Era uma coisa apenas,
E eu não sabia o porquê...
Era uma coisa apenas!
E tive que cair...
Ver-te olhar-me no ponteiro,
E não importa o quão duro seja subir,
Existe uma coisa apenas;
Mas a hipocrisia da minha mente
Mente!
E a cada segundo esse relógio me leva ao inferno...
Caindo do inicio ao fim
e ao inicio novamente,
Depois subindo para te resgatar,
Mas agora não importa mais!
Pois minha mente
Mente...
E era uma coisa apenas!
Que eu não sabia o porquê...
(Finalizada em 9.3.2007 às 15h22min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Última Poesia...
Sou o poeta, solitário, conciso,
Impassível de mim.
Um assassino programado, despindo os mistérios da morte em minhas palavras...
Em tuas lágrimas sinceras, tristes, enquanto aclamas pelo meu nome...
E assim nos teus momentos de escuridão, estarei lá a te surpreender.
Originando teu medo e excitação... Um suspiro de amor...
O declive de nossas almas, no momento onde me deformo de poeta a assassino...
Tirando tua alma em minhas palavras, num olhar impassível, obscurecido...
Para te deixar só.
Uma vitima inocente, de um momento sem culpa.
Assim te tenho em minha mente, num segredo...
Analisando parcialmente meu destino,
Pois sou o poeta, assassino de almas...
Estudando a morte, na filosofia da tua face.
E quando volto até ti, à chuva cai sobre mim. Serena, pesada...
Mas não me limpa a alma, apenas pesa sobre a consciência.
Pois o amor traz a vida, e sem vida, há apenas escuridão.
Escuridão, da qual já me acostumo após tantos anos...
Um segredo maior que à noite;
E você na minha mente, neste invólucro de dor.
No coração de um homem renascido, o qual não pode seguir seu caminho...
Pois para matar, deve morrer.
E já não posso mais me concentrar em meio aos teus orgasmos,
A mente manda, a mente reluta, mas a mão executa.
Depois há só a dor, num anonimato qualquer...
(Gritos no vazio)
E já não sei qual é o meu mundo.
Divido-me entre minhas poesias e ti...
E já não quero te perder, mesmo tendo um ultimo trabalho a fazer,
Onde encontrarei meu fim e serei a ultima vitima das minhas poesias.
Sem certeza de que serei novamente eu quando voltar; se voltar...
Caindo no esquecimento... Num fim abrupto, injusto.
Num lençol vermelho. Em poucas palavras...
Gestos inacabados de um assassino caindo em culpa.
(Antiga, de 2005, não sei ao certo de quando).
Impassível de mim.
Um assassino programado, despindo os mistérios da morte em minhas palavras...
Em tuas lágrimas sinceras, tristes, enquanto aclamas pelo meu nome...
E assim nos teus momentos de escuridão, estarei lá a te surpreender.
Originando teu medo e excitação... Um suspiro de amor...
O declive de nossas almas, no momento onde me deformo de poeta a assassino...
Tirando tua alma em minhas palavras, num olhar impassível, obscurecido...
Para te deixar só.
Uma vitima inocente, de um momento sem culpa.
Assim te tenho em minha mente, num segredo...
Analisando parcialmente meu destino,
Pois sou o poeta, assassino de almas...
Estudando a morte, na filosofia da tua face.
E quando volto até ti, à chuva cai sobre mim. Serena, pesada...
Mas não me limpa a alma, apenas pesa sobre a consciência.
Pois o amor traz a vida, e sem vida, há apenas escuridão.
Escuridão, da qual já me acostumo após tantos anos...
Um segredo maior que à noite;
E você na minha mente, neste invólucro de dor.
No coração de um homem renascido, o qual não pode seguir seu caminho...
Pois para matar, deve morrer.
E já não posso mais me concentrar em meio aos teus orgasmos,
A mente manda, a mente reluta, mas a mão executa.
Depois há só a dor, num anonimato qualquer...
(Gritos no vazio)
E já não sei qual é o meu mundo.
Divido-me entre minhas poesias e ti...
E já não quero te perder, mesmo tendo um ultimo trabalho a fazer,
Onde encontrarei meu fim e serei a ultima vitima das minhas poesias.
Sem certeza de que serei novamente eu quando voltar; se voltar...
Caindo no esquecimento... Num fim abrupto, injusto.
Num lençol vermelho. Em poucas palavras...
Gestos inacabados de um assassino caindo em culpa.
(Antiga, de 2005, não sei ao certo de quando).
domingo, 28 de setembro de 2008
New Century of Icaro's...
Prédios;
Carne, e tudo cinzas...
RISING...
Algo tão parecido com o vosso desejo...
E ele vem...
Desce;
E percorre o corpo
Num pulso elétrico.
... Num pulso;
Você enfrenta as coisas
Que não podereis jamais ser...
Num pulso...
Desfar-vos-ei em misérias,
Como as forças da natureza
Todas contra vos...
Um fantasma em vossa direção;
E canhões vos alçam longe...
E é tão bom estar vivo – ele me disse...
E é tão
...
BOM...
E a efígie continua...
Quis ele cavalgar com Apolo...
E agora jaze pagando pela sua ganância!!!
Prédios...
Tudo cinza...
Imortal loucura,
Algo tão parecido com o meu desejo...
Num pulso uma manada em seu caminho,
Enquanto corpo de vos há de queimar ao sol.
Ter a cabeça por recompensa;
E as asas de um último humano...
(Finalizada em 2.6.2007 às 14h48min).
Carne, e tudo cinzas...
RISING...
Algo tão parecido com o vosso desejo...
E ele vem...
Desce;
E percorre o corpo
Num pulso elétrico.
... Num pulso;
Você enfrenta as coisas
Que não podereis jamais ser...
Num pulso...
Desfar-vos-ei em misérias,
Como as forças da natureza
Todas contra vos...
Um fantasma em vossa direção;
E canhões vos alçam longe...
E é tão bom estar vivo – ele me disse...
E é tão
...
BOM...
E a efígie continua...
Quis ele cavalgar com Apolo...
E agora jaze pagando pela sua ganância!!!
Prédios...
Tudo cinza...
Imortal loucura,
Algo tão parecido com o meu desejo...
Num pulso uma manada em seu caminho,
Enquanto corpo de vos há de queimar ao sol.
Ter a cabeça por recompensa;
E as asas de um último humano...
(Finalizada em 2.6.2007 às 14h48min).
sábado, 27 de setembro de 2008
Un...
Às vezes há musica...
Na mente,
Na minha alma;
Uma euforia de detalhes...
Em cabelos vermelhos uma injeção de combustível; impele-me.
Tira-me do caminho;
Viajo para onde há coisas,
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
Tira-me do caminho...
Conserva-me, sonhando;
Acordado...
Doando minha vida,
(Jogada) - Toda fora...
Como as balas de cabeças...
Vazias;
Explosivas...
E é tudo lixo comercial...
Talvez à milhas de mim mesmo,
No limiar do mundo;
Andando na linha,
Atrasando os trens
Deitando nu com a rainha.
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
E poderia morrer ali,
Mas só sangro.
E ajoelho, e oro...
Mas é tudo maravilhas de ALICE.
...
E há cartas na mesa,
E elas ditam o mundo.
E elas ditam...
Enquanto eu furo os olhos.
E me diz...
Qual é teu gosto...
Posso pintar num céu vermelho as coisas que a sua intenção determina...
