,
Apenas procuro a realidade,
Pois só o que é real me faz oscilar
LIVRE.
(Início de 2006)
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Culpa e Medo...
Quando a culpa te consome.
Você não pensa, some...
Desfaz-se de uma vida;
Abandona o que NUNCA FOI numa única despedida.
- Constrói-se a partir das sobras de alguém...
...Mas não acreditas em mim, em ninguém -.
Segues SOZINHA, apagando os rastros de quem eras...
Tirando o passado da mente, e assim te degeneras.
E serás como eu, mais um no mundo,
Mas para isto deves esquecer as dores, os prazeres...
Ir ao fundo;
Assim encontraras na noite uma aliada,
Na fantasia, verdade revelada.
Pois de ti as estrelas serão lapidadas na retina.
E a alvorada até nós chegará,
Absolvendo-nos desta chacina de almas.
Que por todas nossas noites abordará...
(2005)
Você não pensa, some...
Desfaz-se de uma vida;
Abandona o que NUNCA FOI numa única despedida.
- Constrói-se a partir das sobras de alguém...
...Mas não acreditas em mim, em ninguém -.
Segues SOZINHA, apagando os rastros de quem eras...
Tirando o passado da mente, e assim te degeneras.
E serás como eu, mais um no mundo,
Mas para isto deves esquecer as dores, os prazeres...
Ir ao fundo;
Assim encontraras na noite uma aliada,
Na fantasia, verdade revelada.
Pois de ti as estrelas serão lapidadas na retina.
E a alvorada até nós chegará,
Absolvendo-nos desta chacina de almas.
Que por todas nossas noites abordará...
(2005)
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Cativo da Vida...
QUERIA
Sair disso tudo, fugir...
...Ir a um lugar, em meio às estrelas,
Onde possa EXISTIR
E seduzir-me...
- Num lago, numa cabana, onde possa fazer minha novela.
Um lugar secreto, ao qual me transporto dessa cela...
Um planeta perfeito, cuja lua banhe o céu em vinho e as nuvens solares venham a me visitar -.
...É um desejo que tenho intimamente,
E por isso queria-te ao meu lado...
- Naquele beijo de cor, num pensamento calado -.
...Um desejo de um amor fervente...
- Pedidos em preces que já não posso mais prestar -.
...Um sonho, um destino, paralelos a verdade...
...Um deus a adorar, uma alma a cativar...
(Metade de 2006).
----------------
Ao som de: Nubian Mindz feat. KJ - Dreaming
via FoxyTunes
Sair disso tudo, fugir...
...Ir a um lugar, em meio às estrelas,
Onde possa EXISTIR
E seduzir-me...
- Num lago, numa cabana, onde possa fazer minha novela.
Um lugar secreto, ao qual me transporto dessa cela...
Um planeta perfeito, cuja lua banhe o céu em vinho e as nuvens solares venham a me visitar -.
...É um desejo que tenho intimamente,
E por isso queria-te ao meu lado...
- Naquele beijo de cor, num pensamento calado -.
...Um desejo de um amor fervente...
- Pedidos em preces que já não posso mais prestar -.
...Um sonho, um destino, paralelos a verdade...
...Um deus a adorar, uma alma a cativar...
(Metade de 2006).
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Ao som de: Nubian Mindz feat. KJ - Dreaming
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Chuva de Novembro...
Desde que me vi aqui,
Os dias já não eram tão claros.
Senti um palpite insano de que este não era meu espaço,
E alienei-me a isto.
Transformei-me na escoria,
Fui do topo ao fundo,
E assim fui perdendo a esperança...
Tornei-me vazio a cada precipitação.
Porem lutei,
Levei os dias insolitamente me desprendendo dos prazeres.
Mas só via mentiras em meio às conquistas que obtinha...
DELICADAS
...
SUAVES,
Mentiras de mundo novo para mim;
UM LABIRINTO DE DOR,
Incerteza...
- Portanto me livrei de tudo,
O que antes era perfeito...
AGORA... Virou,
OBJETO
De contestação. -
...E na segunda chuva me cansei,
Provei da realidade e me feri...
Não pude deixar a sorte de lado e me manter são,
Agarrei meu destino e queimei em cólera,
Soltei os demônios da minha mente.
Assim me vi na fumaça da pistola,
Nos prazeres mundanos,
Mudando de vitima a cada esquina...
...Contudo na terceira chuva petrifiquei,
Tive que ir de novo do topo ao fundo para me conhecer,
E assim vivi; assim cai...
Pulei para fugir de mim,
Do que era,
Do que sou;
Desacelerei o tempo,
Livrando-me das dores deste sonho...
...Para acender meus olhos,
E viver outra vez...
(Início de 2006).
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Ao som de: Nicola Conte Apresenta Rosalia De Souza - Canto De Ossanha
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Os dias já não eram tão claros.
Senti um palpite insano de que este não era meu espaço,
E alienei-me a isto.
Transformei-me na escoria,
Fui do topo ao fundo,
E assim fui perdendo a esperança...
Tornei-me vazio a cada precipitação.
Porem lutei,
Levei os dias insolitamente me desprendendo dos prazeres.
Mas só via mentiras em meio às conquistas que obtinha...
DELICADAS
...
SUAVES,
Mentiras de mundo novo para mim;
UM LABIRINTO DE DOR,
Incerteza...
- Portanto me livrei de tudo,
O que antes era perfeito...
AGORA... Virou,
OBJETO
De contestação. -
...E na segunda chuva me cansei,
Provei da realidade e me feri...
Não pude deixar a sorte de lado e me manter são,
Agarrei meu destino e queimei em cólera,
Soltei os demônios da minha mente.
Assim me vi na fumaça da pistola,
Nos prazeres mundanos,
Mudando de vitima a cada esquina...
...Contudo na terceira chuva petrifiquei,
Tive que ir de novo do topo ao fundo para me conhecer,
E assim vivi; assim cai...
Pulei para fugir de mim,
Do que era,
Do que sou;
Desacelerei o tempo,
Livrando-me das dores deste sonho...
...Para acender meus olhos,
E viver outra vez...
(Início de 2006).
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Ao som de: Nicola Conte Apresenta Rosalia De Souza - Canto De Ossanha
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
No Ferrão...
Não me importa mais se caíres.
Acredito que fiz o que podia
Paguei minhas contas com a minha liberdade
E na vida não tive um ”eu verdadeiro”,
[Cativo do coração...]
Hoje são torturas da minha alma
E a noite detinha o meu respirar.
Pensava que viraria a mesa, se a tivesse ao meu lado,
[Precisava de ti...]
E por mais que eu tentasse sempre acabaria em lágrimas
Doei o máximo de mim, e não encontrei...
Agora diga qual foi meu erro?
A cada dia, caia em contradição;
Desenterrava as dores, e chorava.
Pessoas como você, e como eu, devem ser livres,
LIVRES...
E nada mudaria se apostássemos de novo,
Por mais que das noites em tua cama...
- SINTO,
NOVAMENTE -
...E o meu corpo vira pedra sobre a tua política.
Agora, por mais que penses que vou te levantar...
- As ranhuras na minha vida - [No coração]
... Vejo-te cair,
E não quero isso...
Aquela velha noite na memória
Em uma velha fotografia a tombar do lado de lá.
...Por mais que eu tente, não é assim;
Vejo mais de ti em mim,
Em cada respirar,
Em cada risada...
EM RISADAS DESESPERADAS...
E se hoje me tens em mira...
Tu fazes alvo, os pedaços do meu coração;
Em caem como o vidro do espelho,
Ferido, como os cacos no chão.
FERIDO,
Viajando nessa alta velocidade.
E querendo te deixar pelo caminho...
Como ontem, tu fostes e me deixastes...
...AQUI - Nadando no sangue das minhas lagrimas.
Numa morte certa...
Para uma vida de erros, caída em mármore,
Derrotado, compreendendo...
... Que meu erro és tu.
(Metade de 2005).
----------------
Ao som de: Marc Seales, composer. New Stories. Ernie Watts, saxophone. - "Highway Blues"
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Acredito que fiz o que podia
Paguei minhas contas com a minha liberdade
E na vida não tive um ”eu verdadeiro”,
[Cativo do coração...]
Hoje são torturas da minha alma
E a noite detinha o meu respirar.
Pensava que viraria a mesa, se a tivesse ao meu lado,
[Precisava de ti...]
E por mais que eu tentasse sempre acabaria em lágrimas
Doei o máximo de mim, e não encontrei...
Agora diga qual foi meu erro?
A cada dia, caia em contradição;
Desenterrava as dores, e chorava.
Pessoas como você, e como eu, devem ser livres,
LIVRES...
E nada mudaria se apostássemos de novo,
Por mais que das noites em tua cama...
- SINTO,
NOVAMENTE -
...E o meu corpo vira pedra sobre a tua política.
Agora, por mais que penses que vou te levantar...
- As ranhuras na minha vida - [No coração]
... Vejo-te cair,
E não quero isso...
Aquela velha noite na memória
Em uma velha fotografia a tombar do lado de lá.
...Por mais que eu tente, não é assim;
Vejo mais de ti em mim,
Em cada respirar,
Em cada risada...
EM RISADAS DESESPERADAS...
E se hoje me tens em mira...
Tu fazes alvo, os pedaços do meu coração;
Em caem como o vidro do espelho,
Ferido, como os cacos no chão.
FERIDO,
Viajando nessa alta velocidade.
E querendo te deixar pelo caminho...
Como ontem, tu fostes e me deixastes...
...AQUI - Nadando no sangue das minhas lagrimas.
Numa morte certa...
Para uma vida de erros, caída em mármore,
Derrotado, compreendendo...
... Que meu erro és tu.
(Metade de 2005).
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Ao som de: Marc Seales, composer. New Stories. Ernie Watts, saxophone. - "Highway Blues"
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Cicatrizes...
...Revelarei as sombras na minha face,
[As cicatrizes que carrego]
De lugares os quais me levaram mais baixo,
Onde senti a minha própria extinção,
Onde lutar de nada adiantava...
- Mas o sol não mais flamejará,
Como a um animal selvagem unido a sua prisão eterna,
O mundo se fecha em terror. -
... E quando os meus inimigos vivenciarem a conquista,
Quero apenas que fiques.
Veja TEU FILHO!
E retornarei, e sem pesar,
Regorjearei todo ódio sobre eles...
[Com o mundo nas mãos]
Disseminando minhas sementes,
Purificando a terra...
[E mais perto estarão os sonhos]
...E será meu prazer trazer a racionalidade aos homens,
Derrubar as suas mentiras,
E minhas canções de amor...
(Fim de 2005).
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Ao som de: Nenhum De Nós - Eu Menti
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[As cicatrizes que carrego]
De lugares os quais me levaram mais baixo,
Onde senti a minha própria extinção,
Onde lutar de nada adiantava...
- Mas o sol não mais flamejará,
Como a um animal selvagem unido a sua prisão eterna,
O mundo se fecha em terror. -
... E quando os meus inimigos vivenciarem a conquista,
Quero apenas que fiques.
