Das minhas palavras nada se fez
Não se enganou a solidão
Pois foram desvarios que joguei aos teus olhos
Sem polimento, ou cor.
Sim, deveria abraçar a camisa de força agora...
Afinal, são as fotografias da minha vida.
Que se moveram nas correntes do meu tempo
Minha estrada suja, ímpia...
E desejo... SAIR DAQUI,
[Procurando libertinagem]
Numa nova rota, onde possa seguir.
Olhar estrelas em colibri
Aplicar-me no asfalto
Na beira mar...
E se os anjos me diziam da perfeição
Já não a via,
E teus papiros sangrados... [Em aflição!]
Nada já me diziam,
E eu assentava em meu post-mortem
Um som,
Meu sacramento...
E minhas palavras jazem em minha sedução,
Pálida, fria.
De um tempo, que o tempo não esquece...
Onde só faltará a eu aprender...
...O SILÊNCIO.
(Fim de 2006).
----------------
Ao som de: Natalie Cole - Don't Say Goodnight
via FoxyTunes
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
sábado, 30 de agosto de 2008
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Rosas e Espinhos
Só,
- Apenas só -
Percebo-me entre os momentos que não tem mais fim...
[O sol se desfez nas nuvens]
...E até tentei achar uma saída;
Pensei em te trazer de volta pra mim,
Quis nunca te ver partir,
Como em um sonho...
... Você foi tudo pra mim.
Mas quando essa ilusão se desfez;
Vejo que esse sonho...
... Foi o meu medo de acordar;
Sentir-te como rosas e espinhos,
Numa maravilhosa fusão;
Onde amar, é uma fantasia,
E sentimos o mundo por duas faces;
FACES DA MESMA MOEDA...
[A saudade traz aquela dor que se esconde]
...E eu não a sinto;
É como em um sonho,
E se desfez.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Naoki Kenji - Let It Flow
via FoxyTunes
- Apenas só -
Percebo-me entre os momentos que não tem mais fim...
[O sol se desfez nas nuvens]
...E até tentei achar uma saída;
Pensei em te trazer de volta pra mim,
Quis nunca te ver partir,
Como em um sonho...
... Você foi tudo pra mim.
Mas quando essa ilusão se desfez;
Vejo que esse sonho...
... Foi o meu medo de acordar;
Sentir-te como rosas e espinhos,
Numa maravilhosa fusão;
Onde amar, é uma fantasia,
E sentimos o mundo por duas faces;
FACES DA MESMA MOEDA...
[A saudade traz aquela dor que se esconde]
...E eu não a sinto;
É como em um sonho,
E se desfez.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Naoki Kenji - Let It Flow
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Por Baixo da Pele
Novamente aquele gostinho de rancor em minhas veias,
Um santo em uma guerra de poderes,
E minha posição já não se torna tão definida...
... De um lado espelhos turvos...
- Que em laminas corta meu peito,
Sangra-me a face. -
... Do outro, rubro aglomerado de balas...
- Distantes negras vagam até mim,
Perfuram a carne, laceram a alma.-
... E uma via livre fronte a mim,
E a neblina ecoa da guitarra,
Um solo infernal vem á calar-me.
E acelero, alço vôo,
Sonho; respiro,
Caio em magoas, e decepções.
E aquele ódio se recria,
Deflagra meu ser irradiando áurea nuvem de dor...
Queimando a pele, e em carne...
[Sangro]
...Espelhos, balas,
Atingem-me vitalmente,
Onde o frio da teia, tecida pela morte,
É um corvo surrupiando minha essência...
[Um instante]
...E sufoca-me,
Bate asas, e me carrega nos olhos do sombrio voador...
[Permaneço] - apenas corpo,
Inanimado, sobre o silêncio do cromo.
Sangrando mercúrio, e álcool.
E a guitarra, o ódio, a teia, derrubam-me...
[Petrifico]
...E dos olhos do pássaro,
Recrio-me, num ser perfeito...