Gosto dos teus medos,
Gosto das cartas na mesa,
Gosto do coelho gigante me ditando - (Frank).
...
... Diga-me agora!
Diga-me mais uma vez...
Chega de desculpas,
As balas rasgam o papel...
Diga-me agora!
Você me ama desta vez?
Diga-me agora!
Que já me esqueceu...
.
Então a musica para,
O sonho desaba,
ALICE morre...
E é tudo lixo comercial...
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h52min).
Na mente,
Na minha alma;
Uma euforia de detalhes...
Em cabelos vermelhos uma injeção de combustível; impele-me.
Tira-me do caminho;
Viajo para onde há coisas,
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
Tira-me do caminho...
Conserva-me, sonhando;
Acordado...
Doando minha vida,
(Jogada) - Toda fora...
Como as balas de cabeças...
Vazias;
Explosivas...
E é tudo lixo comercial...
Talvez à milhas de mim mesmo,
No limiar do mundo;
Andando na linha,
Atrasando os trens
Deitando nu com a rainha.
E nada é crível, e tudo tão...
Surreal...
E poderia morrer ali,
Mas só sangro.
E ajoelho, e oro...
Mas é tudo maravilhas de ALICE.
...
E há cartas na mesa,
E elas ditam o mundo.
E elas ditam...
Enquanto eu furo os olhos.
E me diz...
Qual é teu gosto...
Posso pintar num céu vermelho as coisas que a sua intenção determina...
Gosto dos teus medos,
Gosto das cartas na mesa,
Gosto do coelho gigante me ditando - (Frank).
...
... Diga-me agora!
Diga-me mais uma vez...
Chega de desculpas,
As balas rasgam o papel...
Diga-me agora!
Você me ama desta vez?
Diga-me agora!
Que já me esqueceu...
.
Então a musica para,
O sonho desaba,
ALICE morre...
E é tudo lixo comercial...
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h52min).
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O Mundo...
Você esta pra baixo;
E os jatinhos ainda o cortam
Em nuvens...
Nada está para mudar.
O padre nos disse...
DEUS está na casca do limão
...
E nós apenas olhamos;
Esquecemos...
A tevê ligada.
Os compromissos...
Mulher e filhos...
Estamos todos entorpecidos,
Á nossa própria sujeira...
Hoje nada está para mudar no mundo...
E não há ninguém olhando você;
E então??
Só mais um toque de heroína antes de parar...
Só mais uma jovem corroída nos arbustos...
Só mais uma criança florindo para morrer...
Florindo
...
SORRINDO
...
Indo e indo
...
E se ninguém o vê
Fora esquecido.
Enquanto as armas cortam os céus.
Você morre e seca,
E não está mais só...
Pois mata o homem da tevê.
Eu já não quero mudar...
E os limões de deus
AGORA!!!
São espremidos
...
E Lúcifer faz limonada no paraíso.
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h06min).
E os jatinhos ainda o cortam
Em nuvens...
Nada está para mudar.
O padre nos disse...
DEUS está na casca do limão
...
E nós apenas olhamos;
Esquecemos...
A tevê ligada.
Os compromissos...
Mulher e filhos...
Estamos todos entorpecidos,
Á nossa própria sujeira...
Hoje nada está para mudar no mundo...
E não há ninguém olhando você;
E então??
Só mais um toque de heroína antes de parar...
Só mais uma jovem corroída nos arbustos...
Só mais uma criança florindo para morrer...
Florindo
...
SORRINDO
...
Indo e indo
...
E se ninguém o vê
Fora esquecido.
Enquanto as armas cortam os céus.
Você morre e seca,
E não está mais só...
Pois mata o homem da tevê.
Eu já não quero mudar...
E os limões de deus
AGORA!!!
São espremidos
...
E Lúcifer faz limonada no paraíso.
(Finalizada em 1.6.2007 às 16h06min).
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Imperativo...
Faça!
FAÇA...
Face á face;
De mãos dadas no parque publico,
No banheiro SUJO.
Face á face, faça-me
Respirar...
Faça-me bela...
PERFEITA!
E aqui estou...
Face a face de mãos atadas;
Do profanado ao oculto...
Faça-me...
AGORA!!!
Bela, feliz...
Invejável e rica,
Uma boneca...
Porcelana em mentiras...
FAÇA-ME!!!
...
Uma bala de morfina
Para a alma imperfeita;
Trançada nos cabelos de RAPUNZEL.
Face á face quero que
Faça-me NOVA...
Quero que...
Corte-me! - (mastigue-me!)...
MOLDE-ME!!!
Assim...
Em porcelana e restos.
Pois eu quero assim...
Do profano ao belo...
Entre as costuras e o artificial;
Pois lá estou eu...
Agora que sou Rapunzel...
(Finalizada em 29.5.2007 às 00h59min).
FAÇA...
Face á face;
De mãos dadas no parque publico,
No banheiro SUJO.
Face á face, faça-me
Respirar...
Faça-me bela...
PERFEITA!
E aqui estou...
Face a face de mãos atadas;
Do profanado ao oculto...
Faça-me...
AGORA!!!
Bela, feliz...
Invejável e rica,
Uma boneca...
Porcelana em mentiras...
FAÇA-ME!!!
...
Uma bala de morfina
Para a alma imperfeita;
Trançada nos cabelos de RAPUNZEL.
Face á face quero que
Faça-me NOVA...
Quero que...
Corte-me! - (mastigue-me!)...
MOLDE-ME!!!
Assim...
Em porcelana e restos.
Pois eu quero assim...
Do profano ao belo...
Entre as costuras e o artificial;
Pois lá estou eu...
Agora que sou Rapunzel...
(Finalizada em 29.5.2007 às 00h59min).
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
E Todas as Crianças eram Novas
Murchas,
Secando
Ao sol...
A cura,
O plástulo rubéolo.
Os sessenta anos;
Comecei aos dezesseis.
Foi ultima musica que ouvi deitado na cama,
Á duas semanas de morrer...
E ela falava que daqui a pouco;
Daqui a pouco...
Você será minha.
Daqui a pouco.
E não preciso nada mais que uma colher,
Uma colher para...
Cavar
Um
BURACO...
É o que mais desejo.
E daqui a pouco re-
NASÇO...
Volto aos dezesseis.
Não lembro!
Mas me (re) volto a escrever...
(Finalizada em 15.5.2007 às 12h28min).
Secando
Ao sol...
A cura,
O plástulo rubéolo.
Os sessenta anos;
Comecei aos dezesseis.
Foi ultima musica que ouvi deitado na cama,
Á duas semanas de morrer...
E ela falava que daqui a pouco;
Daqui a pouco...
Você será minha.
Daqui a pouco.
E não preciso nada mais que uma colher,
Uma colher para...
Cavar
Um
BURACO...
É o que mais desejo.
E daqui a pouco re-
NASÇO...
Volto aos dezesseis.
Não lembro!
Mas me (re) volto a escrever...
(Finalizada em 15.5.2007 às 12h28min).
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Blues House
Lá estava eu
A olhar rostos fartos em minha memória,
Reconhecíveis também;
Mas tão estranhos para mim, quanto foram ontem,
E hoje...
Almas, deformáveis as, que conhecera.
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO...
Lá estava eu, fitando.
Duas almas que atraiam,
Via-as a me cravar os olhos,
Sensuais, provocantes;
Mas sabia por que estavam ali,
A me fitar,
Eram as bebidas que as atraiam,
As bebidas e o dinheiro,
E meu sangue se tornara pó.