Veja TEU FILHO!
E retornarei, e sem pesar,
Regorjearei todo ódio sobre eles...
[Com o mundo nas mãos]
Disseminando minhas sementes,
Purificando a terra...
[E mais perto estarão os sonhos]
...E será meu prazer trazer a racionalidade aos homens,
Derrubar as suas mentiras,
E minhas canções de amor...
(Fim de 2005).
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Ao som de: Nenhum De Nós - Eu Menti
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sábado, 30 de agosto de 2008
Meu Batom...
Das minhas palavras nada se fez
Não se enganou a solidão
Pois foram desvarios que joguei aos teus olhos
Sem polimento, ou cor.
Sim, deveria abraçar a camisa de força agora...
Afinal, são as fotografias da minha vida.
Que se moveram nas correntes do meu tempo
Minha estrada suja, ímpia...
E desejo... SAIR DAQUI,
[Procurando libertinagem]
Numa nova rota, onde possa seguir.
Olhar estrelas em colibri
Aplicar-me no asfalto
Na beira mar...
E se os anjos me diziam da perfeição
Já não a via,
E teus papiros sangrados... [Em aflição!]
Nada já me diziam,
E eu assentava em meu post-mortem
Um som,
Meu sacramento...
E minhas palavras jazem em minha sedução,
Pálida, fria.
De um tempo, que o tempo não esquece...
Onde só faltará a eu aprender...
...O SILÊNCIO.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Natalie Cole - Don't Say Goodnight
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Não se enganou a solidão
Pois foram desvarios que joguei aos teus olhos
Sem polimento, ou cor.
Sim, deveria abraçar a camisa de força agora...
Afinal, são as fotografias da minha vida.
Que se moveram nas correntes do meu tempo
Minha estrada suja, ímpia...
E desejo... SAIR DAQUI,
[Procurando libertinagem]
Numa nova rota, onde possa seguir.
Olhar estrelas em colibri
Aplicar-me no asfalto
Na beira mar...
E se os anjos me diziam da perfeição
Já não a via,
E teus papiros sangrados... [Em aflição!]
Nada já me diziam,
E eu assentava em meu post-mortem
Um som,
Meu sacramento...
E minhas palavras jazem em minha sedução,
Pálida, fria.
De um tempo, que o tempo não esquece...
Onde só faltará a eu aprender...
...O SILÊNCIO.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Natalie Cole - Don't Say Goodnight
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Rosas e Espinhos
Só,
- Apenas só -
Percebo-me entre os momentos que não tem mais fim...
[O sol se desfez nas nuvens]
...E até tentei achar uma saída;
Pensei em te trazer de volta pra mim,
Quis nunca te ver partir,
Como em um sonho...
... Você foi tudo pra mim.
Mas quando essa ilusão se desfez;
Vejo que esse sonho...
... Foi o meu medo de acordar;
Sentir-te como rosas e espinhos,
Numa maravilhosa fusão;
Onde amar, é uma fantasia,
E sentimos o mundo por duas faces;
FACES DA MESMA MOEDA...
[A saudade traz aquela dor que se esconde]
...E eu não a sinto;
É como em um sonho,
E se desfez.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Naoki Kenji - Let It Flow
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- Apenas só -
Percebo-me entre os momentos que não tem mais fim...
[O sol se desfez nas nuvens]
...E até tentei achar uma saída;
Pensei em te trazer de volta pra mim,
Quis nunca te ver partir,
Como em um sonho...
... Você foi tudo pra mim.
Mas quando essa ilusão se desfez;
Vejo que esse sonho...
... Foi o meu medo de acordar;
Sentir-te como rosas e espinhos,
Numa maravilhosa fusão;
Onde amar, é uma fantasia,
E sentimos o mundo por duas faces;
FACES DA MESMA MOEDA...
[A saudade traz aquela dor que se esconde]
...E eu não a sinto;
É como em um sonho,
E se desfez.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Naoki Kenji - Let It Flow
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Por Baixo da Pele
Novamente aquele gostinho de rancor em minhas veias,
Um santo em uma guerra de poderes,
E minha posição já não se torna tão definida...
... De um lado espelhos turvos...
- Que em laminas corta meu peito,
Sangra-me a face. -
... Do outro, rubro aglomerado de balas...
- Distantes negras vagam até mim,
Perfuram a carne, laceram a alma.-
... E uma via livre fronte a mim,
E a neblina ecoa da guitarra,
Um solo infernal vem á calar-me.
E acelero, alço vôo,
Sonho; respiro,
Caio em magoas, e decepções.
E aquele ódio se recria,
Deflagra meu ser irradiando áurea nuvem de dor...
Queimando a pele, e em carne...
[Sangro]
...Espelhos, balas,
Atingem-me vitalmente,
Onde o frio da teia, tecida pela morte,
É um corvo surrupiando minha essência...
[Um instante]
...E sufoca-me,
Bate asas, e me carrega nos olhos do sombrio voador...
[Permaneço] - apenas corpo,
Inanimado, sobre o silêncio do cromo.
Sangrando mercúrio, e álcool.
E a guitarra, o ódio, a teia, derrubam-me...
[Petrifico]
...E dos olhos do pássaro,
Recrio-me, num ser perfeito...
- Unindo luz e trevas, em corpo. –
... Um deus em carne viva,
Abrigado pelas asas cujas feições roubou de anjos, demônios...
Exalando ódio, justiça; lutando contra a dor,
Vivendo pela espada...
... Um santo em uma guerra de poderes.
(Fim de 2005).
----------------
Ao som de: Mystikal - Ain't Gonna See Tomorrow
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Um santo em uma guerra de poderes,
E minha posição já não se torna tão definida...
... De um lado espelhos turvos...
- Que em laminas corta meu peito,
Sangra-me a face. -
... Do outro, rubro aglomerado de balas...
- Distantes negras vagam até mim,
Perfuram a carne, laceram a alma.-
... E uma via livre fronte a mim,
E a neblina ecoa da guitarra,
Um solo infernal vem á calar-me.
E acelero, alço vôo,
Sonho; respiro,
Caio em magoas, e decepções.
E aquele ódio se recria,
Deflagra meu ser irradiando áurea nuvem de dor...
Queimando a pele, e em carne...
[Sangro]
...Espelhos, balas,
Atingem-me vitalmente,
Onde o frio da teia, tecida pela morte,
É um corvo surrupiando minha essência...
[Um instante]
...E sufoca-me,
Bate asas, e me carrega nos olhos do sombrio voador...
[Permaneço] - apenas corpo,
Inanimado, sobre o silêncio do cromo.
Sangrando mercúrio, e álcool.
E a guitarra, o ódio, a teia, derrubam-me...
[Petrifico]
...E dos olhos do pássaro,
Recrio-me, num ser perfeito...
- Unindo luz e trevas, em corpo. –
... Um deus em carne viva,
Abrigado pelas asas cujas feições roubou de anjos, demônios...
Exalando ódio, justiça; lutando contra a dor,
Vivendo pela espada...
... Um santo em uma guerra de poderes.
(Fim de 2005).
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Ao som de: Mystikal - Ain't Gonna See Tomorrow
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Essência
Cavaleiros guiados sua vontade
Como o verso da morte nos mais tristes poemas.
Não almejamos por fama e fortuna
Apenas um lugar de paz...
Que paz?
Se soubermos que esquecidos fomos;
Forjados entre drink’s e cigarros,
Nas sombras da loucura humana;
Entre espelhos pisados
E memórias de vidas passadas...
SÃO CRIANÇAS LUTANDO!!!
Morrendo numa guerra que não lhes pertence...
Parece horrível?
Mas não esqueça que já participei disso tudo...
... HERÓIS!
Mas perpetuo,
Há na memória as faces frias no chão...
Corpos dilacerados cujo destino tem uma face apenas.
E como se nada mais importasse...
... HERÓIS!
Digam-me eles então:
_ “Agora vivem onde as suas almas?”
Perdidas no tempo, na razão...
Mas que razão?
Nessa hora que encontro
Sinto minha essência em fim
No fogo e napalm...
E não ligo pra o que façam – (HERÓIS) -
Só quero você essa noite...
Como um último suspiro e nada mais,
Morrendo numa verdade doentia.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Montgomery Gentry - Hillbilly Shoes
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Como o verso da morte nos mais tristes poemas.
Não almejamos por fama e fortuna
Apenas um lugar de paz...
Que paz?
Se soubermos que esquecidos fomos;
Forjados entre drink’s e cigarros,
Nas sombras da loucura humana;
Entre espelhos pisados
E memórias de vidas passadas...
SÃO CRIANÇAS LUTANDO!!!
Morrendo numa guerra que não lhes pertence...
Parece horrível?
Mas não esqueça que já participei disso tudo...
... HERÓIS!
Mas perpetuo,
Há na memória as faces frias no chão...
Corpos dilacerados cujo destino tem uma face apenas.
E como se nada mais importasse...
... HERÓIS!
Digam-me eles então:
_ “Agora vivem onde as suas almas?”
Perdidas no tempo, na razão...
Mas que razão?
Nessa hora que encontro
Sinto minha essência em fim
No fogo e napalm...
E não ligo pra o que façam – (HERÓIS) -
Só quero você essa noite...
Como um último suspiro e nada mais,
Morrendo numa verdade doentia.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Montgomery Gentry - Hillbilly Shoes
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Em tua Essência
Tudo é passado nos últimos suspiros.
Eles ficaram sempre congelados na sua face;
Como um sonho por você,
Uma alma perdida...
...Revivendo os passos do meu coração.
Ninguém aprende com erros.
Eles apenas revivem os passos que bati.
Queria saber onde estavas,
Quando te veria novamente...
E foi assim lentamente, sem te ter, que me perdi...
[Em tua essência pra todo o sempre]
...Nas noites de profecia, nos traços do teu rosto.
ERROS...
Tudo que quis fazer
Somado a tudo que fiz,
Em indesejáveis cicatrizes que não dizem adeus,
Ferem, ficam, duram...
E hoje, meus sentimentos aglomerados,
Atraem-me mais a ti...
[É a razão para uma existência fútil]
...Num medo do momento antes do adeus na tua porta.
Insuportável?
NÃO!
Então, por que te perdi?
Éramos almas no mercado do amor...
E agora desejo reviver os dias que esgotaram antes do tempo...
(Início de 2006).
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Ao som de: Monte La Rue - Turn Off The Light
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Eles ficaram sempre congelados na sua face;
Como um sonho por você,
Uma alma perdida...
...Revivendo os passos do meu coração.
Ninguém aprende com erros.
Eles apenas revivem os passos que bati.
Queria saber onde estavas,
Quando te veria novamente...
E foi assim lentamente, sem te ter, que me perdi...
[Em tua essência pra todo o sempre]
...Nas noites de profecia, nos traços do teu rosto.
ERROS...
Tudo que quis fazer
Somado a tudo que fiz,
Em indesejáveis cicatrizes que não dizem adeus,
Ferem, ficam, duram...
