As palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Aqui pereço e se resisto...
Sei que não ligas, pois és aquele, eterno...
Ou talvez não, só “Cronos” nos julgará,
E como o tempo, talvez veja que perecerás;
Outrem só depende de você;
De mim talvez, e pode de um modo acontecer...
Mas e desta vez?..
Eu me rasguei pra fazer você sofrer;
Como o móbile dos anjos caídos que cultivei.
E quando aquele beijo triste quis esquecer,
Secaram os lamentos que derrubei...
E talvez quando “para sempre” disse
Nada por demais iria acontecer,
Mas quando eu disse “para sempre” •
Não esperava ainda não te conhecer...
Mas palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Por que ainda resisto se já não me é mais possível te amar?
Talvez deva dormir, ou talvez acordar...
(Finalizado em 21.3.2007 às 23h44min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
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