Via-as com nojo,
Nojo e rancor;
E nos olhos
Via-as carregar minha vida
Para longe, num adeus surrupiado,
Como os centavos que não dei...
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO;
Minha, dele;
Sim, dele!
Do inalmado em minha carteira,
Dos trocados no meu bolso.
Do pouco pó de cocaína sangrando de mim
Donde o sol já fugira
E a garrafa de blues secara tomando a vaidade deste corpo;
Sim, não tirava aqueles olhares de minha memória,
Os cabelos louros e negros e as bocas,
As bocas...
Sim, reconhecíveis também,
Pois acabaram por me roubar.
Roubar a mente
A alma,
E os olhos quais afagam minha carteira
Agora me tem.
Lá estava eu,
E agora não estava mais, cortara os olhares,
Beijara a gaita,
Bebera o blues e queimara o dinheiro...
Lá estava eu, chorando.
E os rostos fartos tomaram a vaidade de mim...
(Finalizada em 20.2.2006 às 21h09min).
A olhar rostos fartos em minha memória,
Reconhecíveis também;
Mas tão estranhos para mim, quanto foram ontem,
E hoje...
Almas, deformáveis as, que conhecera.
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO...
Lá estava eu, fitando.
Duas almas que atraiam,
Via-as a me cravar os olhos,
Sensuais, provocantes;
Mas sabia por que estavam ali,
A me fitar,
Eram as bebidas que as atraiam,
As bebidas e o dinheiro,
E meu sangue se tornara pó.
Via-as com nojo,
Nojo e rancor;
E nos olhos
Via-as carregar minha vida
Para longe, num adeus surrupiado,
Como os centavos que não dei...
E TODAS PROCURAVAM ATENÇÃO;
Minha, dele;
Sim, dele!
Do inalmado em minha carteira,
Dos trocados no meu bolso.
Do pouco pó de cocaína sangrando de mim
Donde o sol já fugira
E a garrafa de blues secara tomando a vaidade deste corpo;
Sim, não tirava aqueles olhares de minha memória,
Os cabelos louros e negros e as bocas,
As bocas...
Sim, reconhecíveis também,
Pois acabaram por me roubar.
Roubar a mente
A alma,
E os olhos quais afagam minha carteira
Agora me tem.
Lá estava eu,
E agora não estava mais, cortara os olhares,
Beijara a gaita,
Bebera o blues e queimara o dinheiro...
Lá estava eu, chorando.
E os rostos fartos tomaram a vaidade de mim...
(Finalizada em 20.2.2006 às 21h09min).
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Meu Lugar
Apontava estrelas, o garoto,
E queria a elas abordar.
A um profeta de esgoto perguntar,
Quando lá iria chegar.
Era apenas criança,
E já não sabia seu lugar...
Entre cânions e miragens,
Favos e paisagens,
Lugares onde cresceu.
Tinha o céu em suas gemas, de onde nunca o perdeu.
E estas eram as mentais cenas;
De um jovem ludibriado com as nuvens de poeira
Jovem que convivera cedo com a morte em vida rasteira
Por ficar de pé, quando o chão tremeu.
E toda vez que olhava ao céu parava por pensar:
“_Se este era o seu lugar?”.
Um dia galopara ao espaço,
E viu que beleza alguma havia lá;
Exceto pela pequena esfera azul,
Foi então que percebeu o que um dia fora deixar.
E então ele soube que ali era o seu lugar...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h55min).
E queria a elas abordar.
A um profeta de esgoto perguntar,
Quando lá iria chegar.
Era apenas criança,
E já não sabia seu lugar...
Entre cânions e miragens,
Favos e paisagens,
Lugares onde cresceu.
Tinha o céu em suas gemas, de onde nunca o perdeu.
E estas eram as mentais cenas;
De um jovem ludibriado com as nuvens de poeira
Jovem que convivera cedo com a morte em vida rasteira
Por ficar de pé, quando o chão tremeu.
E toda vez que olhava ao céu parava por pensar:
“_Se este era o seu lugar?”.
Um dia galopara ao espaço,
E viu que beleza alguma havia lá;
Exceto pela pequena esfera azul,
Foi então que percebeu o que um dia fora deixar.
E então ele soube que ali era o seu lugar...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h55min).
domingo, 21 de setembro de 2008
O Velho Ditado (Striped)
Deixe-me ver-te viva,
Nua ao sol,
Envolta nas dunas...
Enquanto “cores” te fizerem rir
E nada em mim te ferir.
Pois quero aquele beijo,
Carregado no oceano
Que unindo os espíritos,
Faz-me viver,
AME-ME!
Deixe-me ver-te crua,
Nua nas sombras,
Rodeada por arvores e pedras.
Ver-te chorar, perder e também sofrer;
Nua e crua como era pra ser.
E por apenas UM DIA deixe tudo,
Atenha-se a minha mão,
Ao sussurro de meu mundo
Esqueça a alma, o coração,
Impulsione-se aos mortos,
Odeie-me para – poder – viver...
(Finalizada em 26.8.2006 às 02h00min).
Nua ao sol,
Envolta nas dunas...
Enquanto “cores” te fizerem rir
E nada em mim te ferir.
Pois quero aquele beijo,
Carregado no oceano
Que unindo os espíritos,
Faz-me viver,
AME-ME!
Deixe-me ver-te crua,
Nua nas sombras,
Rodeada por arvores e pedras.
Ver-te chorar, perder e também sofrer;
Nua e crua como era pra ser.
E por apenas UM DIA deixe tudo,
Atenha-se a minha mão,
Ao sussurro de meu mundo
Esqueça a alma, o coração,
Impulsione-se aos mortos,
Odeie-me para – poder – viver...
(Finalizada em 26.8.2006 às 02h00min).
sábado, 20 de setembro de 2008
Tédio de mim...
Sento e espero...
...O tempo cai,
Latente, sincero...
[Sonho que me distrai]
...Anestesia-me este anseio a liberdade;
Desejos em meio à verdade...
...Então me misturo a isso e caio em contradição.
Deixo minha permanência por conta da carne,
Pois minha mente já desistiu da sua compreensão,
E até que ela reencarne, indecifrável ao meu ser aprisionado,
Apaixonado...
...Não mais te procurarei, pois duvido que vás ouvir.
E assim vociferarei, lutarei para me reconstruir;
Achar outra de ti, que assim tão pura selvagem, me fará pagar.
...Chorar novamente, cair em tédio, me abalizar.
Trazendo a tona meus erros, minha arrogância,
Para novamente de mim me ausentar.
(Início de 2006).
...O tempo cai,
Latente, sincero...
[Sonho que me distrai]
...Anestesia-me este anseio a liberdade;
Desejos em meio à verdade...
...Então me misturo a isso e caio em contradição.
Deixo minha permanência por conta da carne,
Pois minha mente já desistiu da sua compreensão,
E até que ela reencarne, indecifrável ao meu ser aprisionado,
Apaixonado...
...Não mais te procurarei, pois duvido que vás ouvir.
E assim vociferarei, lutarei para me reconstruir;
Achar outra de ti, que assim tão pura selvagem, me fará pagar.
...Chorar novamente, cair em tédio, me abalizar.
Trazendo a tona meus erros, minha arrogância,
Para novamente de mim me ausentar.
(Início de 2006).
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Efeito Fantasia...
Começou numa agonia,
Algo que eu não tinha como eliminar, - efeito fantasia -.