- Unindo luz e trevas, em corpo. –
... Um deus em carne viva,
Abrigado pelas asas cujas feições roubou de anjos, demônios...
Exalando ódio, justiça; lutando contra a dor,
Vivendo pela espada...
... Um santo em uma guerra de poderes.
(Fim de 2005).
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Ao som de: Mystikal - Ain't Gonna See Tomorrow
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Um santo em uma guerra de poderes,
E minha posição já não se torna tão definida...
... De um lado espelhos turvos...
- Que em laminas corta meu peito,
Sangra-me a face. -
... Do outro, rubro aglomerado de balas...
- Distantes negras vagam até mim,
Perfuram a carne, laceram a alma.-
... E uma via livre fronte a mim,
E a neblina ecoa da guitarra,
Um solo infernal vem á calar-me.
E acelero, alço vôo,
Sonho; respiro,
Caio em magoas, e decepções.
E aquele ódio se recria,
Deflagra meu ser irradiando áurea nuvem de dor...
Queimando a pele, e em carne...
[Sangro]
...Espelhos, balas,
Atingem-me vitalmente,
Onde o frio da teia, tecida pela morte,
É um corvo surrupiando minha essência...
[Um instante]
...E sufoca-me,
Bate asas, e me carrega nos olhos do sombrio voador...
[Permaneço] - apenas corpo,
Inanimado, sobre o silêncio do cromo.
Sangrando mercúrio, e álcool.
E a guitarra, o ódio, a teia, derrubam-me...
[Petrifico]
...E dos olhos do pássaro,
Recrio-me, num ser perfeito...
- Unindo luz e trevas, em corpo. –
... Um deus em carne viva,
Abrigado pelas asas cujas feições roubou de anjos, demônios...
Exalando ódio, justiça; lutando contra a dor,
Vivendo pela espada...
... Um santo em uma guerra de poderes.
(Fim de 2005).
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Ao som de: Mystikal - Ain't Gonna See Tomorrow
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Essência
Cavaleiros guiados sua vontade
Como o verso da morte nos mais tristes poemas.
Não almejamos por fama e fortuna
Apenas um lugar de paz...
Que paz?
Se soubermos que esquecidos fomos;
Forjados entre drink’s e cigarros,
Nas sombras da loucura humana;
Entre espelhos pisados
E memórias de vidas passadas...
SÃO CRIANÇAS LUTANDO!!!
Morrendo numa guerra que não lhes pertence...
Parece horrível?
Mas não esqueça que já participei disso tudo...
... HERÓIS!
Mas perpetuo,
Há na memória as faces frias no chão...
Corpos dilacerados cujo destino tem uma face apenas.
E como se nada mais importasse...
... HERÓIS!
Digam-me eles então:
_ “Agora vivem onde as suas almas?”
Perdidas no tempo, na razão...
Mas que razão?
Nessa hora que encontro
Sinto minha essência em fim
No fogo e napalm...
E não ligo pra o que façam – (HERÓIS) -
Só quero você essa noite...
Como um último suspiro e nada mais,
Morrendo numa verdade doentia.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Montgomery Gentry - Hillbilly Shoes
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Como o verso da morte nos mais tristes poemas.
Não almejamos por fama e fortuna
Apenas um lugar de paz...
Que paz?
Se soubermos que esquecidos fomos;
Forjados entre drink’s e cigarros,
Nas sombras da loucura humana;
Entre espelhos pisados
E memórias de vidas passadas...
SÃO CRIANÇAS LUTANDO!!!
Morrendo numa guerra que não lhes pertence...
Parece horrível?
Mas não esqueça que já participei disso tudo...
... HERÓIS!
Mas perpetuo,
Há na memória as faces frias no chão...
Corpos dilacerados cujo destino tem uma face apenas.
E como se nada mais importasse...
... HERÓIS!
Digam-me eles então:
_ “Agora vivem onde as suas almas?”
Perdidas no tempo, na razão...