E hoje, meus sentimentos aglomerados,
Atraem-me mais a ti...
[É a razão para uma existência fútil]
...Num medo do momento antes do adeus na tua porta.
Insuportável?
NÃO!
Então, por que te perdi?
Éramos almas no mercado do amor...
E agora desejo reviver os dias que esgotaram antes do tempo...
(Início de 2006).
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Ao som de: Monte La Rue - Turn Off The Light
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Minha Ilusão...
Escute-me, de que vale a vida nestes tempos de medo?
Não sou nenhum herói,
Nem ao menos politicamente correto...
Apenas peço que NOTE as pessoas matando,
Morrendo...
Você se machuca, e ninguém liga...
[Deus não liga]
Mas assim você segue, todos seguem.
Você sonha, geme,
E ainda não compreende o modo como às coisas passam pela sua mente.
- Você chora, como todo mundo.
E sozinha, se extingui...
Cai na minha ilusão. –
Seus desejos, paralelos a paixão,
Acendendo a cada minuto...
...Por isso sonhe, grite, vire-se ao avesso.
Mas mantenha-se longe...
Sinta-se grotesco de vez em quando;
Um pouco idiota; perdido.
...Mas tente ser normal por um tempo.
Se não os seus desejos ainda persistirão após a minha partida;
E quando você tentar desistir,
A culpa será sua,
Não posso ser seu...
E assim caiarás ao fogo toda noite,
...Lágrimas e mortos.
Mas lembre, não sou o senhor “politicamente correto”;
Apenas protejo você em mim...
(Metade de 2006).
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Ao som de: Mono Deluxe - Back In Rio
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Não sou nenhum herói,
Nem ao menos politicamente correto...
Apenas peço que NOTE as pessoas matando,
Morrendo...
Você se machuca, e ninguém liga...
[Deus não liga]
Mas assim você segue, todos seguem.
Você sonha, geme,
E ainda não compreende o modo como às coisas passam pela sua mente.
- Você chora, como todo mundo.
E sozinha, se extingui...
Cai na minha ilusão. –
Seus desejos, paralelos a paixão,
Acendendo a cada minuto...
...Por isso sonhe, grite, vire-se ao avesso.
Mas mantenha-se longe...
Sinta-se grotesco de vez em quando;
Um pouco idiota; perdido.
...Mas tente ser normal por um tempo.
Se não os seus desejos ainda persistirão após a minha partida;
E quando você tentar desistir,
A culpa será sua,
Não posso ser seu...
E assim caiarás ao fogo toda noite,
...Lágrimas e mortos.
Mas lembre, não sou o senhor “politicamente correto”;
Apenas protejo você em mim...
(Metade de 2006).
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Ao som de: Mono Deluxe - Back In Rio
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domingo, 24 de agosto de 2008
E Tudo Sera Teu
Venho a muito andando por aqui...
Administrando com caos e discórdia o solo que vi criar,
Uma cobra entre maçãs.
Caminhando entre soberanos e reis...
A luz unida à escuridão,
Reivindicando essa terra em meu nome.
E não precisa ter muito fascínio para me conhecer,
Joguei xadrez com Jesus,
E nas vezes que ele me negou não cri,
Afinal vim para corromper os homens...
Mas isso é apenas um começo,
Quero roubar a sua inocência,
Tornar-te um criminoso,
Um servo...
E enquanto rodeei por aqui, fiz algumas mudanças.
Detetizei judeus em nuvens de ira,
Disseminei a negra peste,
Criei crianças nucleares,
Mas nunca deixei as balas pararem.
Apresentei a escravidão do povo de Abraão,
Aos filhos da mãe negra...
Agora por que tu não sentas aqui e vamos negociar
Não há preço tão alto que não possa pagar.
Posso te fazer czar ou um imortal,
Uma caridade minha, por um preço justo.
Pois cheguei a tanto,
E já não posso parar...
Então me abrace,
Pois virei na sua perdição,
Uma mão de apoio,
Minha doce ajuda.
Em troca namores meu nome, e selaras seu destino.
E não importa o que te digam.
O mal pode criar o bem...
Agora me siga assim, sem duvidas,
Pura e cegamente,
Para idolatrar-me
Sangrar por mim na revolução que precedera um novo governo,
Pois almejo o cargo dele há tanto tempo que nem mais sei.
E pra cada pessoa que ele salvou eu o desprovi de três
Mas por enquanto pegue um charuto e aproveite,
Pois isso só acaba quando eu mandar...
Sou filho da luz imaculada,
Eterna estrela da manhã...
Sou a serpente, uma cobra entre maçãs.
(início de 2005).
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Ao som de: Moizés Santana - Bala Com Bala
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Administrando com caos e discórdia o solo que vi criar,
Uma cobra entre maçãs.
Caminhando entre soberanos e reis...
A luz unida à escuridão,
Reivindicando essa terra em meu nome.
E não precisa ter muito fascínio para me conhecer,
Joguei xadrez com Jesus,
E nas vezes que ele me negou não cri,
Afinal vim para corromper os homens...
Mas isso é apenas um começo,
Quero roubar a sua inocência,
Tornar-te um criminoso,
Um servo...
E enquanto rodeei por aqui, fiz algumas mudanças.
Detetizei judeus em nuvens de ira,
Disseminei a negra peste,
Criei crianças nucleares,
Mas nunca deixei as balas pararem.
Apresentei a escravidão do povo de Abraão,
Aos filhos da mãe negra...
Agora por que tu não sentas aqui e vamos negociar
Não há preço tão alto que não possa pagar.
Posso te fazer czar ou um imortal,
Uma caridade minha, por um preço justo.
Pois cheguei a tanto,
E já não posso parar...
Então me abrace,
Pois virei na sua perdição,
Uma mão de apoio,
Minha doce ajuda.
Em troca namores meu nome, e selaras seu destino.
E não importa o que te digam.
O mal pode criar o bem...
Agora me siga assim, sem duvidas,
Pura e cegamente,
Para idolatrar-me
Sangrar por mim na revolução que precedera um novo governo,
Pois almejo o cargo dele há tanto tempo que nem mais sei.
E pra cada pessoa que ele salvou eu o desprovi de três
Mas por enquanto pegue um charuto e aproveite,
Pois isso só acaba quando eu mandar...
Sou filho da luz imaculada,
Eterna estrela da manhã...
Sou a serpente, uma cobra entre maçãs.
(início de 2005).
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Ao som de: Moizés Santana - Bala Com Bala
via FoxyTunes
sábado, 23 de agosto de 2008
Manhãs de Segunda
Esta noite,
Enquanto nos vemos juntos,
LIVRES.
As coisas que dizes,
Nas púrpuras que saem dos teus olhos;
Trazem-me ao tudo, ao nada...
Eu sei que nunca vou ter outra como tu
Você tem a verdade...
Sei que posso estar cego, mas que seja por ti.
Queria você fazendo o tempo desaparecer em uma noite de setembro;
Nas noites sem sono, noites sem lua,
Na escravidão de uma paixão...
Há liberdade que não me foi dada na primeira luz dum sol.
...Numa musica nunca tocada.
E mais nada precisa ter sentido ou lógica.
E os segredos dos teus olhos,
Revelam-se para os anjos;
Fixando a perfeição,
Voltando as coisas que quero,
PRECISO...
Numa noite de setembro,
Nos caminhos da vida,
Numa voz lutando contra o silencio do coração...
Desaparecendo no teu milagre.
...Vagando pelo sorriso,
Num momento que procurei viver...
Porem hoje algo mude.
...Não digo que tem que ser assim.
Os teus olhos dizem,
E as lágrimas demonstram a maneira como te sentes sobre isso...
Talvez se as coisas mudassem hoje podia ser um dia como os outros.
Um túnel de maravilhas que oscilam com as cores,
Um túnel pra nos salvar daquela dor das manhãs de segunda...
Pra nos fazer voar,
Viver, não sonhar.
Crescer e existir
Copular, e cantar.
Nada que digo tem uma razão,
Sentido – Só deve ser claro,
Sereno.
Como a faca que fere a carne,
As palavras que transformam o amor,
E a droga que dá a vida, nos leves toques de adeus, nas noites de domingo...
(2006).
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Ao som de: Mississippi John Hurt - Since I've Laid My Burden Down
via FoxyTunes
Enquanto nos vemos juntos,
LIVRES.
As coisas que dizes,
Nas púrpuras que saem dos teus olhos;
Trazem-me ao tudo, ao nada...
Eu sei que nunca vou ter outra como tu
Você tem a verdade...
Sei que posso estar cego, mas que seja por ti.
Queria você fazendo o tempo desaparecer em uma noite de setembro;
Nas noites sem sono, noites sem lua,
Na escravidão de uma paixão...
Há liberdade que não me foi dada na primeira luz dum sol.
...Numa musica nunca tocada.
E mais nada precisa ter sentido ou lógica.
E os segredos dos teus olhos,
Revelam-se para os anjos;
Fixando a perfeição,
Voltando as coisas que quero,
PRECISO...
Numa noite de setembro,
Nos caminhos da vida,
Numa voz lutando contra o silencio do coração...
Desaparecendo no teu milagre.
...Vagando pelo sorriso,
Num momento que procurei viver...
Porem hoje algo mude.
...Não digo que tem que ser assim.
Os teus olhos dizem,
E as lágrimas demonstram a maneira como te sentes sobre isso...
Talvez se as coisas mudassem hoje podia ser um dia como os outros.
Um túnel de maravilhas que oscilam com as cores,
Um túnel pra nos salvar daquela dor das manhãs de segunda...
Pra nos fazer voar,
Viver, não sonhar.
Crescer e existir
Copular, e cantar.
Nada que digo tem uma razão,
Sentido – Só deve ser claro,
Sereno.
Como a faca que fere a carne,
As palavras que transformam o amor,
E a droga que dá a vida, nos leves toques de adeus, nas noites de domingo...
(2006).
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Ao som de: Mississippi John Hurt - Since I've Laid My Burden Down
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008
O Poeta e a Ilusionista...
Faça-me sentir;
Perdido novamente,
Talvez, inocentemente procurando por algo que me arruinou...
...Mas se quer me lembro o que!
CONFUSO;
Como um andarilho...
...Sem destino,
Lançado ao mundo.
SOZINHO;
Abraçado pela escuridão na qual me difundi...
...Sofrendo em silencio,
Pela dor cujas feridas já não sangram mais.
Santuários e vilas,
IGREJAS;
Tudo já não tem mais sentido
E meus pedaços jazerem no chão...
Ontem as noites eram infindáveis,
E o fundo era mais fundo;
Minha alma já não se assentava em mim...
Sentia algo – Talvez alguém.
...E tentei não me render aos artifícios do momento.
Mas não pude cerrar os olhos;
E a cada segundo que fitava...
Inspirava-me mais – Recuperava-me.
...Depois de tanto padecer em silencio.
Não sei o que houve;
Mas um único momento
Configurou-me pra vida.
E agora quando a sinto próxima,
Imagino – Sonho!
