Se eu penso que tenho um novo motivo para sentir minha alma...
[Falando por dentro]
...Estou errado.
A cada vez que me sinto falso;
Penso em momentos que me senti jovem e com medo.
- AMARGURA - E toma conta de mim...
[Transtornando sonhos ao sol.]
... Por mais que eu cante.
POR MAIS...
... QUE EU...
... Rogo pela vossa compaixão.
E por mais que te procure dentro de mim,
Envolvo-me num momento de estupidez...
- INSANIDADE -
...Afasto-me de tudo,
- LONGE -
O mais longe possível de quem realmente sou...
E mesmo que alguém diga que somos um,
Estou sozinho...
- Voando, vendo o mar,
Onde os sonhos acabam;
E não mais poderei ser livre... E SOZINHO -
Então colocarei os meus pés na água,
Sentir-te-ei em mim,
[E quando tudo voltar]
Ver-te-ei linda,
Leve.
...E se a lua não se cerrará essa noite,
Já não me importa,
Pois o mundo ofereceu muito a mim;
[Mesmo quando te desapontei desde o começo.]
E enquanto eu caia,
Senti-me um anjo...
Demônio...
Pensei em vos,
MAS ANTES EM MIM...
... E contemplei o mundo que fiz.
Mas nada é tão doce a ponto de nunca nos machucarmos.
Senti o quanto necessito do teu amor.
Assim me sinto,
[Sincero] - Renovado...
Um visionário, apenas...
Dando-te todo meu amor.
...E por mais que eu conquiste o seu respeito,
Ainda me sentirei fraco,
Oficialmente...
Morto...
(Fim de 2006).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
À Noite do Cachorro Doido!
Sou o resto do oeste americano;
[Um gambá bêbado]
Jogando suas ultimas cartas,
Apostando as ultimas gotas,
Em sangue e suor;
[Inebriado]
Entre a gaita e a voz de um poeta
Praguejando suas ultimas...
- SINCERAS E FÉTIDAS -
... Palavras da verdade.
Sobre o sol...
[Morto]
... Sigo a sombra entre as balas e rameiras,
Nas baladas do blues rasgado,
Para pegar o trem dos insanos,
Com destino a lugar nenhum...
Assim vejo-me fora de meu tempo,
Deslocado e sem destino
- Pecando por saber -
...E a personalidade que descrevo não é nada por demais...
Vejo-me na terra árida das injustiças contabilizando os próprios problemas,
Apostando nas cartas com palavras de luxúria e perdição.
- Idéias centralizadas donde se vê caminho para ideologias e ciência,
E para mim mesmo donde imponho a personalidade do sol que nasce; -.
E freneticamente etílico cambaleio entre a musicidade e a poesia,
Numa balada de blues revelo minhas dores e ao mesmo na poesia as feridas,
Enquanto na solidão que me crio só agravo a etilicidade,
Já que não gosto de depender das pessoas,
[Levo a razão acima da emoção]
Assim abro caminho para explicar os vários relacionamentos falhos e a solidão...
Filósofo destes becos escuros,
E daqueles jeans que já batidos e sujos como as botas surradas pelo barro,
Que vê a morte como vera seleção natural e procura alguém que lhe tire da rotina,
Da vaidade,
Do jogo e do pecado;
Alguém que o embarque no trem para que morra todas as noites e renasça sem as ilusões que o protegem...
Em passada vida vi-me um do ópio vietnamita,
Queimando no suor de fogo e napalm,
Camaleável entre vermes e úrico,
Clamando sua atenção pela liberdade de minhas crianças...
[Apenas cumpria o jogo dos homens]
...Afundando-me na insanidade de teu acido,
- Era púrpura,
Voltava insano,
Solo -.
E por fim era mais um cego segurando mãos estranhas.
Mas não se engane amigo,
Gostava de ver-me sem salvação,
Nadando livre e afogando-me no desespero de teu mar de psicoses,
Onde toda reta é curva e leva à lugar algum...
Pois virara mercenário de Deus...
