Deixe-me ver-te viva,
Nua ao sol,
Envolta nas dunas...
Enquanto “cores” te fizerem rir
E nada em mim te ferir.
Pois quero aquele beijo,
Carregado no oceano
Que unindo os espíritos,
Faz-me viver,
AME-ME!
Deixe-me ver-te crua,
Nua nas sombras,
Rodeada por arvores e pedras.
Ver-te chorar, perder e também sofrer;
Nua e crua como era pra ser.
E por apenas UM DIA deixe tudo,
Atenha-se a minha mão,
Ao sussurro de meu mundo
Esqueça a alma, o coração,
Impulsione-se aos mortos,
Odeie-me para – poder – viver...
(Finalizada em 26.8.2006 às 02h00min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
domingo, 21 de setembro de 2008
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