Perco-me pela vida toda!
E a cada vez que você chega até mim...
Toda vez que fecho os olhos...
Tenho você ao meu lado;
Em meus braços...
Até o fim dos tempos.
Embora sabendo que é só sonho
Entra em mim
E o tempo para,
Ocupa-me a mente...
Sem aviso - Domina-me.
...Faz-me em pedaços,
Para me trazer a vida outra vez...
E me mostrar que o amor também pode ser uma fraca ilusão.
(2006).
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Ao som de: Minimatic feat. Juilette P. - Take On Me
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Perdido novamente,
Talvez, inocentemente procurando por algo que me arruinou...
...Mas se quer me lembro o que!
CONFUSO;
Como um andarilho...
...Sem destino,
Lançado ao mundo.
SOZINHO;
Abraçado pela escuridão na qual me difundi...
...Sofrendo em silencio,
Pela dor cujas feridas já não sangram mais.
Santuários e vilas,
IGREJAS;
Tudo já não tem mais sentido
E meus pedaços jazerem no chão...
Ontem as noites eram infindáveis,
E o fundo era mais fundo;
Minha alma já não se assentava em mim...
Sentia algo – Talvez alguém.
...E tentei não me render aos artifícios do momento.
Mas não pude cerrar os olhos;
E a cada segundo que fitava...
Inspirava-me mais – Recuperava-me.
...Depois de tanto padecer em silencio.
Não sei o que houve;
Mas um único momento
Configurou-me pra vida.
E agora quando a sinto próxima,
Imagino – Sonho!
Perco-me pela vida toda!
E a cada vez que você chega até mim...
Toda vez que fecho os olhos...
Tenho você ao meu lado;
Em meus braços...
Até o fim dos tempos.
Embora sabendo que é só sonho
Entra em mim
E o tempo para,
Ocupa-me a mente...
Sem aviso - Domina-me.
...Faz-me em pedaços,
Para me trazer a vida outra vez...
E me mostrar que o amor também pode ser uma fraca ilusão.
(2006).
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Ao som de: Minimatic feat. Juilette P. - Take On Me
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Juizo Final
Guerras,
Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Mil - How You Want It
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Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Mil - How You Want It
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Soneto a Shakespiere
Como uma rosa havia por derrubar-se.
Fora sepultado em seu próprio aroma e prazer,
Via-se murcha em pétalas e poemas por criar-se;
Como sóbrio e bêbado ao luar, mais uma alma morta que pouco conhecera o viver.
E nos conformes à lua desta rosa fugia...
Abria espaço à solidão que a reservaria um sepulcro escuro,
E este a ele confundia.
Nos arrependimentos e movimentos de um anjo puro.
E as pedras estavam a cercar,
Pois era uma dentre tantas “Julietas” entre terra, mar e céu.
E as pedras cálices do veneno a desvairar.
Pois ele, o poeta bucólico, o anjo de alento de uma dama e a calma de seu véu.
Criara um ato para si só...
Onde empunhara as dores de um mundo
E as cravara fundo, sem compaixão ou dó.
Para serem julgados no solo sagrado dos atores,
Onde ela eternamente seria a rosa, das brigas e dores,
E era também a morte de um coração,
Era a morte, por ressonar sua canção...
(Finalizada em 10.12.2006 às 00h08min).
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Ao som de: Paulina Rubio - Nena - (with Paulina Rubio)
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Fora sepultado em seu próprio aroma e prazer,
Via-se murcha em pétalas e poemas por criar-se;
Como sóbrio e bêbado ao luar, mais uma alma morta que pouco conhecera o viver.
E nos conformes à lua desta rosa fugia...
Abria espaço à solidão que a reservaria um sepulcro escuro,
E este a ele confundia.
Nos arrependimentos e movimentos de um anjo puro.
E as pedras estavam a cercar,
Pois era uma dentre tantas “Julietas” entre terra, mar e céu.
E as pedras cálices do veneno a desvairar.
Pois ele, o poeta bucólico, o anjo de alento de uma dama e a calma de seu véu.
Criara um ato para si só...
Onde empunhara as dores de um mundo
E as cravara fundo, sem compaixão ou dó.
Para serem julgados no solo sagrado dos atores,
Onde ela eternamente seria a rosa, das brigas e dores,
E era também a morte de um coração,
Era a morte, por ressonar sua canção...
(Finalizada em 10.12.2006 às 00h08min).
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Ao som de: Paulina Rubio - Nena - (with Paulina Rubio)
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
Voz Ativa!
Feche os teus olhos para me seguir...
[Segure minha mão].
...Mas nunca esqueça de seguir a minha voz;
Pois as mentiras que canto buscam a paz mundial.
Mas não trazem paz nem nas ruas.
_ Consegues ouvir a minha voz?
Pois ela vai tirar tudo de ti.
Mas encare isso sorrindo,
Pois não importa se é preto ou branco,
Cada um de nos tem uma historia pra contar...
...Agora me diga a sua.
E vou lhe falar algo que nunca esqueceras,
Uma viagem tão doce que te fará sangrar.
E cada palavra que sair de mim,
Estarás um pouco mais longe de casa...
Já não adianta se esconder na noite,
Ouça nossos passos,
[Estamos por ai]
Carregando o inferno,
Invadindo sua mente em nicotina,
Para nunca mais te sentires em casa novamente...
_ É para isso que servem os exércitos do inferno!
...E não se preocupe,
Apertarás a mão do “Príncipe”,
Enquanto tiraremos o seu tempo.
Levando-te a algum lugar...
À lugar algum.
Afastando-te do chão,
Enquanto abraças a minha voz...
(Início de 2006)
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Ao som de: Rolling Stones - Blinded By Rainbows
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[Segure minha mão].
...Mas nunca esqueça de seguir a minha voz;
Pois as mentiras que canto buscam a paz mundial.
Mas não trazem paz nem nas ruas.
_ Consegues ouvir a minha voz?
Pois ela vai tirar tudo de ti.
Mas encare isso sorrindo,
Pois não importa se é preto ou branco,
Cada um de nos tem uma historia pra contar...
...Agora me diga a sua.
E vou lhe falar algo que nunca esqueceras,
Uma viagem tão doce que te fará sangrar.
E cada palavra que sair de mim,
Estarás um pouco mais longe de casa...
Já não adianta se esconder na noite,
Ouça nossos passos,
[Estamos por ai]
Carregando o inferno,
Invadindo sua mente em nicotina,
Para nunca mais te sentires em casa novamente...
_ É para isso que servem os exércitos do inferno!
...E não se preocupe,
Apertarás a mão do “Príncipe”,
Enquanto tiraremos o seu tempo.
Levando-te a algum lugar...
À lugar algum.
Afastando-te do chão,
Enquanto abraças a minha voz...
(Início de 2006)
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Ao som de: Rolling Stones - Blinded By Rainbows
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Presente Passado
Olhe as estrelas;
As pessoas passando.
Veja a realidade te ferindo
CURANDO...
Procure pelo que precisas.
Suba as montanhas,
CAMINHE sobre os mares.
E nada mais importa;
O amor;
A solidão,
Teu tempo fazendo presente
O passado...
E...
Nós...
Reaprendemos a amar?
Deixe que o tempo cure sua alma
Seu coração.
Acabe com os medos,
A solidão...
E nós?
Sim, reaprenderemos a amar!
(Fim de 2006)
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Ao som de: The Righteous Brothers - You've Lost That Lovin' Feelin
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As pessoas passando.
Veja a realidade te ferindo
CURANDO...
Procure pelo que precisas.
Suba as montanhas,
CAMINHE sobre os mares.
E nada mais importa;
O amor;
A solidão,
Teu tempo fazendo presente
O passado...
E...
Nós...
Reaprendemos a amar?
Deixe que o tempo cure sua alma
Seu coração.
Acabe com os medos,
A solidão...
E nós?
Sim, reaprenderemos a amar!
(Fim de 2006)
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Ao som de: The Righteous Brothers - You've Lost That Lovin' Feelin
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domingo, 17 de agosto de 2008
Monólogo ao Universo
Esta noite te sentia ao meu lado na cama;
Sabia que não era real, e ignorava...
- Perguntavam-me por que as estrelas não nos iluminavam esta noite. -
...As vibrações do meu corpo irradiam-me na noite,
Em pulsantes cores que contemplam a criação.
Um universo envolto num lenço de novocaína
Antes do principio e após o fim.
- Unindo as peças onde toda a luz é escuridão -
E se todas as vozes e sons forem...
...Uma perversa religião;
Que levam a noite ao selvagem,
E meu corpo ao limite vinte quatro horas a fio...
- E perguntas-me: “Por que as estrelas não nos iluminam esta noite?” -
... E se houvesse um único desejo,
Um mandamento.
Libertar-nos-íamos nas luzes destes sóis
Ecoando em plasma e vivacidade nas lágrimas de um cego.
... E queimaríamos sem tristezas no mercúrio
Fundidos...
Numa perversa religião;
Que seca a seiva bruta;
E faz minha respiração aguçar a alma pelo espaço entre nós.
E nada poderia separar a nós,
Estaríamos unidos em energia e matéria;
Somos dois sóis fundindo-se na noite do universo
Entre o principio e o fim...
Em nossa perversa religião.
- E eu poderia responder: “Se as estrelas não nos iluminam essa noite nada demais, pois ainda a tenho aqui...” -.
(Metade de 2006).
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Ao som de: The New Mastersounds feat. Corinne Bailey Rae - Your Love Is Mine
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Sabia que não era real, e ignorava...
- Perguntavam-me por que as estrelas não nos iluminavam esta noite. -
...As vibrações do meu corpo irradiam-me na noite,
Em pulsantes cores que contemplam a criação.
Um universo envolto num lenço de novocaína
Antes do principio e após o fim.
- Unindo as peças onde toda a luz é escuridão -
E se todas as vozes e sons forem...
...Uma perversa religião;
Que levam a noite ao selvagem,
E meu corpo ao limite vinte quatro horas a fio...
- E perguntas-me: “Por que as estrelas não nos iluminam esta noite?” -
... E se houvesse um único desejo,
Um mandamento.
Libertar-nos-íamos nas luzes destes sóis
Ecoando em plasma e vivacidade nas lágrimas de um cego.
... E queimaríamos sem tristezas no mercúrio
Fundidos...
Numa perversa religião;
Que seca a seiva bruta;
E faz minha respiração aguçar a alma pelo espaço entre nós.
E nada poderia separar a nós,
Estaríamos unidos em energia e matéria;
Somos dois sóis fundindo-se na noite do universo
Entre o principio e o fim...
Em nossa perversa religião.
- E eu poderia responder: “Se as estrelas não nos iluminam essa noite nada demais, pois ainda a tenho aqui...” -.
(Metade de 2006).
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Ao som de: The New Mastersounds feat. Corinne Bailey Rae - Your Love Is Mine
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sábado, 16 de agosto de 2008
Da Queda do Homem...
O homem caminha carregando a marca em seus pés.
Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(Em 2006).