...Era anjo torto da justiça,
E ira e vingança,
E tinha o segundo cavaleiro a me estender à mão,
Pois havia de tirar a paz da terra...
Um ancião de cinco milênios habita em mim,
- Errante,
Recusa-se a evoluir,
É a praga,
É meu câncer,
E ele não nega quem sou,
Ao contrario eleva-me mais próximo do céu enquanto prega as pestes
deste mundo -.
Como um espelho bucólico falido em cristais,
Reflete o mundo do céu ao firmamento,
- Oposto,
Distorço a realidade,
Crio virtualidade -
E pereço na areia de meu vidro.
A BOCA DAS BARBARIDADES,
De onde se prega à aurora fria de um poeta cirrótico de amor e dor,
Que já não ama a você,
E nem mais ninguém além de si...
(Finalizado em 2007).
[Um gambá bêbado]
Jogando suas ultimas cartas,
Apostando as ultimas gotas,
Em sangue e suor;
[Inebriado]
Entre a gaita e a voz de um poeta
Praguejando suas ultimas...
- SINCERAS E FÉTIDAS -
... Palavras da verdade.
Sobre o sol...
[Morto]
... Sigo a sombra entre as balas e rameiras,
Nas baladas do blues rasgado,
Para pegar o trem dos insanos,
Com destino a lugar nenhum...
Assim vejo-me fora de meu tempo,
Deslocado e sem destino
- Pecando por saber -
...E a personalidade que descrevo não é nada por demais...
Vejo-me na terra árida das injustiças contabilizando os próprios problemas,
Apostando nas cartas com palavras de luxúria e perdição.
- Idéias centralizadas donde se vê caminho para ideologias e ciência,
E para mim mesmo donde imponho a personalidade do sol que nasce; -.
E freneticamente etílico cambaleio entre a musicidade e a poesia,
Numa balada de blues revelo minhas dores e ao mesmo na poesia as feridas,
Enquanto na solidão que me crio só agravo a etilicidade,
Já que não gosto de depender das pessoas,
[Levo a razão acima da emoção]
Assim abro caminho para explicar os vários relacionamentos falhos e a solidão...
Filósofo destes becos escuros,
E daqueles jeans que já batidos e sujos como as botas surradas pelo barro,
Que vê a morte como vera seleção natural e procura alguém que lhe tire da rotina,
Da vaidade,
Do jogo e do pecado;
Alguém que o embarque no trem para que morra todas as noites e renasça sem as ilusões que o protegem...
Em passada vida vi-me um do ópio vietnamita,
Queimando no suor de fogo e napalm,
Camaleável entre vermes e úrico,
Clamando sua atenção pela liberdade de minhas crianças...
[Apenas cumpria o jogo dos homens]
...Afundando-me na insanidade de teu acido,
- Era púrpura,
Voltava insano,
Solo -.
E por fim era mais um cego segurando mãos estranhas.
Mas não se engane amigo,
Gostava de ver-me sem salvação,
Nadando livre e afogando-me no desespero de teu mar de psicoses,
Onde toda reta é curva e leva à lugar algum...
Pois virara mercenário de Deus...
...Era anjo torto da justiça,
E ira e vingança,
E tinha o segundo cavaleiro a me estender à mão,
Pois havia de tirar a paz da terra...
Um ancião de cinco milênios habita em mim,
- Errante,
Recusa-se a evoluir,
É a praga,
É meu câncer,
E ele não nega quem sou,
Ao contrario eleva-me mais próximo do céu enquanto prega as pestes
deste mundo -.
Como um espelho bucólico falido em cristais,
Reflete o mundo do céu ao firmamento,
- Oposto,
Distorço a realidade,
Crio virtualidade -
E pereço na areia de meu vidro.
A BOCA DAS BARBARIDADES,
De onde se prega à aurora fria de um poeta cirrótico de amor e dor,
Que já não ama a você,
E nem mais ninguém além de si...
(Finalizado em 2007).
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Receita Minha
No treponema pálido reduzido
Um caldeirão “ferve” o ser ferido,
Em suco gástrico e caldo de carne,
Misturando algo que o reencarne...
