A caminhar,
Em curtos passos desfrutando do fruto proíbo,
Da dor de suas lagrimas
De úrico
E das palavras sem sentido
Na qual se via por horas,
E ele caminhava...
A areia no calçado
Em negras pedras,
Infortúnias,
Crivavam por sua atenção;
Mas...
Era ele o homem dos pés marcados,
Uma rosa de trevas
inculta
E pouco invejável,
Esperando...
Pelo apogeu e declínio dos anjos;
Mas desta maneira... Caminhara,
implorando
Pela tua misericordial estaca
A invadir-lhe o peito,
E nada lhe vinha
Afora as perguntas das quais não tinha respostas...
E ele caminhou...
Sozinho
Até onde quisesse estar,
E quando pensou descansar
Ao colo dela,
Ela não era mais que cinzas,
Pois ele não era herói
E agora tudo o que tocava virara cinzas,
E o homem marcado decidira peregrinar e nunca mais parar...
(Finalizada em 18.3.2007 às 17h14min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
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