As folhas caem, assopro-as todas...
... Ao chão.
Vosso amor, como as folhas,
(num adeus) – flutuando ao chão.
Sozinho eu te pronuncio o nome,
Formo-o nas linhas que te desenhei...
... Em lágrimas.
E versos, em nua poesia...
... Fria, e se foi.
Mas agora me vejo só,
Perdido do teu amor;
Sangrando o papel, AQUI!
... Sentado desejando por
Um outro dia...
Em cores mais ávidas;
E copos esvaziavam...
SÓS! Enquanto (eu) esperava a chuva;
IR LÁ (para) FORA!
E quando foi tempo de começar
Estava eu aqui; esperando por.
Um outro dia...
... Molhado na tinta que chorei
E agora que traços correram o papel
Já sei que não sou forte o bastante
... Para dizer-te; _ adeus.
(Finalizada em 7.6.2007).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
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