A calvície-rastafari.
...
Átomos paradoxais em moléculas de hidrogênio;
À sopa de letras dum ser blasfemo...
No doce cheiro de promiscuidade,
Um grande clarão de vaidade;
Dois olhos de peixe na televisão,
“Visando” sua próxima encarnação...
Na separação silábica de seus membros,
Golpes, facadas e realengos.
Jogos toscos e bocas tortas,
Acido barato de borboletas mortas.
[e para quem me diz]
_És a visão da mente perigosa!
[saiba, que hoje a forca eu quis]
Embalada num buquê de rosas.
Mas como é jovem crueza desconfiada;
Cria valkirica, pobreza alada.
Foi à forca entre nós soltos e espadas;
Dependuradas rotas de ônibus entrelaçadas
Em notas de “sol” e “si bemol”
Pois é na harmonia que se cria.
(Finalizada em 3.6.2007).
Um caldeirão “ferve” o ser ferido,
Em suco gástrico e caldo de carne,
Misturando algo que o reencarne...
A calvície-rastafari.
...
Átomos paradoxais em moléculas de hidrogênio;
À sopa de letras dum ser blasfemo...
No doce cheiro de promiscuidade,
Um grande clarão de vaidade;
Dois olhos de peixe na televisão,
“Visando” sua próxima encarnação...
Na separação silábica de seus membros,
Golpes, facadas e realengos.
Jogos toscos e bocas tortas,
Acido barato de borboletas mortas.
[e para quem me diz]
_És a visão da mente perigosa!
[saiba, que hoje a forca eu quis]
Embalada num buquê de rosas.
Mas como é jovem crueza desconfiada;
Cria valkirica, pobreza alada.
Foi à forca entre nós soltos e espadas;
Dependuradas rotas de ônibus entrelaçadas
Em notas de “sol” e “si bemol”
Pois é na harmonia que se cria.
(Finalizada em 3.6.2007).
domingo, 12 de outubro de 2008
Com o Dedo na Ferida...
Eu vou sumir descer...
Na sarjeta, à bebida;
Considerar-me uma recaída.
Pois quero quase viver...
Quero cair; ir ao fundo.
Fugir da “raia” deste mundo.
Eu sei que não sou m bom perdedor;
Por isso, deixe visto...
Já não quero mais o seu amor.
Hoje eu vou ficar de porre.
Na noite desabafar; abrir a ferida, e nunca mais cicatrizar;
E se amanha “talvez” ele morre...
... O que vai ser de ti amor... (?)
Sei que vou ficar no bar,
Já sem lugar pra te amar;
E para ti só vai restar...
Esta, toda, minha dor.
(Finalizada em 8.6.2007).
Na sarjeta, à bebida;
Considerar-me uma recaída.
Pois quero quase viver...
Quero cair; ir ao fundo.
Fugir da “raia” deste mundo.
Eu sei que não sou m bom perdedor;
Por isso, deixe visto...
Já não quero mais o seu amor.
Hoje eu vou ficar de porre.
Na noite desabafar; abrir a ferida, e nunca mais cicatrizar;
E se amanha “talvez” ele morre...
... O que vai ser de ti amor... (?)
Sei que vou ficar no bar,
Já sem lugar pra te amar;
E para ti só vai restar...
Esta, toda, minha dor.
(Finalizada em 8.6.2007).
sábado, 11 de outubro de 2008
Amor de Dois Gumes...
Um momento
Precede; único;
O chorar do céu
...
Era pouco
E se acabou...
Em restos de velas acesas.
“Overdose”, nas gotas;
(elas retardam)
E caem; ferem-te,
Meu prazer... (?)
Pingam-se chamas – gotas caem –
Chamas de vida
(suspiros)...
E o que teu baralho mostra sobre nos?
“A ultima oferta” – (e um psicopata sorrindo)
...
Os olhos grandes – (implorando)
Cobrando-me amor...
Pois agora, morra!
E tome todo meu amor.
Amor... De poeta,
De homem...
Tome-o todo... Na rua,
Na chuva;
Amor insano,
Amor profano...