Que aos poucos me consumiu, induziu-me a ver que era um lobo fora da matilha...
Abandonado, implorando pela sua atenção...
[Áspera armadilha]
...Derrubou-me pela ultima vez,
Onde cruzei a linha da mente e me vi rei do nada.
PERDIDO,
Nunca e sempre sozinho em meio à calada...
- E quando me levantei...
MAIS MORTO ESTAVA.
...Desregrava-me do mundo.
...Desgraçava a mim mesmo numa pilha de vícios. -
...E assim esgotava-se a minha sétima vida, sedutoramente em meio aos teus cicios...
- Vozes,
Freqüências,
Envolvendo-me novamente naquele efeito fantasia. -
...Assim voltei até ti,
Procurando retirar minha fé de ti, - Secreta alforria -.
Onde já me tornara um outro alguém,
Já não queria uma razão para viver...
- Tentei não esquecer isto,
Tentei não perder isto. -
...Pois já era tarde para recomeçar um amor que se tornou tão irreal para renascer.
(Fim de 2005).
Algo que eu não tinha como eliminar, - efeito fantasia -.
Que aos poucos me consumiu, induziu-me a ver que era um lobo fora da matilha...
Abandonado, implorando pela sua atenção...
[Áspera armadilha]
...Derrubou-me pela ultima vez,
Onde cruzei a linha da mente e me vi rei do nada.
PERDIDO,
Nunca e sempre sozinho em meio à calada...
- E quando me levantei...
MAIS MORTO ESTAVA.
...Desregrava-me do mundo.
...Desgraçava a mim mesmo numa pilha de vícios. -
...E assim esgotava-se a minha sétima vida, sedutoramente em meio aos teus cicios...
- Vozes,
Freqüências,
Envolvendo-me novamente naquele efeito fantasia. -
...Assim voltei até ti,
Procurando retirar minha fé de ti, - Secreta alforria -.
Onde já me tornara um outro alguém,
Já não queria uma razão para viver...
- Tentei não esquecer isto,
Tentei não perder isto. -
...Pois já era tarde para recomeçar um amor que se tornou tão irreal para renascer.
(Fim de 2005).
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Morte Súbita
Sinta as arvores
Cujas ranhuras explicam
Os sentimentos de uma novela imperfeita,
Alçando o vôo dos passarinhos,
E carregando-os até as nuvens...
- Assim tentei e não cheguei lá -.
... E na chuva vi as lágrimas, tua face;
- Rolando caindo sobre mim -.
Enquanto as estrelas me guiaram para casa.
...Vi a lua cheia que já fantasiara nossas noites,
Hoje me segurando, aleitando-me na cama...
Enquanto isso
O destino se encarrega
À minha aflição por um fim,
- E aos nossos sonhos, que agora jazem incompletos -.
Por uma vida que foi subitamente rasgada,
Correu pelo ralo...
... Desvaneceu-se num solo de sax...
... Onde ontem, ir-se-iam lágrimas em meu rosto...
(Finzinho de 2006).
Cujas ranhuras explicam
Os sentimentos de uma novela imperfeita,
Alçando o vôo dos passarinhos,
E carregando-os até as nuvens...
- Assim tentei e não cheguei lá -.
... E na chuva vi as lágrimas, tua face;
- Rolando caindo sobre mim -.
Enquanto as estrelas me guiaram para casa.
...Vi a lua cheia que já fantasiara nossas noites,
Hoje me segurando, aleitando-me na cama...
Enquanto isso
O destino se encarrega
À minha aflição por um fim,
- E aos nossos sonhos, que agora jazem incompletos -.
Por uma vida que foi subitamente rasgada,
Correu pelo ralo...
... Desvaneceu-se num solo de sax...
... Onde ontem, ir-se-iam lágrimas em meu rosto...
(Finzinho de 2006).
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Tênue...
Noite,
Acoberta-me
Fere-me... (e eu gosto)
Um suicida – masoquista, brincando com as chaves...
- e eu gosto -
É a lua falando a mim,
As estrelas – embora tudo fosse falso;
ARTIFICIAL...
Rodo a cidade,
Sinto o corpo, meu, em chamas,
A ofuscar, em luz, à noite...
De um; dois suicidas,
O ALTER e seu EGO...
Chorando pelos anjos que o mereciam...
- Saciavam-se -
Como maquiagem e pó no nariz.
Calando-se,
Comportando-se
Como almas perfeitas...
E as águas se abriram,
E os infernos se abriram;
Estilhaços de vidro...
- cego - desapareci...
Aos poucos; na noite.
Como deveria ser...
O ALTEREGO e EU...
Um suicida, um masoquista, e um carro no lago...
(Finalizada em 10.06.2007 às 20h22min).
Acoberta-me
Fere-me... (e eu gosto)
Um suicida – masoquista, brincando com as chaves...
- e eu gosto -
É a lua falando a mim,
As estrelas – embora tudo fosse falso;
ARTIFICIAL...
Rodo a cidade,
Sinto o corpo, meu, em chamas,
A ofuscar, em luz, à noite...
De um; dois suicidas,
O ALTER e seu EGO...
Chorando pelos anjos que o mereciam...
- Saciavam-se -
Como maquiagem e pó no nariz.
Calando-se,
Comportando-se
Como almas perfeitas...
E as águas se abriram,
E os infernos se abriram;
Estilhaços de vidro...
- cego - desapareci...
Aos poucos; na noite.
Como deveria ser...
O ALTEREGO e EU...
Um suicida, um masoquista, e um carro no lago...
(Finalizada em 10.06.2007 às 20h22min).
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Baladas e Poemas
Noite alta que me encontre
[Solidão]
Dias passam, dias vem...
E ainda conservo, na pele, o calor da sua...
...PELE.
Mas estou só em meio à grandeza,
Estrelas me assistem enquanto me oculto
E a minha alma há de sonhar-te em um olhar sem destino,
Mas prefiro assim...
Enquanto pego as fracas miragens da sedução
Eles distorcem a realidade...
Baladas e poemas me destroem nos artifícios do teu olhar...
Oceanos e desertos...
E medo de chorar.
Promessas em meio à grandeza do palco,
E estrelas mortas em minhas noites...
(Fim de 2006)
[Solidão]
Dias passam, dias vem...
E ainda conservo, na pele, o calor da sua...
...PELE.
Mas estou só em meio à grandeza,
Estrelas me assistem enquanto me oculto
E a minha alma há de sonhar-te em um olhar sem destino,
Mas prefiro assim...
Enquanto pego as fracas miragens da sedução
Eles distorcem a realidade...
Baladas e poemas me destroem nos artifícios do teu olhar...
Oceanos e desertos...
E medo de chorar.
Promessas em meio à grandeza do palco,
E estrelas mortas em minhas noites...
(Fim de 2006)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Cálice dos Amores
Em pessoa encanto desperto imenso.
E já não se sabia ao certo,
Se quem bebesse do cálice estaria propenso...
A sedução.
Não equivalia a Juan ou Casanova,
Tinha sua própria estação.
E agora enquanto todos eles mortos
Era o ultimo ator vulvico que traz charme e perturbação...
De seus lábios perfeição fizera,
Pois causava inveja e admiração.
Varo símbolo de sua era
Ao qual das moças ficavam os olhos que o fitavam por sorrir
De noite amante na imensidão.
E logo após, outro homem a sair...
Mas entendera bem a mulher
Decifrara seus desejos, segredos e anseios.
E se a ela daria o que quer, prazer e dor...