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Ao som de: James Gang - Funk #49
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Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(Em 2006).
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Ao som de: James Gang - Funk #49
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Pálido Semblante
Meu corpo, minha pele,
[Pálida forma]
Uma névoa na escuridão por onde sigo.
O mundo se tornara uma sedução.
Creio nisso até onde os olhos alçam,
E seu mundo ganhou uma razão...
Meus olhos,
Provocantes, insinuantes, induzem-te a pecar,
Induzem-te a ser minha.
E meus lábios agora escondem meu veneno,
Que soa conforme o vento,
Lacera a carne, e te salva.
Por isso, não tenha medo,
Aceite o teu destino...
...Una-se a mim neste momento em que te carrego nos braços,
Desisto da forma humana da minha face e te mostro um caminho mais verdadeiro.
Na ponta dos meus caninos,
No teu sangue, no respirar.
Para te fazer viver, te matar...
(Meio de 2005)
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Ao som de: The Cranberries - Ridiculous Thoughts
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[Pálida forma]
Uma névoa na escuridão por onde sigo.
O mundo se tornara uma sedução.
Creio nisso até onde os olhos alçam,
E seu mundo ganhou uma razão...
Meus olhos,
Provocantes, insinuantes, induzem-te a pecar,
Induzem-te a ser minha.
E meus lábios agora escondem meu veneno,
Que soa conforme o vento,
Lacera a carne, e te salva.
Por isso, não tenha medo,
Aceite o teu destino...
...Una-se a mim neste momento em que te carrego nos braços,
Desisto da forma humana da minha face e te mostro um caminho mais verdadeiro.
Na ponta dos meus caninos,
No teu sangue, no respirar.
Para te fazer viver, te matar...
(Meio de 2005)
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Ao som de: The Cranberries - Ridiculous Thoughts
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Sangue Pecado...
Viestes como grande maré, aflição.
Invadindo-me levou o que restava de mim...
Mente; alma, coração...
Não entendi o teu ponto de vista, você cometeu todos os erros e os jogou em minha face.
Derrubou-me num único sopro de dor – um inevitável impasse...
Mas neblina me afastou de ti, e cristais de quartzo turvaram meu olhar.
- ESCURIDÃO -
Minha vida se esgotava, e eu a deixava ir...
... Não pude ao amor sustentar.
Criei algo irreal, que cruzou a linha e saiu da minha mente;
Num sentimento incrível, uma força, liberdade e dor adjacente.
E não havia mais o que temer...
... Já fora à tarde e me tornara melhor nos meus prantos. Mantendo o olhar ao alto, sem medo do meu alvorecer.
Agindo... Pois a vida não foi feita para pensar duas vezes, e pensar o encadeia ao passado;
De onde não adianta tentar fugir, pois estás ateado ao teu fado.
E ninguém mais sangrará por ti, pondo fim ao vosso pecado...
(2006)
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Ao som de: V.A. - Far From In Love - Chill Out
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Invadindo-me levou o que restava de mim...
Mente; alma, coração...
Não entendi o teu ponto de vista, você cometeu todos os erros e os jogou em minha face.
Derrubou-me num único sopro de dor – um inevitável impasse...
Mas neblina me afastou de ti, e cristais de quartzo turvaram meu olhar.
- ESCURIDÃO -
Minha vida se esgotava, e eu a deixava ir...
... Não pude ao amor sustentar.
Criei algo irreal, que cruzou a linha e saiu da minha mente;
Num sentimento incrível, uma força, liberdade e dor adjacente.
E não havia mais o que temer...
... Já fora à tarde e me tornara melhor nos meus prantos. Mantendo o olhar ao alto, sem medo do meu alvorecer.
Agindo... Pois a vida não foi feita para pensar duas vezes, e pensar o encadeia ao passado;
De onde não adianta tentar fugir, pois estás ateado ao teu fado.
E ninguém mais sangrará por ti, pondo fim ao vosso pecado...
(2006)
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Ao som de: V.A. - Far From In Love - Chill Out
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Abertura 1812.
Em chamas vi-te, e subestimei.
Continuei flutuando dentre as clavas de sol,
Num urro único ecoei na nevada cidade sobre os olhares da águia;
A mim tudo turva,
A maquina azul aos cantos de “Marseille” é cárcere dos mortos,
As cordas ferem o arco e senti o invencível escorrendo dentre baionetas áureo-brancas.
A queda do imperador,
A neve é o sepulcro dum tumor azul-magenta...
Uma salva! E nada mais de flâmulas,
A águia se desprende do céu, arromba-se o chumbo na carne...
Uma salva! Leva as armas ao chão,
Atônito, me vejo surdo em meio ao caos onde pinga a mim as veias de um povo...
Uma salva para um imperador deposto,
Pois ontem os badalos justificaram meus fins...
Um para Elba, e outro para Helena.
Assim, vivi e renasci...
(Em limiáres de 2006)
Escute “Abertura 1812 de Pyotr Ilyich Tchaikovsky”,
E então compreenderás o que escrevi...
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Ao som de: The Strokes - Reptilia
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Continuei flutuando dentre as clavas de sol,
Num urro único ecoei na nevada cidade sobre os olhares da águia;
A mim tudo turva,
A maquina azul aos cantos de “Marseille” é cárcere dos mortos,
As cordas ferem o arco e senti o invencível escorrendo dentre baionetas áureo-brancas.
A queda do imperador,
A neve é o sepulcro dum tumor azul-magenta...
Uma salva! E nada mais de flâmulas,
A águia se desprende do céu, arromba-se o chumbo na carne...
Uma salva! Leva as armas ao chão,
Atônito, me vejo surdo em meio ao caos onde pinga a mim as veias de um povo...
Uma salva para um imperador deposto,
Pois ontem os badalos justificaram meus fins...
Um para Elba, e outro para Helena.
Assim, vivi e renasci...
(Em limiáres de 2006)
Escute “Abertura 1812 de Pyotr Ilyich Tchaikovsky”,
E então compreenderás o que escrevi...
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Ao som de: The Strokes - Reptilia
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
Juízo Final
Guerras,
Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Tiziano Ferro - 01 - Centoundici
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Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Tiziano Ferro - 01 - Centoundici
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Cápsulas Carmesins...
No começo meu olhar te segue,
Um olhar incerto na multidão
Aproximo-me como se fosse algo novo,
Com um pensamento meio desregrado, memórias confusas...
- Deixo que tu ouças meus passos como traços de confiança -
Vira-te, pura, inocente.
Cicio palavras,
Que saem de minha boca percorrendo teu corpo,
Transparecendo na tua alma,
Coração,
Como se te guiassem para casa, no momento em que mais sentes perdida.
...Aos poucos a multidão já não existe,
Ao tempo que a cidade fixa-se longe agora
Mas não importa, ainda assim somos melhores que eles.
E o silenciador sussurra como um SUSPIRO,
[A bala surra, rasga, fere]
Fazendo-te morta, segundos após te abraçar,
Tomar tua confiança...
...Dizer que TE AMO.
Ainda te mantenho em meus braços até o fim
E serenamente te vejo num adeus profundo, contido...
A tua pele não soa mais tão quente,
[E já nem sei por onde começamos]
Os lábios já não me agradam mais, e não sinto mais teus seios se movendo.
E o fato deu estar ali parado vendo teus olhos apagarem num ultimo jorrar em sangue,
Uma ultima chance sentir o tom da tua voz, sentindo-me em casa novamente...
- É um duro modo de dizer adeus -
...Até então não te ter mais, minha musa de pecado de um céu carmesim...
(2006)
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Ao som de: In Extremo - Küss mich
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Um olhar incerto na multidão
Aproximo-me como se fosse algo novo,
Com um pensamento meio desregrado, memórias confusas...
- Deixo que tu ouças meus passos como traços de confiança -
Vira-te, pura, inocente.
Cicio palavras,
Que saem de minha boca percorrendo teu corpo,
Transparecendo na tua alma,
Coração,
Como se te guiassem para casa, no momento em que mais sentes perdida.
...Aos poucos a multidão já não existe,
Ao tempo que a cidade fixa-se longe agora
Mas não importa, ainda assim somos melhores que eles.
E o silenciador sussurra como um SUSPIRO,
[A bala surra, rasga, fere]
Fazendo-te morta, segundos após te abraçar,
Tomar tua confiança...
...Dizer que TE AMO.
Ainda te mantenho em meus braços até o fim
E serenamente te vejo num adeus profundo, contido...
A tua pele não soa mais tão quente,
[E já nem sei por onde começamos]
Os lábios já não me agradam mais, e não sinto mais teus seios se movendo.
E o fato deu estar ali parado vendo teus olhos apagarem num ultimo jorrar em sangue,
Uma ultima chance sentir o tom da tua voz, sentindo-me em casa novamente...
- É um duro modo de dizer adeus -
...Até então não te ter mais, minha musa de pecado de um céu carmesim...
(2006)
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Ao som de: In Extremo - Küss mich
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domingo, 10 de agosto de 2008
Minha Musica...*
Sinceramente, fico pasmo.
Estou sempre à procura de um amor completo,
Uma pessoa especial;
Diferente,
Onde encontre além de forma, conteúdo.
Mas no final de tudo,
Não me arrependo;
Ao menos penso em voltar atrás.
Parece loucura?
[Eu sei]
...E talvez seja.
Mas a vida é uma canção de amor,
E agora preciso do seu amor;
Depois FODA-SE...
Por isso abuse;
USE-ME como uma roupa.
...Depois,
FODA-ME
E após isso tudo,
Eu estarei petrificado.
Não sou forte...
[Ninguém é]
...Nem digno do seu amor.
Por isso ficaria louco
Perdido,
Um tolo,
Mas eu não pararia nesse momento,
Muito menos, me arrependeria dele.
Levantaria,
Suportaria,
E trilharia o meu caminho com outros olhos;
Sem aquele olhar critico das coisas;
Não teria mais aquele medo do mundo.
Que pensamento mais doce...
- E eu tenho a mim mesmo agora -
...O amor é um sentimento doce.
Baby você pode me amar e então,
ESQUECER-ME,
E não importará o que eu diga,
Ou faça,
Nada mudará...
...Pois ainda procuro,
Um amor supremo,
Que me traga mais vida,
Prazer,
E DOR.
A vida sempre será uma canção de amor.
(Início de Março de 2005)
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Ao som de: Gotan Project - Queremos Paz
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Estou sempre à procura de um amor completo,
Uma pessoa especial;
Diferente,
Onde encontre além de forma, conteúdo.
Mas no final de tudo,
Não me arrependo;
Ao menos penso em voltar atrás.
Parece loucura?
[Eu sei]
...E talvez seja.
Mas a vida é uma canção de amor,
E agora preciso do seu amor;
Depois FODA-SE...
Por isso abuse;
USE-ME como uma roupa.
...Depois,
FODA-ME
E após isso tudo,
Eu estarei petrificado.
Não sou forte...
[Ninguém é]
...Nem digno do seu amor.