E na falta dele...
MORRA!
(Finalizada em 7.6.2007).
Precede; único;
O chorar do céu
...
Era pouco
E se acabou...
Em restos de velas acesas.
“Overdose”, nas gotas;
(elas retardam)
E caem; ferem-te,
Meu prazer... (?)
Pingam-se chamas – gotas caem –
Chamas de vida
(suspiros)...
E o que teu baralho mostra sobre nos?
“A ultima oferta” – (e um psicopata sorrindo)
...
Os olhos grandes – (implorando)
Cobrando-me amor...
Pois agora, morra!
E tome todo meu amor.
Amor... De poeta,
De homem...
Tome-o todo... Na rua,
Na chuva;
Amor insano,
Amor profano...
E na falta dele...
MORRA!
(Finalizada em 7.6.2007).
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Outono... (só)
As folhas caem, assopro-as todas...
... Ao chão.
Vosso amor, como as folhas,
(num adeus) – flutuando ao chão.
Sozinho eu te pronuncio o nome,
Formo-o nas linhas que te desenhei...
... Em lágrimas.
E versos, em nua poesia...
... Fria, e se foi.
Mas agora me vejo só,
Perdido do teu amor;
Sangrando o papel, AQUI!
... Sentado desejando por
Um outro dia...
Em cores mais ávidas;
E copos esvaziavam...
SÓS! Enquanto (eu) esperava a chuva;
IR LÁ (para) FORA!
E quando foi tempo de começar
Estava eu aqui; esperando por.
Um outro dia...
... Molhado na tinta que chorei
E agora que traços correram o papel
Já sei que não sou forte o bastante
... Para dizer-te; _ adeus.
(Finalizada em 7.6.2007).
... Ao chão.
Vosso amor, como as folhas,
(num adeus) – flutuando ao chão.
Sozinho eu te pronuncio o nome,
Formo-o nas linhas que te desenhei...
... Em lágrimas.
E versos, em nua poesia...
... Fria, e se foi.
Mas agora me vejo só,
Perdido do teu amor;
Sangrando o papel, AQUI!
... Sentado desejando por
Um outro dia...
Em cores mais ávidas;
E copos esvaziavam...
SÓS! Enquanto (eu) esperava a chuva;
IR LÁ (para) FORA!
E quando foi tempo de começar
Estava eu aqui; esperando por.
Um outro dia...
... Molhado na tinta que chorei
E agora que traços correram o papel
Já sei que não sou forte o bastante
... Para dizer-te; _ adeus.
(Finalizada em 7.6.2007).
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Julgando a Eternidade da Formiga
Sou o anjo;
Estúpido, perdido...
Entre o “?” e a terra.
(desconhecido)
Predecessor ao tempo
E posterior ao amor...
Sou o anjo;
A palavra, o gosto amargo,
Em tua boca, antes do beijo final.
A lagrima rolando...
Sou o anjo;
Sua porta de entrada...
(e saída)
Do inferno e do céu.
Alivio – (e dor)
...
Sou o anjo
Que separa aqueles que se amam
Para nunca Cupido unir...
E tudo o que toco
Ao pó retorna...
Sou o anjo; a MORTE.
E não marco encontros
Pois todos vêm
A mim um dia
Encontrar.
(Finalizada em 7.6.2007).
Estúpido, perdido...
Entre o “?” e a terra.
(desconhecido)
Predecessor ao tempo
E posterior ao amor...
Sou o anjo;
A palavra, o gosto amargo,
Em tua boca, antes do beijo final.
A lagrima rolando...
Sou o anjo;
Sua porta de entrada...
(e saída)
Do inferno e do céu.
Alivio – (e dor)
...
Sou o anjo
Que separa aqueles que se amam
Para nunca Cupido unir...
E tudo o que toco
Ao pó retorna...
Sou o anjo; a MORTE.
E não marco encontros
Pois todos vêm
A mim um dia
Encontrar.
(Finalizada em 7.6.2007).
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Noturno
A melodia, frenesi.