Seria aclamado ator das noites de mil amores verdadeiros...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h47min).
E já não se sabia ao certo,
Se quem bebesse do cálice estaria propenso...
A sedução.
Não equivalia a Juan ou Casanova,
Tinha sua própria estação.
E agora enquanto todos eles mortos
Era o ultimo ator vulvico que traz charme e perturbação...
De seus lábios perfeição fizera,
Pois causava inveja e admiração.
Varo símbolo de sua era
Ao qual das moças ficavam os olhos que o fitavam por sorrir
De noite amante na imensidão.
E logo após, outro homem a sair...
Mas entendera bem a mulher
Decifrara seus desejos, segredos e anseios.
E se a ela daria o que quer, prazer e dor...
Seria aclamado ator das noites de mil amores verdadeiros...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h47min).
domingo, 14 de setembro de 2008
Minha Natureza...
Quando me fui... Vi a vida se esgotar num coma...
Onde tinha apenas minha voz em companhia do teu aroma.
Mas agora que vejo as escolhas que fiz e grito em decepção...
Busco sua atenção.
E as coisas que quis abafaram-me a mente...
Induziram-me a fazer coisas que não quis. Mas agora é indiferente...
Destruí meu lar, e o que me ocorreu não foi por dor, foi por piedade.
Piedade das pessoas que se feriram ao ver a minha natureza...
Quando caiu essa mascara de fero de minha face, e apontou-me em verdade.
E então eu sorria, levava-me a um sonho e chorava com a certeza...
...De que deixara aos outros piores que a mim.
Afinal tive varias chances de fazer o certo, mas o egoísmo me cegara...
E eu apenas sorria, olhando para baixo dentro de mim...
Nos meus pés, na tua dor... Até que desistira.
E terminei por me destruir, nas noites, sozinho.
Tinha apenas o som da minha voz e assim me fui, mesquinho.
Olhando para baixo cheio de culpa por não manter a ilusão...
(Findares de 2006)
Onde tinha apenas minha voz em companhia do teu aroma.
Mas agora que vejo as escolhas que fiz e grito em decepção...
Busco sua atenção.
E as coisas que quis abafaram-me a mente...
Induziram-me a fazer coisas que não quis. Mas agora é indiferente...
Destruí meu lar, e o que me ocorreu não foi por dor, foi por piedade.
Piedade das pessoas que se feriram ao ver a minha natureza...
Quando caiu essa mascara de fero de minha face, e apontou-me em verdade.
E então eu sorria, levava-me a um sonho e chorava com a certeza...
...De que deixara aos outros piores que a mim.
Afinal tive varias chances de fazer o certo, mas o egoísmo me cegara...
E eu apenas sorria, olhando para baixo dentro de mim...
Nos meus pés, na tua dor... Até que desistira.
E terminei por me destruir, nas noites, sozinho.
Tinha apenas o som da minha voz e assim me fui, mesquinho.
Olhando para baixo cheio de culpa por não manter a ilusão...
(Findares de 2006)
sábado, 13 de setembro de 2008
Urro de Negação...
Todas as coisas livres voam pela mente
Coisas que me dissestes...
As quais nem me lembro mais;
- Meu Deus!
Verdades caem como bombas a minha fronte, e nada devo dizer? -
Pai, por quanto mais me perderei do caminho, do real?
Estou ficando louco?
Talvez tenha cruzado a linha das psicoses concretas...
Mas que linha é esta, passou assim...
Despercebida.
Camuflada diante verdades, mentiras.
Camuflada entre meus passos...
Passos que deixei de sentir assim que fugi...
Fugir...
Sem rumo, sem pistas.
Para fugir necessito mais que você ao meu lado,
E se fugir, nunca mais voltar...
Uma nova história, uma nova estação.
Um renegado em busca de verdade nas coisas mais puras,
Como se pudesse,
Um dia,
Resgatar-te nas minhas lembranças,
Afogar-me num submarino de lágrimas...
Livre, concreto, real.
Onde a dor,
Única, legitima, é a vida de um surrealista...
(Início de 2005)
Coisas que me dissestes...
As quais nem me lembro mais;
- Meu Deus!
Verdades caem como bombas a minha fronte, e nada devo dizer? -
Pai, por quanto mais me perderei do caminho, do real?
Estou ficando louco?
Talvez tenha cruzado a linha das psicoses concretas...
Mas que linha é esta, passou assim...
Despercebida.
Camuflada diante verdades, mentiras.
Camuflada entre meus passos...
Passos que deixei de sentir assim que fugi...
Fugir...
Sem rumo, sem pistas.
Para fugir necessito mais que você ao meu lado,
E se fugir, nunca mais voltar...
Uma nova história, uma nova estação.
Um renegado em busca de verdade nas coisas mais puras,
Como se pudesse,
Um dia,
Resgatar-te nas minhas lembranças,
Afogar-me num submarino de lágrimas...
Livre, concreto, real.
Onde a dor,
Única, legitima, é a vida de um surrealista...
(Início de 2005)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Corvos
Vitimas, não é o que todos somos?
Hipocrisia derramada, vontades em conflito.
QUEIMEM...
... Tristes erros,
Que inquietáveis tiram o meu sono...
Que sono se já não a tenho em minha cama,
E de que maneira vale viver se não a tenho mais em mim...
Venha incendeie-me, suavemente,
Lacere minha carne, traga dor, ira;
Mas leve minha alma daqui...
Sem descanso, pois mesmo na morte sinto o ardor da vingança.
Guardados entre almas e túmulos
Queimando a minha face no mercúrio
Uma ave da noite,
O corvo, a mim justiça em sangue.
A cura da alma, um espírito de perturbação...
Faça-me a dor pela verdade...
A verdade pelas próprias mãos, gritando seu nome...
Procurando paz, na escuridão...
Levado ao inferno e voltando aos homens,
Procurando me encontrar,
Limpar os erros jamais escritos
Lavando carne, alma,
Purificando o coração...
(Metade de 2006)
Hipocrisia derramada, vontades em conflito.
QUEIMEM...
... Tristes erros,
Que inquietáveis tiram o meu sono...
Que sono se já não a tenho em minha cama,
E de que maneira vale viver se não a tenho mais em mim...
Venha incendeie-me, suavemente,
Lacere minha carne, traga dor, ira;
Mas leve minha alma daqui...
Sem descanso, pois mesmo na morte sinto o ardor da vingança.
Guardados entre almas e túmulos
Queimando a minha face no mercúrio
Uma ave da noite,
O corvo, a mim justiça em sangue.
A cura da alma, um espírito de perturbação...
Faça-me a dor pela verdade...
A verdade pelas próprias mãos, gritando seu nome...
Procurando paz, na escuridão...
Levado ao inferno e voltando aos homens,
Procurando me encontrar,
Limpar os erros jamais escritos
Lavando carne, alma,
Purificando o coração...
(Metade de 2006)
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
O Ilusionista
Quando fores derrotada estarei por perto;
No seu sofrimento,
Na dor;
Prefiro essa vulnerabilidade...
Quando te sentires horrível...
...Pegarei um pouco de confiança mostrando que nada mais importa.
Dar-te-ei um novo rumo;
Entrarei em ti
A embaralhar a realidade aos sonhos;
Criarei experiências únicas,
E para te fazer feliz, direi que nada mais importa...
Farei o que tiver que fazer,
Mesmo que tenha que tirar essa dor de ti...