Mas que razão?
Nessa hora que encontro
Sinto minha essência em fim
No fogo e napalm...
E não ligo pra o que façam – (HERÓIS) -
Só quero você essa noite...
Como um último suspiro e nada mais,
Morrendo numa verdade doentia.
(Fim de 2006).
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Ao som de: Montgomery Gentry - Hillbilly Shoes
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Em tua Essência
Tudo é passado nos últimos suspiros.
Eles ficaram sempre congelados na sua face;
Como um sonho por você,
Uma alma perdida...
...Revivendo os passos do meu coração.
Ninguém aprende com erros.
Eles apenas revivem os passos que bati.
Queria saber onde estavas,
Quando te veria novamente...
E foi assim lentamente, sem te ter, que me perdi...
[Em tua essência pra todo o sempre]
...Nas noites de profecia, nos traços do teu rosto.
ERROS...
Tudo que quis fazer
Somado a tudo que fiz,
Em indesejáveis cicatrizes que não dizem adeus,
Ferem, ficam, duram...
E hoje, meus sentimentos aglomerados,
Atraem-me mais a ti...
[É a razão para uma existência fútil]
...Num medo do momento antes do adeus na tua porta.
Insuportável?
NÃO!
Então, por que te perdi?
Éramos almas no mercado do amor...
E agora desejo reviver os dias que esgotaram antes do tempo...
(Início de 2006).
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Ao som de: Monte La Rue - Turn Off The Light
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Eles ficaram sempre congelados na sua face;
Como um sonho por você,
Uma alma perdida...
...Revivendo os passos do meu coração.
Ninguém aprende com erros.
Eles apenas revivem os passos que bati.
Queria saber onde estavas,
Quando te veria novamente...
E foi assim lentamente, sem te ter, que me perdi...
[Em tua essência pra todo o sempre]
...Nas noites de profecia, nos traços do teu rosto.
ERROS...
Tudo que quis fazer
Somado a tudo que fiz,
Em indesejáveis cicatrizes que não dizem adeus,
Ferem, ficam, duram...
E hoje, meus sentimentos aglomerados,
Atraem-me mais a ti...
[É a razão para uma existência fútil]
...Num medo do momento antes do adeus na tua porta.
Insuportável?
NÃO!
Então, por que te perdi?
Éramos almas no mercado do amor...
E agora desejo reviver os dias que esgotaram antes do tempo...
(Início de 2006).
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Ao som de: Monte La Rue - Turn Off The Light
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Minha Ilusão...
Escute-me, de que vale a vida nestes tempos de medo?
Não sou nenhum herói,
Nem ao menos politicamente correto...
Apenas peço que NOTE as pessoas matando,
Morrendo...
Você se machuca, e ninguém liga...
[Deus não liga]
Mas assim você segue, todos seguem.
Você sonha, geme,
E ainda não compreende o modo como às coisas passam pela sua mente.
- Você chora, como todo mundo.
E sozinha, se extingui...
Cai na minha ilusão. –
Seus desejos, paralelos a paixão,
Acendendo a cada minuto...
...Por isso sonhe, grite, vire-se ao avesso.
Mas mantenha-se longe...
Sinta-se grotesco de vez em quando;
Um pouco idiota; perdido.
...Mas tente ser normal por um tempo.
Se não os seus desejos ainda persistirão após a minha partida;
E quando você tentar desistir,
A culpa será sua,
Não posso ser seu...
E assim caiarás ao fogo toda noite,
...Lágrimas e mortos.
Mas lembre, não sou o senhor “politicamente correto”;
Apenas protejo você em mim...
(Metade de 2006).
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Ao som de: Mono Deluxe - Back In Rio
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Não sou nenhum herói,
Nem ao menos politicamente correto...
Apenas peço que NOTE as pessoas matando,
Morrendo...
Você se machuca, e ninguém liga...
[Deus não liga]
Mas assim você segue, todos seguem.