Da guitarra espanhola,
A atmosfera, lúgebre soturna.
Um doce, lugar ao canto,
Dos teus lábios...
Ao por do sol, a garrafa,
O vinho encoberto.
A besta, em dentes e unhas;
Liberta, grilhoada,
Nos lençóis...
(Venha!) Roupas ao chão,
_ “Já é tarde”,
O universo já morreu;
E a lua, já vai nascer...
A noite aponta nossos erros,
E aprontamos-nos a os cometer...
_ “Já é tarde”,
_ Foi bom dormir com você.
(Finalizada em 7.6.2007).
Da guitarra espanhola,
A atmosfera, lúgebre soturna.
Um doce, lugar ao canto,
Dos teus lábios...
Ao por do sol, a garrafa,
O vinho encoberto.
A besta, em dentes e unhas;
Liberta, grilhoada,
Nos lençóis...
(Venha!) Roupas ao chão,
_ “Já é tarde”,
O universo já morreu;
E a lua, já vai nascer...
A noite aponta nossos erros,
E aprontamos-nos a os cometer...
_ “Já é tarde”,
_ Foi bom dormir com você.
(Finalizada em 7.6.2007).
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Fire Flies _ Butterflies
It comes…
Irrationally,
Take your soul
And mind… your mind.
It throws away you
And your limits…
Like the shame
And pride…
No limits to go now,
No limits like on a freeway…
Your way, between heaven and hell
Turning up your wrath
Making life swallow
Like a glass, butterfly…
And it shines
And it flee
And it bleeds
And bleed…
Now you are alive,
More alive that you should be…
_ “To be or not to be?”
Sometimes you do that question…
And not to be is de short way.
So do it! Be it!
Be arrogant!
Be pragmatic!
Be decisive!
…
Lost jobs, friends
And LOVE…
(Be you and rescue your soul from ostracism.)
LOVE…
Are you ready to lose love?
So you throw…
And lose…
It bleeds…
And bleed…
It’s just the same
But now you are dead.
The rain falls over (you);
Over you… In the mud…
Almost like your sins, facing you!
Kissing you,
And dressing…
It’s the shot way of living,
Have no limits… – remember –
Butterflies…
Butterflies… on my skin
It bleeds…
And bleed… – now you have your soul back –
Cause it was the long way…
(Finalizada em 19.4.2007).
Irrationally,
Take your soul
And mind… your mind.
It throws away you
And your limits…
Like the shame
And pride…
No limits to go now,
No limits like on a freeway…
Your way, between heaven and hell
Turning up your wrath
Making life swallow
Like a glass, butterfly…
And it shines
And it flee
And it bleeds
And bleed…
Now you are alive,
More alive that you should be…
_ “To be or not to be?”
Sometimes you do that question…
And not to be is de short way.
So do it! Be it!
Be arrogant!
Be pragmatic!
Be decisive!
…
Lost jobs, friends
And LOVE…
(Be you and rescue your soul from ostracism.)
LOVE…
Are you ready to lose love?
So you throw…
And lose…
It bleeds…
And bleed…
It’s just the same
But now you are dead.
The rain falls over (you);
Over you… In the mud…
Almost like your sins, facing you!
Kissing you,
And dressing…
It’s the shot way of living,
Have no limits… – remember –
Butterflies…
Butterflies… on my skin
It bleeds…
And bleed… – now you have your soul back –
Cause it was the long way…
(Finalizada em 19.4.2007).
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Inferno...
I’m on a beach; it’s hot.
Painfully I walk,
Lonely and all the children see me insane,
Surfing come down in the sand.
Thousand years pass and a crow take a sand grain away,
I’m still there,
Laughing and crying,
Burning for my desires,
Waiting for a strange hand,
Consumed by the sand...
And I never walk away because I will be in hell each time I close my eyes...
Is early again,
But here, the peace, the waltz...
My waltz.
I still remember the faces, the smells, and the darkness...
I still here, incarnated in this body, less human more . . . Me,
Without pain or compassion, free of regrets.
Only me. My love and my hate...
(Meio de 2007).
