A melodia, frenesi.
Da guitarra espanhola,
A atmosfera, lúgebre soturna.
Um doce, lugar ao canto,
Dos teus lábios...
Ao por do sol, a garrafa,
O vinho encoberto.
A besta, em dentes e unhas;
Liberta, grilhoada,
Nos lençóis...
(Venha!) Roupas ao chão,
_ “Já é tarde”,
O universo já morreu;
E a lua, já vai nascer...
A noite aponta nossos erros,
E aprontamos-nos a os cometer...
_ “Já é tarde”,
_ Foi bom dormir com você.
(Finalizada em 7.6.2007).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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