Por isso ficaria louco
Perdido,
Um tolo,
Mas eu não pararia nesse momento,
Muito menos, me arrependeria dele.
Levantaria,
Suportaria,
E trilharia o meu caminho com outros olhos;
Sem aquele olhar critico das coisas;
Não teria mais aquele medo do mundo.
Que pensamento mais doce...
- E eu tenho a mim mesmo agora -
...O amor é um sentimento doce.
Baby você pode me amar e então,
ESQUECER-ME,
E não importará o que eu diga,
Ou faça,
Nada mudará...
...Pois ainda procuro,
Um amor supremo,
Que me traga mais vida,
Prazer,
E DOR.
A vida sempre será uma canção de amor.
(Início de Março de 2005)
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Ao som de: Gotan Project - Queremos Paz
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sábado, 9 de agosto de 2008
Sou...
O sonho desmorona...
E eu não pude me manter distante.
[Machuquei-me por ter confiado demais em você]
Joguei com o orgulho, despedacei a minha vida?
Esqueci no que me tornara...
Da maneira que me forjaram; voltei...
Num caráter que destrói tudo por dentro.
...Tornei-me solidão,
Um tanto mais seguro, ponderado.
Aprendi a te odiar e amar,
Como dois lados irmãos.
Escutei aquela a minha voz...
Em fantasmas do meu passado.
...Era pura e tentadora.
E fluía em meu corpo,
Induzindo-me a pecados,
Correndo em sangue.
Esqueci as memórias, mudei...
Criei fantasias em alma plena
Ilusões cínicas da imortalidade,
As quais não vinham por remorso...
E por mais que tentasse afastar isso da minha mente,
Imagens se repetiam em meus olhos,
Numa paranóia de respostas claras em uma mente entorpecida de escuridão.
Fiz do ódio amor, do amor, sangue.
E isto custou nossas vidas,
Num frenesi intenso...
[Um jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia]
...Fiz-me cair,
Sofrer por saber que não te teria mais.
Acreditando que um dia eu iria...
E o que faço?
Mostro o tudo, os dois lados de uma moeda...
Mas essa noite; enquanto te toco; sinto, amo...
Sei que não passa de uma ilusão que criei para me hipnotizar;
Uma maneira de ocultar meus medos.
Trazendo o teu céu aqui embaixo, para por um fim ao meu vazio...
Nas ilusões que crio,
Em faces no espelho,
Culpando-me por ser que sou...
...Fiz-me cair,
Fundo, num jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia.
(2006)
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Ao som de: Gotan Project - El Capitalismo Foraneo
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E eu não pude me manter distante.
[Machuquei-me por ter confiado demais em você]
Joguei com o orgulho, despedacei a minha vida?
Esqueci no que me tornara...
Da maneira que me forjaram; voltei...
Num caráter que destrói tudo por dentro.
...Tornei-me solidão,
Um tanto mais seguro, ponderado.
Aprendi a te odiar e amar,
Como dois lados irmãos.
Escutei aquela a minha voz...
Em fantasmas do meu passado.
...Era pura e tentadora.
E fluía em meu corpo,
Induzindo-me a pecados,
Correndo em sangue.
Esqueci as memórias, mudei...
Criei fantasias em alma plena
Ilusões cínicas da imortalidade,
As quais não vinham por remorso...
E por mais que tentasse afastar isso da minha mente,
Imagens se repetiam em meus olhos,
Numa paranóia de respostas claras em uma mente entorpecida de escuridão.
Fiz do ódio amor, do amor, sangue.
E isto custou nossas vidas,
Num frenesi intenso...
[Um jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia]
...Fiz-me cair,
Sofrer por saber que não te teria mais.
Acreditando que um dia eu iria...
E o que faço?
Mostro o tudo, os dois lados de uma moeda...
Mas essa noite; enquanto te toco; sinto, amo...
Sei que não passa de uma ilusão que criei para me hipnotizar;
Uma maneira de ocultar meus medos.
Trazendo o teu céu aqui embaixo, para por um fim ao meu vazio...
Nas ilusões que crio,
Em faces no espelho,
Culpando-me por ser que sou...
...Fiz-me cair,
Fundo, num jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia.
(2006)
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Ao som de: Gotan Project - El Capitalismo Foraneo
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Espelhos em Sépia*
Sonhos; uma versão distorcida da vida;
Realidade sublime, a nossa vontade...
Mentiras sinceras, das quais, talvez, justifique meus vícios;
Desejos enfocados em erros, diante de um mar de almas.
E vós compreendeis o que ouves, dentre as VOZES e RISADAS?
É ela, sedutora, trazendo a minha redenção;
Neblina de púrpura envolta ao meu ser,
Consumindo numa dor, vida correndo nas minhas veias;
E a realidade não é mais tão fria...
Desejos enfocados em erros,
Relevantes?
NÃO! Agradável...
Mais um momento; e tudo se vai.
Debanda o meu vicio, estouram espelhos em sépia...
E quando as mentiras se forem, me sentirei a escoria.
Mesmo assim, a desagradável envolvente dor que me consome,
Pressupõe a minha queda...
SELVAGEM em meio a espelhos em sépia...
...Dentre a escuridão, sem rumo.
Sentimentos, de si, vazios...
E as canções de amor se perdem no holocausto.
Agora não cultivo esperanças, nem arrependimentos.
Rebelo-me, vejo que nada é tão sagrado,
O mundo, a escoria da qual é feito, existe na indiferença camuflada, disfarçada como sentimentos...
SENTIMENTOS...
...MEUS, SEUS,
Que em ódio e dor consomem a compaixão que tinha por minha espécie...
Assumem o meu ser, em desejos perdidos, impulsos;
Produtos de um subconsciente presente, renascido, batizado em um mar escarlate...
... Sei que parece incompreensível; mas não IRREAL?
O que é real?
Ver, tocar, sentir... – então isto é REAL!
E talvez, por ser aquela velha raiva do mundo, em meio a aquela nostalgia que tenho.
Torna-se difícil explicar;
_ “Alias que diferença faz sentir falta de algo, ou alguém?”.
Espelhos caem em sépia, e ainda tenho aquela vontade de fazer parte de algo grande...
Se fora tempo demais desperdiçado; então me arrependo.
Momentos ao vento, um incompreensível vazio em mim...
Solidão? NÃO! Apenas vazio como a escória...
Desculpa, perdi o amor pela humanidade fronte espelhos em sépia.
(2005)
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Ao som de: Funeral For A Friend - Escape Artists Never Die
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Realidade sublime, a nossa vontade...
Mentiras sinceras, das quais, talvez, justifique meus vícios;
Desejos enfocados em erros, diante de um mar de almas.
E vós compreendeis o que ouves, dentre as VOZES e RISADAS?
É ela, sedutora, trazendo a minha redenção;
Neblina de púrpura envolta ao meu ser,
Consumindo numa dor, vida correndo nas minhas veias;
E a realidade não é mais tão fria...
Desejos enfocados em erros,
Relevantes?
NÃO! Agradável...
Mais um momento; e tudo se vai.
Debanda o meu vicio, estouram espelhos em sépia...
E quando as mentiras se forem, me sentirei a escoria.
Mesmo assim, a desagradável envolvente dor que me consome,
Pressupõe a minha queda...
SELVAGEM em meio a espelhos em sépia...
...Dentre a escuridão, sem rumo.
Sentimentos, de si, vazios...
E as canções de amor se perdem no holocausto.
Agora não cultivo esperanças, nem arrependimentos.
Rebelo-me, vejo que nada é tão sagrado,
O mundo, a escoria da qual é feito, existe na indiferença camuflada, disfarçada como sentimentos...
SENTIMENTOS...
...MEUS, SEUS,
Que em ódio e dor consomem a compaixão que tinha por minha espécie...
Assumem o meu ser, em desejos perdidos, impulsos;
Produtos de um subconsciente presente, renascido, batizado em um mar escarlate...
... Sei que parece incompreensível; mas não IRREAL?
O que é real?
Ver, tocar, sentir... – então isto é REAL!
E talvez, por ser aquela velha raiva do mundo, em meio a aquela nostalgia que tenho.
Torna-se difícil explicar;
_ “Alias que diferença faz sentir falta de algo, ou alguém?”.
Espelhos caem em sépia, e ainda tenho aquela vontade de fazer parte de algo grande...
Se fora tempo demais desperdiçado; então me arrependo.
Momentos ao vento, um incompreensível vazio em mim...
Solidão? NÃO! Apenas vazio como a escória...
Desculpa, perdi o amor pela humanidade fronte espelhos em sépia.
(2005)
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Ao som de: Funeral For A Friend - Escape Artists Never Die
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Je n'ai pas...
Um, dois, três,
Mais um outubro,
Uma castelhana na garrafa.
JE SUIS DÉSOLÉ...
Mais um outubro...
Os copos vastos abonar o ébrio da garrafa.
As fantasias por um fio no canto da boca.
As palmas,
Risadas altas...
O meu ar consumo poluído
EM MENTIRAS!
Désolé...
Je ne veux pas à vous blesser...
Mais um outubro,
Eu caio
E te firo.
Assim...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Uma castelhana na garrafa,
E eu vejo-me...
Menos sóbrio
Se acaso um dia estive sóbrio...
Mas não te conto.
ASSEZ DE...
“Je suis désolé”.
J'amortis, il tient compte de nous.
E as lágrimas já mais escorreram,
Continuo o mesmo pra você...
Outubro já passou...
Lá fora,
Na janela, e foi.
Je m’étends à toi…
Je m’étends dans le jardin publique.
Je m’étends dans la cuisine.
Je m’étends dans...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Outubro já passou...
Assim como agosto e setembro,
E novembro que virá...
(Finalizada em 20.5.2007 às 17h21min).
----------------
Ao som de: Eros Ramazzotti - Se Bastasse Una Canzone
via FoxyTunes
Agradeço meu amigo de campi, e colega poeta Diogo Klock pelos selos atribuídos ao meu blog. (http://mentealem.blogspot.com/)
Um blog da melhor qualidade
Esse blog dá um banho
Prêmio dardos
Mais um outubro,
Uma castelhana na garrafa.
JE SUIS DÉSOLÉ...
Mais um outubro...
Os copos vastos abonar o ébrio da garrafa.
As fantasias por um fio no canto da boca.
As palmas,
Risadas altas...
O meu ar consumo poluído
EM MENTIRAS!
Désolé...
Je ne veux pas à vous blesser...
Mais um outubro,
Eu caio
E te firo.
Assim...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Uma castelhana na garrafa,
E eu vejo-me...
Menos sóbrio
Se acaso um dia estive sóbrio...
Mas não te conto.
ASSEZ DE...
“Je suis désolé”.
J'amortis, il tient compte de nous.
E as lágrimas já mais escorreram,
Continuo o mesmo pra você...
Outubro já passou...
Lá fora,
Na janela, e foi.
Je m’étends à toi…
Je m’étends dans le jardin publique.
Je m’étends dans la cuisine.
Je m’étends dans...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Outubro já passou...