Painfully I walk,
Lonely and all the children see me insane,
Surfing come down in the sand.
Thousand years pass and a crow take a sand grain away,
I’m still there,
Laughing and crying,
Burning for my desires,
Waiting for a strange hand,
Consumed by the sand...
And I never walk away because I will be in hell each time I close my eyes...
Is early again,
But here, the peace, the waltz...
My waltz.
I still remember the faces, the smells, and the darkness...
I still here, incarnated in this body, less human more . . . Me,
Without pain or compassion, free of regrets.
Only me. My love and my hate...
(Meio de 2007).
domingo, 5 de outubro de 2008
Immorttein...
Os olhos do ávido negro a seguiam;
Era ele antes que as eternidades se consumassem.
E após o “nada mais...”
(e era desejoso que normal o tornassem).
Mas era sua essência que estava - (e o recriava),
Como em uma flor cujos espinhos matam folhas e pétalas,
Pássaros, (corvos),
E o perfume que não posso esconder...
Mas existia ele e nada mais;
E ainda a seguia,
Em sua eternidade.
Um sonho - (um pressuposto a se atrever),
A mexer com humanos
Em sua essência e flor...
Não era deus,
Deuses morriam sem adoradores;
Mas ele não os precisava,
Pois era ele o Sonho...
Uma verdade eterna em forma
E era o que queira ser,
Um corvo,
Um homem,
Ou alguma porcentagem do mundo que o quisesse ser.
E não o tinha limites - (e era só)...
Noites sem fim,
Este era seu reino e de lá a olhava;
E ele a olhava em cabelos longos e negros,
E em olhos negros também...
E sua pele era azul
E seus lábios também...
Ele gostava de olhá-la,
E de fazer seus desejos todos em sonhos.
E seus sonhos em desejos...
Um dia ela dormiu eternamente,
E ele resolveu a visitar.
Ele a desejou num ultimo sonho
(e este carecia ser bom),
Mas fora deprecioso e triste,
Por que ele estava lá
No amargo das palavras que o marcava na garganta
(pois ele a deixara deitar sem um ultimo adeus).
E lá ficou ele,
Nos sonhos dela até sua eternidade se acabar...
(Finalizada em 15.4.2007 às 02h17min).
Era ele antes que as eternidades se consumassem.
E após o “nada mais...”
(e era desejoso que normal o tornassem).
Mas era sua essência que estava - (e o recriava),
Como em uma flor cujos espinhos matam folhas e pétalas,
Pássaros, (corvos),
E o perfume que não posso esconder...
Mas existia ele e nada mais;
E ainda a seguia,
Em sua eternidade.
Um sonho - (um pressuposto a se atrever),
A mexer com humanos
Em sua essência e flor...
Não era deus,
Deuses morriam sem adoradores;
Mas ele não os precisava,
Pois era ele o Sonho...
Uma verdade eterna em forma
E era o que queira ser,
Um corvo,
Um homem,
Ou alguma porcentagem do mundo que o quisesse ser.
E não o tinha limites - (e era só)...
Noites sem fim,
Este era seu reino e de lá a olhava;
E ele a olhava em cabelos longos e negros,
E em olhos negros também...
E sua pele era azul
E seus lábios também...
Ele gostava de olhá-la,
E de fazer seus desejos todos em sonhos.
E seus sonhos em desejos...
Um dia ela dormiu eternamente,
E ele resolveu a visitar.
Ele a desejou num ultimo sonho
(e este carecia ser bom),
Mas fora deprecioso e triste,
Por que ele estava lá
No amargo das palavras que o marcava na garganta
(pois ele a deixara deitar sem um ultimo adeus).
E lá ficou ele,
Nos sonhos dela até sua eternidade se acabar...
(Finalizada em 15.4.2007 às 02h17min).
sábado, 4 de outubro de 2008
Ilusão Noturna...
É tão fúnebre
E pálido
O agouro amargo
Subjugando, à noite como ao refletir da lua...
É fúnebre rosa,
Noturna,
Fria, envolta no pálido refletir lunar...
Conflitante na escuridão...
