Eu vou sumir descer...
Na sarjeta, à bebida;
Considerar-me uma recaída.
Pois quero quase viver...
Quero cair; ir ao fundo.
Fugir da “raia” deste mundo.
Eu sei que não sou m bom perdedor;
Por isso, deixe visto...
Já não quero mais o seu amor.
Hoje eu vou ficar de porre.
Na noite desabafar; abrir a ferida, e nunca mais cicatrizar;
E se amanha “talvez” ele morre...
... O que vai ser de ti amor... (?)
Sei que vou ficar no bar,
Já sem lugar pra te amar;
E para ti só vai restar...
Esta, toda, minha dor.
(Finalizada em 8.6.2007).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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