Assim como agosto e setembro,
E novembro que virá...
(Finalizada em 20.5.2007 às 17h21min).
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Ao som de: Eros Ramazzotti - Se Bastasse Una Canzone
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Agradeço meu amigo de campi, e colega poeta Diogo Klock pelos selos atribuídos ao meu blog. (http://mentealem.blogspot.com/)
Um blog da melhor qualidade
Esse blog dá um banho
Prêmio dardos
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Jade
Sou apenas mais um viajante longe de casa
Onde não existem valores,
E poucas memórias resistem ao tempo
Recortes de uma época...
PAZ
...
MEDO
E tudo morre com o tempo;
Nem as pedras de jade são eternas.
E sem saber o que me reserva o destino,
Temo a mim mesmo em uma batalha interior...
Todos perecem,
Mas a memória de poucos resiste;
Por isso não desperdiçarei tempo em sonhos
Nem acenderei velas em vão.
E a cada momento que me conservar de pé
Pensarei no seguinte...
E nas manhãs de conflito, noites sem lua,
Resistirei na alma dos que vivem,
Uma memória indestrutível,
Uma marca nas areias onde vivo,
Uma pedra de jade no deserto...
(2006)
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Ao som de: Ed Motta - Mentiras Fáceis
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Onde não existem valores,
E poucas memórias resistem ao tempo
Recortes de uma época...
PAZ
...
MEDO
E tudo morre com o tempo;
Nem as pedras de jade são eternas.
E sem saber o que me reserva o destino,
Temo a mim mesmo em uma batalha interior...
Todos perecem,
Mas a memória de poucos resiste;
Por isso não desperdiçarei tempo em sonhos
Nem acenderei velas em vão.
E a cada momento que me conservar de pé
Pensarei no seguinte...
E nas manhãs de conflito, noites sem lua,
Resistirei na alma dos que vivem,
Uma memória indestrutível,
Uma marca nas areias onde vivo,
Uma pedra de jade no deserto...
(2006)
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Ao som de: Ed Motta - Mentiras Fáceis
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terça-feira, 5 de agosto de 2008
Construções Sobre Mortes...
Esta noite,
Não sou mais um no mundo,
Sinto-me mais,
Consumo o mundo enquanto queimo a minha vida
Sinto, novas eras de paz e morte destinadas a nós...
Sim, acredito em destino,
Quando nasci já estava perdido,
As bandeiras tremulavam,
E você ironizando a minha agonia...
Agora venha até mim e estarei rindo,
Farei promessas sujas a ti,
[E acreditarás em mim]
Mas rapidamente tudo passa rasgando o pano da vida...
E nem as memórias sobrevivem a toda essa dor...
Não fiz escolhas,
Apenas esperei o meu karma apresentar a solução.
Não chorei nem roguei por resgate quando tudo paralisou,
Só me tornei mais “eu mesmo”;
E assim venci, e te odiei nesse momento,
Coloquei o mundo a presenciar a sua destruição...
Algo se projeta;
E em uma rajada escarlate tudo se acaba,
E os relógios correm contra o tempo,
Sangue sujo no piso...
...Queimando o ultimo momento de vida que tenho.
E amanhã o sol não nascerá para mim,
Pois somos um agora, e tudo que fiz, ganhou um sentido a mais.
(2005)
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Ao som de: Blues Traveler - Sweet Pain
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Não sou mais um no mundo,
Sinto-me mais,
Consumo o mundo enquanto queimo a minha vida
Sinto, novas eras de paz e morte destinadas a nós...
Sim, acredito em destino,
Quando nasci já estava perdido,
As bandeiras tremulavam,
E você ironizando a minha agonia...
Agora venha até mim e estarei rindo,
Farei promessas sujas a ti,
[E acreditarás em mim]
Mas rapidamente tudo passa rasgando o pano da vida...
E nem as memórias sobrevivem a toda essa dor...
Não fiz escolhas,
Apenas esperei o meu karma apresentar a solução.
Não chorei nem roguei por resgate quando tudo paralisou,
Só me tornei mais “eu mesmo”;
E assim venci, e te odiei nesse momento,
Coloquei o mundo a presenciar a sua destruição...
Algo se projeta;
E em uma rajada escarlate tudo se acaba,
E os relógios correm contra o tempo,
Sangue sujo no piso...
...Queimando o ultimo momento de vida que tenho.
E amanhã o sol não nascerá para mim,
Pois somos um agora, e tudo que fiz, ganhou um sentido a mais.
(2005)
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Ao som de: Blues Traveler - Sweet Pain
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Da Queda do Homem...
O homem caminha carregando a marca em seus pés.
Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(2006)
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Ao som de: Black Sabbath - Iron Man
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Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(2006)
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Ao som de: Black Sabbath - Iron Man
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domingo, 3 de agosto de 2008
Confissões de Amantes e Trevas...
Durante minha mortal existência
Encontrava-me numa prisão;
Um perfeito mundinho,
E perdido...
Onde nunca pude seguir os meus extintos, desejos,
Apenas fingi viver...
A liberdade que levava era oprimida,
E o meu tempo se acabou...
Minha vida determinou minha morte;
E eu não via “luz ao fim do túnel”...
Quando a liberdade me foi oferecida;
E junto como se não bastasse
Uma vida diferente...
E em alforria,
Recebi;
Dádivas, e maldições.
O tempo me mostrou o mundo,
À noite me adotou como um filho...
...E puro como ela me tornou.
Vi lugares inimagináveis...
Adquiri;
Conhecimento e poder...
...Surrupiei a imortalidade dos deuses,
E a noite dos homens;
Fui do chão ao topo,
E me glorifiquei.
Por minhas escolhas
Fui renegado por Deus;
E perdi as chances de salvação.
E por amor...
Percebi o quão fria é a imortalidade;
E pouco a pouco,
Todos aos que amava,
Foram consumidos com a minha alma...
Enquanto sofri por dentro,
Perdi razão para amar...
Quando pensei em desistir;
Percebi as estrelas em meio às trevas...
Como eu na noite;
A qual eu vaguei por séculos,
Até te encontrar...
Musa de inspiração,
Mostrou-me a verdade,
Assim tão sincera;
Que por ti
VIVI;
Reneguei sangue,
E trilhei um caminho mais humano...
Porém hoje,
Neste momento em que te carrego nos braços;
Vejo a fragilidade dos mortais;
Sei que devo deixar as minhas promessas de lado
E recorrer às trevas para te salvar...
Dar-me uma segunda chance de ter,
...Amar-te
Fazer a tua morte...
...Determinar tua vida.
(Início de 2005)
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Ao som de: Benjamin Biolay - Dans la Merco Benz
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Encontrava-me numa prisão;
Um perfeito mundinho,
E perdido...
Onde nunca pude seguir os meus extintos, desejos,
Apenas fingi viver...
A liberdade que levava era oprimida,
E o meu tempo se acabou...
Minha vida determinou minha morte;
E eu não via “luz ao fim do túnel”...
Quando a liberdade me foi oferecida;
E junto como se não bastasse
Uma vida diferente...
E em alforria,
Recebi;
Dádivas, e maldições.
O tempo me mostrou o mundo,
À noite me adotou como um filho...
...E puro como ela me tornou.
Vi lugares inimagináveis...
Adquiri;
Conhecimento e poder...
...Surrupiei a imortalidade dos deuses,
E a noite dos homens;
Fui do chão ao topo,
E me glorifiquei.
Por minhas escolhas
Fui renegado por Deus;
E perdi as chances de salvação.
E por amor...
Percebi o quão fria é a imortalidade;
E pouco a pouco,
Todos aos que amava,
Foram consumidos com a minha alma...
Enquanto sofri por dentro,
Perdi razão para amar...
Quando pensei em desistir;
Percebi as estrelas em meio às trevas...
Como eu na noite;
A qual eu vaguei por séculos,
Até te encontrar...
Musa de inspiração,
Mostrou-me a verdade,
Assim tão sincera;
Que por ti
VIVI;
Reneguei sangue,
E trilhei um caminho mais humano...
Porém hoje,
Neste momento em que te carrego nos braços;
Vejo a fragilidade dos mortais;
Sei que devo deixar as minhas promessas de lado
E recorrer às trevas para te salvar...
Dar-me uma segunda chance de ter,
...Amar-te
Fazer a tua morte...
...Determinar tua vida.
(Início de 2005)
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Ao som de: Benjamin Biolay - Dans la Merco Benz
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sábado, 2 de agosto de 2008
Lagrimas para ti
A cada caminhar; a cada prece perdi um pouco de ti...
Não sabia que nos momentos em que consumias os últimos sopros, e eu estava longe.
Assim tirei os olhos do tempo, só para te ter em casa novamente;
Por uma ultima vez, para te perder...
[Senti-me assustado, ausente].
...Então nesta manhã onde a vida se cerra,
Eu revejo nosso caminho;
Coberto em folhas amassadas,
E flores fechadas.
[Lagrimas para ti]
Agora preciso acreditar em algo maior...
[Um deus, um adivinho].
...Como se ao menos pudesse ver o futuro, continuamente.
Mas te perdi.
[Navego em pensamentos]
E já não importa mais se sinto algo distinto...
Te queria ainda aqui, junto, aliviando-me desta amargura.
Num alente...
Pois o show se acaba; e são puras peças do destino...
(2006)
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Ao som de: Alanis Morissette - Ironic
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Não sabia que nos momentos em que consumias os últimos sopros, e eu estava longe.
Assim tirei os olhos do tempo, só para te ter em casa novamente;
Por uma ultima vez, para te perder...
[Senti-me assustado, ausente].
...Então nesta manhã onde a vida se cerra,
Eu revejo nosso caminho;
Coberto em folhas amassadas,
E flores fechadas.
[Lagrimas para ti]
Agora preciso acreditar em algo maior...
[Um deus, um adivinho].
...Como se ao menos pudesse ver o futuro, continuamente.
Mas te perdi.
[Navego em pensamentos]
E já não importa mais se sinto algo distinto...
Te queria ainda aqui, junto, aliviando-me desta amargura.
Num alente...
Pois o show se acaba; e são puras peças do destino...
(2006)
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Ao som de: Alanis Morissette - Ironic
via FoxyTunes
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Mentiras de Amor, Sangram...
As quedas de lágrimas não compreendem as coisas que fiz...
...Apenas sangram mentiras em minhas mãos.
Veja as coisas vivas, aquele filme em preto e branco.
Agora não vá...
Segure minha mão que mudarei teu destino...
...Não caia, liberte-te na segurança das minhas mãos.
E novamente veja as coisas, vivas em tua memória;
Onde as deixou quando confiou no sangue que me descia à pele...
Seque as lágrimas, pois fui o único lugar que pudestes ir,
De modo a refazer tua memória um filme preto e branco...
Pelas minhas mentiras de amor.
...Novamente, segure minhas mãos,
Que farei você feliz em meio as minhas hemorragias.
[Livrando-te de mim mesmo]
Deixando os amores, as mentiras, escorrerem de minhas mãos.