Olhos negros; olhos...
Que estes fundos melancólicos saltam
A penumbra das olheiras...
E que olhar este;
E este me envolve
Consome
E some num piscar.
É nobre tua imponência filho da noite...
E a eternidade não te passa o tempo...
O tempo, o tempo, o tempo...
Mas de que te vale todo este?
E se não há alguém a amar!
Teu coração, fruto silencioso,
De alma subjugada
Amargo agouro e soberba fria...
Ah... Tão triste tua historia
Que porque hoje dizes ser feliz...
E por que a língua tua
Em meu pescoço carrega...
Prepara-me para sofrer do destino teu!
Oh! Vampiro,
Por que o fazes!
Carrega-me e sorve vida,
Priva-me das dores humanas...
E do amor.
Amor és que meu bem e mau,
Amor és que tantas feridas curas.
Amor... Que vós não compreendeis!
Oh! Vampiro,
O que fazes?
Dás-me teu presente...
Que é tua maldição...
(Finalizada em 11.4.2007 às 23h23min).
E pálido
O agouro amargo
Subjugando, à noite como ao refletir da lua...
É fúnebre rosa,
Noturna,
Fria, envolta no pálido refletir lunar...
Conflitante na escuridão...
Olhos negros; olhos...
Que estes fundos melancólicos saltam
A penumbra das olheiras...
E que olhar este;
E este me envolve
Consome
E some num piscar.
É nobre tua imponência filho da noite...
E a eternidade não te passa o tempo...
O tempo, o tempo, o tempo...
Mas de que te vale todo este?
E se não há alguém a amar!
Teu coração, fruto silencioso,
De alma subjugada
Amargo agouro e soberba fria...
Ah... Tão triste tua historia
Que porque hoje dizes ser feliz...
E por que a língua tua
Em meu pescoço carrega...
Prepara-me para sofrer do destino teu!
Oh! Vampiro,
Por que o fazes!
Carrega-me e sorve vida,
Priva-me das dores humanas...
E do amor.
Amor és que meu bem e mau,
Amor és que tantas feridas curas.
Amor... Que vós não compreendeis!
Oh! Vampiro,
O que fazes?
Dás-me teu presente...
Que é tua maldição...
(Finalizada em 11.4.2007 às 23h23min).
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Narco-tango
- Maldito tango! -
Deixa-me infeliz;
Caído aqui
Por vias de lágrimas...
- Maldito tango... -
És tu.
Soturno que surrupia os passos
E carrega o pecado...
- És tu maldito! -
Que por desprezo me deixas,
Em agonia duradoura
De pés lacrimosos.
Tu desprezas
A toda moral.
E toda moral não é basta para ti...
Por que és!
Por que sois...
Tu e tua dama
Minha pedra no sapato
Á sedução...
E ela, pecaminosa,
Rubra boca, negros olhos...
Um ardil desejoso
Em cabelos longos e tempo célere.
- Oh! Maldito... -
És arranjo a morte minha
Suplicando pelas pernas
Da dona em que sucumbi...
- Oh! Dona... -
Em teus olhos fui cair
E por ora sofro a levantar-me...
- Oh! Dona... -
Diga-me!
Por como posso eu chorar...
- Oh! Tango maldito... -
Levas de mim ela
E meu peito.
(Finalizada em 6.4.2007 às 18h00min).
Deixa-me infeliz;
Caído aqui
Por vias de lágrimas...
- Maldito tango... -
És tu.
Soturno que surrupia os passos
E carrega o pecado...
- És tu maldito! -
Que por desprezo me deixas,
Em agonia duradoura
De pés lacrimosos.
Tu desprezas
A toda moral.
E toda moral não é basta para ti...
Por que és!
Por que sois...
Tu e tua dama
Minha pedra no sapato
Á sedução...
E ela, pecaminosa,
Rubra boca, negros olhos...
Um ardil desejoso
Em cabelos longos e tempo célere.
- Oh! Maldito... -
És arranjo a morte minha
Suplicando pelas pernas
Da dona em que sucumbi...
