É tão fúnebre
E pálido
O agouro amargo
Subjugando, à noite como ao refletir da lua...
É fúnebre rosa,
Noturna,
Fria, envolta no pálido refletir lunar...
Conflitante na escuridão...
Olhos negros; olhos...
Que estes fundos melancólicos saltam
A penumbra das olheiras...
E que olhar este;
E este me envolve
Consome
E some num piscar.
É nobre tua imponência filho da noite...
E a eternidade não te passa o tempo...
O tempo, o tempo, o tempo...
Mas de que te vale todo este?
E se não há alguém a amar!
Teu coração, fruto silencioso,
De alma subjugada
Amargo agouro e soberba fria...
Ah... Tão triste tua historia
Que porque hoje dizes ser feliz...
E por que a língua tua
Em meu pescoço carrega...
Prepara-me para sofrer do destino teu!
Oh! Vampiro,
Por que o fazes!
Carrega-me e sorve vida,
Priva-me das dores humanas...
E do amor.
Amor és que meu bem e mau,
Amor és que tantas feridas curas.
Amor... Que vós não compreendeis!
Oh! Vampiro,
O que fazes?
Dás-me teu presente...
Que é tua maldição...
(Finalizada em 11.4.2007 às 23h23min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
sábado, 4 de outubro de 2008
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