Mostrarei coisas que te darão mais vida
Basta vir, confiar...
Agora ria, agarre-se a minha mentira.
Entre nessa dança, obedeça-me!
Deixe fazer da sua mente o meu ateliê
Destinar minha vida a fazer a sua, sentir a sua dor...
...Pisar nos seus sonhos,
Dominar-te sem aviso
Acorrentar-te a mim.
Venha comigo...
Há tempos tenho os olhos em você;
Sei o quanto sofres,
Sinto aquela dor
Acompanhe-me, entre nessa dança...
É só confiar,
E aproveitar a chance...
Transformarei seus dias em noites
E te mostrarei um mundo tão real quanto o seu
Onde para sempre estarás sobre meus olhos...
(Meiares de 2006)
No seu sofrimento,
Na dor;
Prefiro essa vulnerabilidade...
Quando te sentires horrível...
...Pegarei um pouco de confiança mostrando que nada mais importa.
Dar-te-ei um novo rumo;
Entrarei em ti
A embaralhar a realidade aos sonhos;
Criarei experiências únicas,
E para te fazer feliz, direi que nada mais importa...
Farei o que tiver que fazer,
Mesmo que tenha que tirar essa dor de ti...
Mostrarei coisas que te darão mais vida
Basta vir, confiar...
Agora ria, agarre-se a minha mentira.
Entre nessa dança, obedeça-me!
Deixe fazer da sua mente o meu ateliê
Destinar minha vida a fazer a sua, sentir a sua dor...
...Pisar nos seus sonhos,
Dominar-te sem aviso
Acorrentar-te a mim.
Venha comigo...
Há tempos tenho os olhos em você;
Sei o quanto sofres,
Sinto aquela dor
Acompanhe-me, entre nessa dança...
É só confiar,
E aproveitar a chance...
Transformarei seus dias em noites
E te mostrarei um mundo tão real quanto o seu
Onde para sempre estarás sobre meus olhos...
(Meiares de 2006)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Redentor
A cada queda, um desejo...
- Alucina-me,
Persigue-me… -
...O que mais eu posso dizer...
Apago, vou ao inferno e volto todas as noites.
A minha volta as pilhas de corpos mostram a realidade
As cinzas dos impuros ditam meu caminho...
E eu vou mais baixo, rumo ao meu próprio inferno,
- Um reino de luxúria e prazer que guarda a minha vera forma.
Onde os corpos suprimem a luz,
E as cinzas turvam o purpúreo céu que de um diótropo negro transparece a dor. -
Já não há comparação, o salvo em meus olhos, em minha face...
...Por onde corre a marca, do sangue humano, do choro dos anjos.
Uma cicatriz, ofuscada na mascara que uso, nos pensamentos falsos, na verdade não dita...
- E não sou mais a MENTIRA,
Mas uma nova forma de te seduzir.
Convidando-te a morrer em minhas noites,
E assim em meu reino te ter.
Mas não posso te matar, e não posso mais dormir;
Rachara a ilusão,
E já não há palavras para descrever o meu rosto,
MEU DESTINO. -
...E esta será uma nova forma de redenção, nas trevas de um anjo caído em corpo humano,
Criando os alicerces de Sodoma.
(fim de 2005)
- Alucina-me,
Persigue-me… -
...O que mais eu posso dizer...
Apago, vou ao inferno e volto todas as noites.
A minha volta as pilhas de corpos mostram a realidade
As cinzas dos impuros ditam meu caminho...
E eu vou mais baixo, rumo ao meu próprio inferno,
- Um reino de luxúria e prazer que guarda a minha vera forma.
Onde os corpos suprimem a luz,
E as cinzas turvam o purpúreo céu que de um diótropo negro transparece a dor. -
Já não há comparação, o salvo em meus olhos, em minha face...
...Por onde corre a marca, do sangue humano, do choro dos anjos.
Uma cicatriz, ofuscada na mascara que uso, nos pensamentos falsos, na verdade não dita...
- E não sou mais a MENTIRA,
Mas uma nova forma de te seduzir.
Convidando-te a morrer em minhas noites,
E assim em meu reino te ter.
Mas não posso te matar, e não posso mais dormir;
Rachara a ilusão,
E já não há palavras para descrever o meu rosto,
MEU DESTINO. -
...E esta será uma nova forma de redenção, nas trevas de um anjo caído em corpo humano,
Criando os alicerces de Sodoma.
(fim de 2005)
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Apenas um...
Que produções pobres, podres.
Poderes em palavras, investidas em vão.
Calmaria dos tristes, em Londres.
Chorando por uma ambição, uma paixão.
Por isso mantive aqui meu espírito,
Um poeta de um amor desigual, perigoso.
Um sonho livre, nunca escrito,
Possuído, carnalmente, num ato audacioso...
Porem, no fim de tudo você se foi, e apenas um me tornei,
Precisando de amor como nunca na vida.
Consumido numa dor comedida.
Abatido pela dependência que criei...
Mas a água não virou mais vinho
As poesias caíram, os filósofos tremeram...
E nas noites em que virgens gemeram,
Eu já não temia uma vida sem teu carinho.
(Fim de 2006)
Poderes em palavras, investidas em vão.
Calmaria dos tristes, em Londres.
Chorando por uma ambição, uma paixão.
Por isso mantive aqui meu espírito,
Um poeta de um amor desigual, perigoso.
Um sonho livre, nunca escrito,
Possuído, carnalmente, num ato audacioso...
Porem, no fim de tudo você se foi, e apenas um me tornei,
Precisando de amor como nunca na vida.
Consumido numa dor comedida.
Abatido pela dependência que criei...
Mas a água não virou mais vinho
As poesias caíram, os filósofos tremeram...
E nas noites em que virgens gemeram,
Eu já não temia uma vida sem teu carinho.
(Fim de 2006)
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Anjo Negro...
Em minha pele, minha mente...
[Em alma]
...Inflamo sem causa,
Fracassos meus, teus,
Chuva que me torna.
E já não sou...
...Interpreto fronte o caos que criei.
O ponteiro para...
...E queimo... Sem causa, nem combustível...
Minha pele implode...
[Rasga, fere-me]
... Cede lugar ao manto dos anjos, demônios.
- Em minha mente se anuncia que dias serão noites ante um sol negro que virá. -
... Rasteja novamente...
E tudo é mais claro...
Meus sonhos, a chuva de onde me alço,
Tendo o joelho entre as nuvens vejo minha perfeição...
[Mas agora as gotas me ferem a face]
...Revelando minhas magoas;
Marcas na pele, escurecendo minhas asas, correndo em mim.
E para ti restará assistir minha queda, ante o sol negro,
[Com a face esfolada, multiforme]
Onde incendiei minha alma na luz deste sol que passará a existir.
(Fim de 2005)
[Em alma]
...Inflamo sem causa,
Fracassos meus, teus,
Chuva que me torna.
E já não sou...
...Interpreto fronte o caos que criei.
O ponteiro para...
...E queimo... Sem causa, nem combustível...
Minha pele implode...
[Rasga, fere-me]
... Cede lugar ao manto dos anjos, demônios.
- Em minha mente se anuncia que dias serão noites ante um sol negro que virá. -
... Rasteja novamente...
E tudo é mais claro...
Meus sonhos, a chuva de onde me alço,
Tendo o joelho entre as nuvens vejo minha perfeição...
[Mas agora as gotas me ferem a face]
...Revelando minhas magoas;
Marcas na pele, escurecendo minhas asas, correndo em mim.
