No treponema pálido reduzido
Um caldeirão “ferve” o ser ferido,
Em suco gástrico e caldo de carne,
Misturando algo que o reencarne...
A calvície-rastafari.
...
Átomos paradoxais em moléculas de hidrogênio;
À sopa de letras dum ser blasfemo...
No doce cheiro de promiscuidade,
Um grande clarão de vaidade;
Dois olhos de peixe na televisão,
“Visando” sua próxima encarnação...
Na separação silábica de seus membros,
Golpes, facadas e realengos.
Jogos toscos e bocas tortas,
Acido barato de borboletas mortas.
[e para quem me diz]
_És a visão da mente perigosa!
[saiba, que hoje a forca eu quis]
Embalada num buquê de rosas.
Mas como é jovem crueza desconfiada;
Cria valkirica, pobreza alada.
Foi à forca entre nós soltos e espadas;
Dependuradas rotas de ônibus entrelaçadas
Em notas de “sol” e “si bemol”
Pois é na harmonia que se cria.
(Finalizada em 3.6.2007).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
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