- Oh! Dona... -
Em teus olhos fui cair
E por ora sofro a levantar-me...
- Oh! Dona... -
Diga-me!
Por como posso eu chorar...
- Oh! Tango maldito... -
Levas de mim ela
E meu peito.
(Finalizada em 6.4.2007 às 18h00min).
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Wake Up
As palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Aqui pereço e se resisto...
Sei que não ligas, pois és aquele, eterno...
Ou talvez não, só “Cronos” nos julgará,
E como o tempo, talvez veja que perecerás;
Outrem só depende de você;
De mim talvez, e pode de um modo acontecer...
Mas e desta vez?..
Eu me rasguei pra fazer você sofrer;
Como o móbile dos anjos caídos que cultivei.
E quando aquele beijo triste quis esquecer,
Secaram os lamentos que derrubei...
E talvez quando “para sempre” disse
Nada por demais iria acontecer,
Mas quando eu disse “para sempre” •
Não esperava ainda não te conhecer...
Mas palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Por que ainda resisto se já não me é mais possível te amar?
Talvez deva dormir, ou talvez acordar...
(Finalizado em 21.3.2007 às 23h44min).
E eu já não mais existo,
Aqui pereço e se resisto...
Sei que não ligas, pois és aquele, eterno...
Ou talvez não, só “Cronos” nos julgará,
E como o tempo, talvez veja que perecerás;
Outrem só depende de você;
De mim talvez, e pode de um modo acontecer...
Mas e desta vez?..
Eu me rasguei pra fazer você sofrer;
Como o móbile dos anjos caídos que cultivei.
E quando aquele beijo triste quis esquecer,
Secaram os lamentos que derrubei...
E talvez quando “para sempre” disse
Nada por demais iria acontecer,
Mas quando eu disse “para sempre” •
Não esperava ainda não te conhecer...
Mas palavras me são um inferno...
E eu já não mais existo,
Por que ainda resisto se já não me é mais possível te amar?
Talvez deva dormir, ou talvez acordar...
(Finalizado em 21.3.2007 às 23h44min).
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Bang-Bang
A caminhar,
Em curtos passos desfrutando do fruto proíbo,
Da dor de suas lagrimas
De úrico
E das palavras sem sentido
Na qual se via por horas,
E ele caminhava...
A areia no calçado
Em negras pedras,
Infortúnias,
Crivavam por sua atenção;
Mas...
Era ele o homem dos pés marcados,
Uma rosa de trevas
inculta
E pouco invejável,
Esperando...
Pelo apogeu e declínio dos anjos;
Mas desta maneira... Caminhara,
implorando
Pela tua misericordial estaca
A invadir-lhe o peito,
E nada lhe vinha
Afora as perguntas das quais não tinha respostas...
E ele caminhou...
Sozinho
Até onde quisesse estar,
E quando pensou descansar
Ao colo dela,
Ela não era mais que cinzas,
Pois ele não era herói
E agora tudo o que tocava virara cinzas,
E o homem marcado decidira peregrinar e nunca mais parar...
(Finalizada em 18.3.2007 às 17h14min).
Em curtos passos desfrutando do fruto proíbo,
Da dor de suas lagrimas
De úrico
E das palavras sem sentido
Na qual se via por horas,
E ele caminhava...
A areia no calçado
Em negras pedras,
Infortúnias,
Crivavam por sua atenção;
Mas...
Era ele o homem dos pés marcados,
Uma rosa de trevas
inculta
E pouco invejável,
Esperando...
Pelo apogeu e declínio dos anjos;
Mas desta maneira... Caminhara,
implorando
Pela tua misericordial estaca
A invadir-lhe o peito,
E nada lhe vinha
Afora as perguntas das quais não tinha respostas...
E ele caminhou...
Sozinho
Até onde quisesse estar,
E quando pensou descansar
Ao colo dela,
Ela não era mais que cinzas,
Pois ele não era herói
E agora tudo o que tocava virara cinzas,
E o homem marcado decidira peregrinar e nunca mais parar...
(Finalizada em 18.3.2007 às 17h14min).
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