Você sonha, geme,
E ainda não compreende o modo como às coisas passam pela sua mente.
- Você chora, como todo mundo.
E sozinha, se extingui...
Cai na minha ilusão. –
Seus desejos, paralelos a paixão,
Acendendo a cada minuto...
...Por isso sonhe, grite, vire-se ao avesso.
Mas mantenha-se longe...
Sinta-se grotesco de vez em quando;
Um pouco idiota; perdido.
...Mas tente ser normal por um tempo.
Se não os seus desejos ainda persistirão após a minha partida;
E quando você tentar desistir,
A culpa será sua,
Não posso ser seu...
E assim caiarás ao fogo toda noite,
...Lágrimas e mortos.
Mas lembre, não sou o senhor “politicamente correto”;
Apenas protejo você em mim...
(Metade de 2006).
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Ao som de: Mono Deluxe - Back In Rio
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domingo, 24 de agosto de 2008
E Tudo Sera Teu
Venho a muito andando por aqui...
Administrando com caos e discórdia o solo que vi criar,
Uma cobra entre maçãs.
Caminhando entre soberanos e reis...
A luz unida à escuridão,
Reivindicando essa terra em meu nome.
E não precisa ter muito fascínio para me conhecer,
Joguei xadrez com Jesus,
E nas vezes que ele me negou não cri,
Afinal vim para corromper os homens...
Mas isso é apenas um começo,
Quero roubar a sua inocência,
Tornar-te um criminoso,
Um servo...
E enquanto rodeei por aqui, fiz algumas mudanças.
Detetizei judeus em nuvens de ira,
Disseminei a negra peste,
Criei crianças nucleares,
Mas nunca deixei as balas pararem.
Apresentei a escravidão do povo de Abraão,
Aos filhos da mãe negra...
Agora por que tu não sentas aqui e vamos negociar
Não há preço tão alto que não possa pagar.
Posso te fazer czar ou um imortal,
Uma caridade minha, por um preço justo.
Pois cheguei a tanto,
E já não posso parar...
Então me abrace,
Pois virei na sua perdição,
Uma mão de apoio,
Minha doce ajuda.
Em troca namores meu nome, e selaras seu destino.
E não importa o que te digam.
O mal pode criar o bem...
Agora me siga assim, sem duvidas,
Pura e cegamente,
Para idolatrar-me
Sangrar por mim na revolução que precedera um novo governo,
Pois almejo o cargo dele há tanto tempo que nem mais sei.
E pra cada pessoa que ele salvou eu o desprovi de três
Mas por enquanto pegue um charuto e aproveite,
Pois isso só acaba quando eu mandar...
Sou filho da luz imaculada,
Eterna estrela da manhã...
Sou a serpente, uma cobra entre maçãs.
(início de 2005).
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Ao som de: Moizés Santana - Bala Com Bala
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Administrando com caos e discórdia o solo que vi criar,
Uma cobra entre maçãs.
Caminhando entre soberanos e reis...
A luz unida à escuridão,
Reivindicando essa terra em meu nome.
E não precisa ter muito fascínio para me conhecer,
Joguei xadrez com Jesus,
E nas vezes que ele me negou não cri,
Afinal vim para corromper os homens...
Mas isso é apenas um começo,
Quero roubar a sua inocência,
Tornar-te um criminoso,
Um servo...
E enquanto rodeei por aqui, fiz algumas mudanças.
Detetizei judeus em nuvens de ira,
Disseminei a negra peste,
Criei crianças nucleares,
Mas nunca deixei as balas pararem.
Apresentei a escravidão do povo de Abraão,
Aos filhos da mãe negra...
Agora por que tu não sentas aqui e vamos negociar
Não há preço tão alto que não possa pagar.
Posso te fazer czar ou um imortal,
Uma caridade minha, por um preço justo.
Pois cheguei a tanto,
E já não posso parar...
Então me abrace,
Pois virei na sua perdição,
Uma mão de apoio,
Minha doce ajuda.