E para ti restará assistir minha queda, ante o sol negro,
[Com a face esfolada, multiforme]
Onde incendiei minha alma na luz deste sol que passará a existir.
(Fim de 2005)
domingo, 7 de setembro de 2008
Fim, O Outono.
Morte armada
Poder em queda;
Flechas e flâmulas...
Vestígios de mim...
...Intransigentes irregulares...
Poesias inconstantes guiam-me entre seus olhares.
Pulsos e punhos cortados em sangue “luciforme”.
Os AZULEJOS fitam réis pés,
Nus meus, leves, flutuam por si só.
E a vertigem neva a cidade...
Onde agora meu céfalo-pálido desencontra seu reflexo,
Pronando-me ao chão, e novamente o azulejo me fita.
...E minha bruta seiva, manto do meu fim;
Transcorre, marca, assina MEU LIVRO...
...E este será meu adeus, regurgitando meu acido,
Desfixando corpo-espírito, sobre o olhar dos azulejos.
(Início de 2006)
Poder em queda;
Flechas e flâmulas...
Vestígios de mim...
...Intransigentes irregulares...
Poesias inconstantes guiam-me entre seus olhares.
Pulsos e punhos cortados em sangue “luciforme”.
Os AZULEJOS fitam réis pés,
Nus meus, leves, flutuam por si só.
E a vertigem neva a cidade...
Onde agora meu céfalo-pálido desencontra seu reflexo,
Pronando-me ao chão, e novamente o azulejo me fita.
...E minha bruta seiva, manto do meu fim;
Transcorre, marca, assina MEU LIVRO...
...E este será meu adeus, regurgitando meu acido,
Desfixando corpo-espírito, sobre o olhar dos azulejos.
(Início de 2006)
sábado, 6 de setembro de 2008
Servindo-me desta Jarra
Séculos inteiros se passaram
E nenhuma alma mudou a face,
Exceto pela minha.
Deve ser o fato de ter varias pessoas a habitarem em mim,
Regrando-me,
Libertando.
Agora, enquanto procuro a verdade, a razão do ser humano,
Encontro-me entre pedras e espinhos,
E vejo que o mundo é o que merecemos,
Pois a verdade pode ser encarada de várias maneiras, distorcida, e quem liga;
A nossa mente é quem dita tudo.
Como há muito atrás, imagino onde se esconde a verdade, se dentro ou fora de nossas mentes;
No que acredito?
Não vale mais profetizar,
Apenas procuro a realidade,
Pois só o que é real me faz oscilar
LIVRE.
(Início de 2006)
E nenhuma alma mudou a face,
Exceto pela minha.
Deve ser o fato de ter varias pessoas a habitarem em mim,
Regrando-me,
Libertando.
Agora, enquanto procuro a verdade, a razão do ser humano,
Encontro-me entre pedras e espinhos,
E vejo que o mundo é o que merecemos,
Pois a verdade pode ser encarada de várias maneiras, distorcida, e quem liga;
A nossa mente é quem dita tudo.
Como há muito atrás, imagino onde se esconde a verdade, se dentro ou fora de nossas mentes;
No que acredito?
Não vale mais profetizar,
Apenas procuro a realidade,
Pois só o que é real me faz oscilar
LIVRE.
(Início de 2006)
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Culpa e Medo...
Quando a culpa te consome.
Você não pensa, some...
Desfaz-se de uma vida;
Abandona o que NUNCA FOI numa única despedida.
- Constrói-se a partir das sobras de alguém...
...Mas não acreditas em mim, em ninguém -.
Segues SOZINHA, apagando os rastros de quem eras...
Tirando o passado da mente, e assim te degeneras.
E serás como eu, mais um no mundo,
Mas para isto deves esquecer as dores, os prazeres...
Ir ao fundo;
Assim encontraras na noite uma aliada,
Na fantasia, verdade revelada.
Pois de ti as estrelas serão lapidadas na retina.
E a alvorada até nós chegará,
Absolvendo-nos desta chacina de almas.
Que por todas nossas noites abordará...
(2005)
Você não pensa, some...
Desfaz-se de uma vida;
Abandona o que NUNCA FOI numa única despedida.
- Constrói-se a partir das sobras de alguém...
...Mas não acreditas em mim, em ninguém -.
Segues SOZINHA, apagando os rastros de quem eras...
Tirando o passado da mente, e assim te degeneras.
E serás como eu, mais um no mundo,
Mas para isto deves esquecer as dores, os prazeres...
Ir ao fundo;
Assim encontraras na noite uma aliada,
Na fantasia, verdade revelada.
Pois de ti as estrelas serão lapidadas na retina.
E a alvorada até nós chegará,
Absolvendo-nos desta chacina de almas.
Que por todas nossas noites abordará...
(2005)
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Cativo da Vida...
QUERIA
Sair disso tudo, fugir...
...Ir a um lugar, em meio às estrelas,
Onde possa EXISTIR
E seduzir-me...
- Num lago, numa cabana, onde possa fazer minha novela.
Um lugar secreto, ao qual me transporto dessa cela...
Um planeta perfeito, cuja lua banhe o céu em vinho e as nuvens solares venham a me visitar -.
...É um desejo que tenho intimamente,
E por isso queria-te ao meu lado...
- Naquele beijo de cor, num pensamento calado -.
...Um desejo de um amor fervente...
- Pedidos em preces que já não posso mais prestar -.
...Um sonho, um destino, paralelos a verdade...
...Um deus a adorar, uma alma a cativar...
(Metade de 2006).
----------------
Ao som de: Nubian Mindz feat. KJ - Dreaming
via FoxyTunes
Sair disso tudo, fugir...
...Ir a um lugar, em meio às estrelas,
Onde possa EXISTIR
E seduzir-me...
- Num lago, numa cabana, onde possa fazer minha novela.
Um lugar secreto, ao qual me transporto dessa cela...
Um planeta perfeito, cuja lua banhe o céu em vinho e as nuvens solares venham a me visitar -.
...É um desejo que tenho intimamente,
E por isso queria-te ao meu lado...
- Naquele beijo de cor, num pensamento calado -.
...Um desejo de um amor fervente...
- Pedidos em preces que já não posso mais prestar -.
...Um sonho, um destino, paralelos a verdade...
...Um deus a adorar, uma alma a cativar...
(Metade de 2006).
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Ao som de: Nubian Mindz feat. KJ - Dreaming
via FoxyTunes
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Chuva de Novembro...
Desde que me vi aqui,
Os dias já não eram tão claros.
Senti um palpite insano de que este não era meu espaço,
E alienei-me a isto.
Transformei-me na escoria,
Fui do topo ao fundo,
E assim fui perdendo a esperança...
Tornei-me vazio a cada precipitação.
Porem lutei,
Levei os dias insolitamente me desprendendo dos prazeres.
Mas só via mentiras em meio às conquistas que obtinha...
DELICADAS
...
SUAVES,
Mentiras de mundo novo para mim;
UM LABIRINTO DE DOR,
Incerteza...
- Portanto me livrei de tudo,
O que antes era perfeito...
AGORA... Virou,
OBJETO
De contestação. -
...E na segunda chuva me cansei,
Provei da realidade e me feri...
Não pude deixar a sorte de lado e me manter são,
Agarrei meu destino e queimei em cólera,
Soltei os demônios da minha mente.
Assim me vi na fumaça da pistola,
Nos prazeres mundanos,
Mudando de vitima a cada esquina...