(2006)
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Ao som de: Aerosmith - Baby, Please Don't Go
via FoxyTunes
...Apenas sangram mentiras em minhas mãos.
Veja as coisas vivas, aquele filme em preto e branco.
Agora não vá...
Segure minha mão que mudarei teu destino...
...Não caia, liberte-te na segurança das minhas mãos.
E novamente veja as coisas, vivas em tua memória;
Onde as deixou quando confiou no sangue que me descia à pele...
Seque as lágrimas, pois fui o único lugar que pudestes ir,
De modo a refazer tua memória um filme preto e branco...
Pelas minhas mentiras de amor.
...Novamente, segure minhas mãos,
Que farei você feliz em meio as minhas hemorragias.
[Livrando-te de mim mesmo]
Deixando os amores, as mentiras, escorrerem de minhas mãos.
(2006)
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Ao som de: Aerosmith - Baby, Please Don't Go
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
Anjo, Eu e Minha Paz.
Eu queria poder entender um pouco mais sobre mim;
Sobre os amores que deixei pra trás,
Os momentos que perdi;
As pessoas que trai...
Queria compreender por que me sinto assim...
- Turvo, de uma maneira que não reconheça minha imagem. -
... De uma maneira tão triste;
Absurda...
- De pecados praticados em minha mente. -
...Talvez eu esteja louco,
Mas existe mais que isso em mim.
Não sou um homem procurando por um sonho,
[Voltar no tempo]
Ou o ultimo romântico mentindo pra si mesmo;
MENTINDO na esperança de um sorriso...
- Como se ligasse para mais alguém além de si.
Como se tivesse amigos para estender a mão. -
... Apenas na esperança, de estar aqui.
Vendo as belezas de um mundo azul...
- Não vou mentir para mim mesmo -
... Sinto-me mais que qualquer um agora,
Mais que qualquer pessoa que nunca tenha visto
Não sou louco, só preciso de um toque agora,
Um pouco de esperança é bom de vez em quando...
- Salve-me com suas asas abertas,
Leve-me para um lugar a mais;
Leve-me para onde os meus sonhos não caiam;
Um local de paz, onde tenha apenas...
... Que esperar por você. -
...Não tenho medo do que possa acontecer,
Apenas quero sair das mentiras da minha cama...
[Dos tic-tac’s do relógio]
...Da dependência da minha companhia.
Quero deixar tudo pra trás,
Viver numa varanda em toscana,
Num castelo nos teus olhos;
Da onde você apare minha queda.
Onde não existam escolhas,
Nem erros para praticar...
(2006)
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Ao som de: Artists United For Africa - 11 With Or Without You
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Sobre os amores que deixei pra trás,
Os momentos que perdi;
As pessoas que trai...
Queria compreender por que me sinto assim...
- Turvo, de uma maneira que não reconheça minha imagem. -
... De uma maneira tão triste;
Absurda...
- De pecados praticados em minha mente. -
...Talvez eu esteja louco,
Mas existe mais que isso em mim.
Não sou um homem procurando por um sonho,
[Voltar no tempo]
Ou o ultimo romântico mentindo pra si mesmo;
MENTINDO na esperança de um sorriso...
- Como se ligasse para mais alguém além de si.
Como se tivesse amigos para estender a mão. -
... Apenas na esperança, de estar aqui.
Vendo as belezas de um mundo azul...
- Não vou mentir para mim mesmo -
... Sinto-me mais que qualquer um agora,
Mais que qualquer pessoa que nunca tenha visto
Não sou louco, só preciso de um toque agora,
Um pouco de esperança é bom de vez em quando...
- Salve-me com suas asas abertas,
Leve-me para um lugar a mais;
Leve-me para onde os meus sonhos não caiam;
Um local de paz, onde tenha apenas...
... Que esperar por você. -
...Não tenho medo do que possa acontecer,
Apenas quero sair das mentiras da minha cama...
[Dos tic-tac’s do relógio]
...Da dependência da minha companhia.
Quero deixar tudo pra trás,
Viver numa varanda em toscana,
Num castelo nos teus olhos;
Da onde você apare minha queda.
Onde não existam escolhas,
Nem erros para praticar...
(2006)
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Ao som de: Artists United For Africa - 11 With Or Without You
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
Momento
Assim me defino neste momento,
Não penso em mudar, só me arrependo de não ter tentado antes...
Mas à noite nos encara infindável;
E sem medo percorri, procurando ver novamente a terra que deixei.
E todos à volta de ti mostram que há razões pra ficar de pé...
Então desapareces devagar,
Encontras um novo rumo,
Ponderado, meigo...
E suavemente, todos, a tua volta desapareciam;
Eu não justifiquei mais a vida...
Vida que se resumira;
Nos teus últimos suspiros congelados, na tua face...
Como um terror que não se foi, uma bomba que não caiu,
Um sonho perdido, um amor escondido no ferrão de um escorpião...
E procurava aquela paz, até te encontrar,
Era tão obscuro, implorei pelo fim...
[Coisa nenhuma tinha explicação]
...O pó se assentava, e eu sentado ali,
Relendo memórias de algo que se quer fiz.
O medo fez entardecer,
Em dias, noites, tentando esquecer que não existiu...
(2005)
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Ao som de: Carla Bruni - Chanson Triste
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Não penso em mudar, só me arrependo de não ter tentado antes...
Mas à noite nos encara infindável;
E sem medo percorri, procurando ver novamente a terra que deixei.
E todos à volta de ti mostram que há razões pra ficar de pé...
Então desapareces devagar,
Encontras um novo rumo,
Ponderado, meigo...
E suavemente, todos, a tua volta desapareciam;
Eu não justifiquei mais a vida...
Vida que se resumira;
Nos teus últimos suspiros congelados, na tua face...
Como um terror que não se foi, uma bomba que não caiu,
Um sonho perdido, um amor escondido no ferrão de um escorpião...
E procurava aquela paz, até te encontrar,
Era tão obscuro, implorei pelo fim...
[Coisa nenhuma tinha explicação]
...O pó se assentava, e eu sentado ali,
Relendo memórias de algo que se quer fiz.
O medo fez entardecer,
Em dias, noites, tentando esquecer que não existiu...
(2005)
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Ao som de: Carla Bruni - Chanson Triste
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terça-feira, 29 de julho de 2008
Amor a Eva
A princípio trevas, depois luz e separação...
Assim surgiram os dias dos céus e firmamentos,
As estrelas e vivos seres sobre os quais o homem reinou.
Viu deus que isto era bom...
Assim surgiu a ti mulher; do barro.
Dois olhos avelãs que me levaram a ofuscação,
Donde cabelos em lamina escondiam a pele, que em pureza e sedução derrubaram a mim...
Queria-te mulher, mas não a podia ter.
Não era Adão nem Deus...
Era a serpente que ali caminhava, e tu, eras fruto proibido.
Induzi-te ao pecado e te perdi. Às trevas fui exilado,
Consumido num silêncio tão furioso, que ressurgi a te procurar...
Uma rosa negra, nas sobras de uma mente sem lembranças,
Murchando arbitrariamente.
Não tinha a luz da qual necessitava...
Foram-se as pétalas e de mim só sobrara o frio, o inanimado.
E quem dera, hoje onde sou não tão anjo, nem tão demônio; sou um tanto quanto...
HUMANO.
Encontro-te. És a mesma, exalando aquele ar de pureza e inocência que um dia me turvou,
Trouxe-me trevas, solidão;
Atirou-me ao inferno para hoje resgatar o que perdi em queda...
E assim iluminastes o ávido-pranto que da rosa restou.
Em ti fortaleci, criei raízes.
E mesmo hoje, sem pétalas, vejo minha negra-rosa ao lado da tua de luz,
Unindo o que um dia fora separado...
(Finalizada em 28.5.2006).
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Ao som de: Nenhum De Nós - Julho de 83
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Assim surgiram os dias dos céus e firmamentos,
As estrelas e vivos seres sobre os quais o homem reinou.
Viu deus que isto era bom...
Assim surgiu a ti mulher; do barro.
Dois olhos avelãs que me levaram a ofuscação,
Donde cabelos em lamina escondiam a pele, que em pureza e sedução derrubaram a mim...
Queria-te mulher, mas não a podia ter.
Não era Adão nem Deus...
Era a serpente que ali caminhava, e tu, eras fruto proibido.
Induzi-te ao pecado e te perdi. Às trevas fui exilado,
Consumido num silêncio tão furioso, que ressurgi a te procurar...
Uma rosa negra, nas sobras de uma mente sem lembranças,
Murchando arbitrariamente.
Não tinha a luz da qual necessitava...
Foram-se as pétalas e de mim só sobrara o frio, o inanimado.
E quem dera, hoje onde sou não tão anjo, nem tão demônio; sou um tanto quanto...
HUMANO.
Encontro-te. És a mesma, exalando aquele ar de pureza e inocência que um dia me turvou,
Trouxe-me trevas, solidão;
Atirou-me ao inferno para hoje resgatar o que perdi em queda...
E assim iluminastes o ávido-pranto que da rosa restou.
Em ti fortaleci, criei raízes.
E mesmo hoje, sem pétalas, vejo minha negra-rosa ao lado da tua de luz,
Unindo o que um dia fora separado...
(Finalizada em 28.5.2006).
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Ao som de: Nenhum De Nós - Julho de 83
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
Cores...
Hoje notei que não compartilho mais do medo da morte,
Já não me importa se for amanhã ou agora, pois cada vez me encontro mais alto.
...A cada foco, um novo modo de compartilhar a vida,
Vejo mais cores hoje do que vi na minha vida toda.
Assim me encontro; um nirvana,
Talvez,
Só sei que o veneno me parece bom...
Anestesia-me, entorpece.
Talvez seja o karma de minha vida...
Poder ver as coisas por diferentes meios,
OLHOS,
...Talvez,
Ou,
Apenas,
Desta maneira eu junte...
“O poder para roubar o céu”...
...Dos teus anjos.
- E DE MIM... -.
...Pois hoje até a dor me faz bem,
E o ar passa por mim pesado,
No suor que me corre onde novamente meus olhos deslumbram as cores do céu...
(Fim de 2006).
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Ao som de: Laura Pausini - La Soledad
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Já não me importa se for amanhã ou agora, pois cada vez me encontro mais alto.
...A cada foco, um novo modo de compartilhar a vida,
Vejo mais cores hoje do que vi na minha vida toda.
Assim me encontro; um nirvana,
Talvez,
Só sei que o veneno me parece bom...
Anestesia-me, entorpece.
Talvez seja o karma de minha vida...
Poder ver as coisas por diferentes meios,
OLHOS,
...Talvez,
Ou,
Apenas,
Desta maneira eu junte...
“O poder para roubar o céu”...
...Dos teus anjos.
- E DE MIM... -.
...Pois hoje até a dor me faz bem,
E o ar passa por mim pesado,
No suor que me corre onde novamente meus olhos deslumbram as cores do céu...
(Fim de 2006).
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Ao som de: Laura Pausini - La Soledad
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