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Balneário Camboriu, SC, Brazil
Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

domingo, 7 de setembro de 2008

Fim, O Outono.

Morte armada
Poder em queda;
Flechas e flâmulas...
Vestígios de mim...

...Intransigentes irregulares...

Poesias inconstantes guiam-me entre seus olhares.
Pulsos e punhos cortados em sangue “luciforme”.

Os AZULEJOS fitam réis pés,
Nus meus, leves, flutuam por si só.
E a vertigem neva a cidade...

Onde agora meu céfalo-pálido desencontra seu reflexo,
Pronando-me ao chão, e novamente o azulejo me fita.

...E minha bruta seiva, manto do meu fim;
Transcorre, marca, assina MEU LIVRO...

...E este será meu adeus, regurgitando meu acido,
Desfixando corpo-espírito, sobre o olhar dos azulejos.

(Início de 2006)

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