...Contudo na terceira chuva petrifiquei,
Tive que ir de novo do topo ao fundo para me conhecer,
E assim vivi; assim cai...
Pulei para fugir de mim,
Do que era,
Do que sou;
Desacelerei o tempo,
Livrando-me das dores deste sonho...
...Para acender meus olhos,
E viver outra vez...
(Início de 2006).
----------------
Ao som de: Nicola Conte Apresenta Rosalia De Souza - Canto De Ossanha
via FoxyTunes
Os dias já não eram tão claros.
Senti um palpite insano de que este não era meu espaço,
E alienei-me a isto.
Transformei-me na escoria,
Fui do topo ao fundo,
E assim fui perdendo a esperança...
Tornei-me vazio a cada precipitação.
Porem lutei,
Levei os dias insolitamente me desprendendo dos prazeres.
Mas só via mentiras em meio às conquistas que obtinha...
DELICADAS
...
SUAVES,
Mentiras de mundo novo para mim;
UM LABIRINTO DE DOR,
Incerteza...
- Portanto me livrei de tudo,
O que antes era perfeito...
AGORA... Virou,
OBJETO
De contestação. -
...E na segunda chuva me cansei,
Provei da realidade e me feri...
Não pude deixar a sorte de lado e me manter são,
Agarrei meu destino e queimei em cólera,
Soltei os demônios da minha mente.
Assim me vi na fumaça da pistola,
Nos prazeres mundanos,
Mudando de vitima a cada esquina...
...Contudo na terceira chuva petrifiquei,
Tive que ir de novo do topo ao fundo para me conhecer,
E assim vivi; assim cai...
Pulei para fugir de mim,
Do que era,
Do que sou;
Desacelerei o tempo,
Livrando-me das dores deste sonho...
...Para acender meus olhos,
E viver outra vez...
(Início de 2006).
----------------
Ao som de: Nicola Conte Apresenta Rosalia De Souza - Canto De Ossanha
via FoxyTunes
terça-feira, 2 de setembro de 2008
No Ferrão...
Não me importa mais se caíres.
Acredito que fiz o que podia
Paguei minhas contas com a minha liberdade
E na vida não tive um ”eu verdadeiro”,
[Cativo do coração...]
Hoje são torturas da minha alma
E a noite detinha o meu respirar.
Pensava que viraria a mesa, se a tivesse ao meu lado,
[Precisava de ti...]
E por mais que eu tentasse sempre acabaria em lágrimas
Doei o máximo de mim, e não encontrei...
Agora diga qual foi meu erro?
A cada dia, caia em contradição;
Desenterrava as dores, e chorava.
Pessoas como você, e como eu, devem ser livres,
LIVRES...
E nada mudaria se apostássemos de novo,
Por mais que das noites em tua cama...
- SINTO,
NOVAMENTE -
...E o meu corpo vira pedra sobre a tua política.
Agora, por mais que penses que vou te levantar...
- As ranhuras na minha vida - [No coração]
... Vejo-te cair,
E não quero isso...
Aquela velha noite na memória
Em uma velha fotografia a tombar do lado de lá.
...Por mais que eu tente, não é assim;
Vejo mais de ti em mim,
Em cada respirar,
Em cada risada...
EM RISADAS DESESPERADAS...
E se hoje me tens em mira...
Tu fazes alvo, os pedaços do meu coração;
Em caem como o vidro do espelho,
Ferido, como os cacos no chão.
FERIDO,
Viajando nessa alta velocidade.
E querendo te deixar pelo caminho...
Como ontem, tu fostes e me deixastes...
...AQUI - Nadando no sangue das minhas lagrimas.
Numa morte certa...
Para uma vida de erros, caída em mármore,
Derrotado, compreendendo...
... Que meu erro és tu.
(Metade de 2005).
----------------
Ao som de: Marc Seales, composer. New Stories. Ernie Watts, saxophone. - "Highway Blues"
via FoxyTunes
Acredito que fiz o que podia
Paguei minhas contas com a minha liberdade
E na vida não tive um ”eu verdadeiro”,
[Cativo do coração...]
Hoje são torturas da minha alma
E a noite detinha o meu respirar.
Pensava que viraria a mesa, se a tivesse ao meu lado,
[Precisava de ti...]
E por mais que eu tentasse sempre acabaria em lágrimas
Doei o máximo de mim, e não encontrei...
Agora diga qual foi meu erro?
A cada dia, caia em contradição;
Desenterrava as dores, e chorava.
Pessoas como você, e como eu, devem ser livres,
LIVRES...
E nada mudaria se apostássemos de novo,
Por mais que das noites em tua cama...
- SINTO,
NOVAMENTE -
...E o meu corpo vira pedra sobre a tua política.
Agora, por mais que penses que vou te levantar...
- As ranhuras na minha vida - [No coração]
... Vejo-te cair,
E não quero isso...
Aquela velha noite na memória
Em uma velha fotografia a tombar do lado de lá.
...Por mais que eu tente, não é assim;
Vejo mais de ti em mim,
Em cada respirar,
Em cada risada...
EM RISADAS DESESPERADAS...
E se hoje me tens em mira...
Tu fazes alvo, os pedaços do meu coração;
Em caem como o vidro do espelho,
Ferido, como os cacos no chão.
FERIDO,
Viajando nessa alta velocidade.
E querendo te deixar pelo caminho...
Como ontem, tu fostes e me deixastes...
...AQUI - Nadando no sangue das minhas lagrimas.
Numa morte certa...
Para uma vida de erros, caída em mármore,
Derrotado, compreendendo...
... Que meu erro és tu.
(Metade de 2005).
----------------
Ao som de: Marc Seales, composer. New Stories. Ernie Watts, saxophone. - "Highway Blues"
via FoxyTunes
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Cicatrizes...
...Revelarei as sombras na minha face,
[As cicatrizes que carrego]
De lugares os quais me levaram mais baixo,
Onde senti a minha própria extinção,
Onde lutar de nada adiantava...
- Mas o sol não mais flamejará,
Como a um animal selvagem unido a sua prisão eterna,
O mundo se fecha em terror. -
... E quando os meus inimigos vivenciarem a conquista,
Quero apenas que fiques.
Veja TEU FILHO!
E retornarei, e sem pesar,
Regorjearei todo ódio sobre eles...
[Com o mundo nas mãos]
Disseminando minhas sementes,
Purificando a terra...
[E mais perto estarão os sonhos]
...E será meu prazer trazer a racionalidade aos homens,
Derrubar as suas mentiras,
E minhas canções de amor...
(Fim de 2005).
----------------
Ao som de: Nenhum De Nós - Eu Menti
via FoxyTunes
[As cicatrizes que carrego]
De lugares os quais me levaram mais baixo,
Onde senti a minha própria extinção,
Onde lutar de nada adiantava...
- Mas o sol não mais flamejará,
Como a um animal selvagem unido a sua prisão eterna,
O mundo se fecha em terror. -
... E quando os meus inimigos vivenciarem a conquista,
Quero apenas que fiques.
Veja TEU FILHO!
E retornarei, e sem pesar,
Regorjearei todo ódio sobre eles...
[Com o mundo nas mãos]
Disseminando minhas sementes,
Purificando a terra...
[E mais perto estarão os sonhos]
...E será meu prazer trazer a racionalidade aos homens,
Derrubar as suas mentiras,
E minhas canções de amor...
(Fim de 2005).
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Ao som de: Nenhum De Nós - Eu Menti
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