Que produções pobres, podres.
Poderes em palavras, investidas em vão.
Calmaria dos tristes, em Londres.
Chorando por uma ambição, uma paixão.
Por isso mantive aqui meu espírito,
Um poeta de um amor desigual, perigoso.
Um sonho livre, nunca escrito,
Possuído, carnalmente, num ato audacioso...
Porem, no fim de tudo você se foi, e apenas um me tornei,
Precisando de amor como nunca na vida.
Consumido numa dor comedida.
Abatido pela dependência que criei...
Mas a água não virou mais vinho
As poesias caíram, os filósofos tremeram...
E nas noites em que virgens gemeram,
Eu já não temia uma vida sem teu carinho.
(Fim de 2006)
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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