Em troca namores meu nome, e selaras seu destino.
E não importa o que te digam.
O mal pode criar o bem...
Agora me siga assim, sem duvidas,
Pura e cegamente,
Para idolatrar-me
Sangrar por mim na revolução que precedera um novo governo,
Pois almejo o cargo dele há tanto tempo que nem mais sei.
E pra cada pessoa que ele salvou eu o desprovi de três
Mas por enquanto pegue um charuto e aproveite,
Pois isso só acaba quando eu mandar...
Sou filho da luz imaculada,
Eterna estrela da manhã...
Sou a serpente, uma cobra entre maçãs.
(início de 2005).
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Ao som de: Moizés Santana - Bala Com Bala
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sábado, 23 de agosto de 2008
Manhãs de Segunda
Esta noite,
Enquanto nos vemos juntos,
LIVRES.
As coisas que dizes,
Nas púrpuras que saem dos teus olhos;
Trazem-me ao tudo, ao nada...
Eu sei que nunca vou ter outra como tu
Você tem a verdade...
Sei que posso estar cego, mas que seja por ti.
Queria você fazendo o tempo desaparecer em uma noite de setembro;
Nas noites sem sono, noites sem lua,
Na escravidão de uma paixão...
Há liberdade que não me foi dada na primeira luz dum sol.
...Numa musica nunca tocada.
E mais nada precisa ter sentido ou lógica.
E os segredos dos teus olhos,
Revelam-se para os anjos;
Fixando a perfeição,
Voltando as coisas que quero,
PRECISO...
Numa noite de setembro,
Nos caminhos da vida,
Numa voz lutando contra o silencio do coração...
Desaparecendo no teu milagre.
...Vagando pelo sorriso,
Num momento que procurei viver...
Porem hoje algo mude.
...Não digo que tem que ser assim.
Os teus olhos dizem,
E as lágrimas demonstram a maneira como te sentes sobre isso...
Talvez se as coisas mudassem hoje podia ser um dia como os outros.
Um túnel de maravilhas que oscilam com as cores,
Um túnel pra nos salvar daquela dor das manhãs de segunda...
Pra nos fazer voar,
Viver, não sonhar.
Crescer e existir
Copular, e cantar.
Nada que digo tem uma razão,
Sentido – Só deve ser claro,
Sereno.
Como a faca que fere a carne,
As palavras que transformam o amor,
E a droga que dá a vida, nos leves toques de adeus, nas noites de domingo...
(2006).
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Ao som de: Mississippi John Hurt - Since I've Laid My Burden Down
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Enquanto nos vemos juntos,
LIVRES.
As coisas que dizes,
Nas púrpuras que saem dos teus olhos;
Trazem-me ao tudo, ao nada...
Eu sei que nunca vou ter outra como tu
Você tem a verdade...
Sei que posso estar cego, mas que seja por ti.
Queria você fazendo o tempo desaparecer em uma noite de setembro;
Nas noites sem sono, noites sem lua,
Na escravidão de uma paixão...
Há liberdade que não me foi dada na primeira luz dum sol.
...Numa musica nunca tocada.
E mais nada precisa ter sentido ou lógica.
E os segredos dos teus olhos,
Revelam-se para os anjos;
Fixando a perfeição,
Voltando as coisas que quero,
PRECISO...
Numa noite de setembro,
Nos caminhos da vida,
Numa voz lutando contra o silencio do coração...
Desaparecendo no teu milagre.
...Vagando pelo sorriso,
Num momento que procurei viver...
Porem hoje algo mude.
...Não digo que tem que ser assim.
Os teus olhos dizem,
E as lágrimas demonstram a maneira como te sentes sobre isso...
Talvez se as coisas mudassem hoje podia ser um dia como os outros.
Um túnel de maravilhas que oscilam com as cores,
Um túnel pra nos salvar daquela dor das manhãs de segunda...
Pra nos fazer voar,
Viver, não sonhar.
Crescer e existir
Copular, e cantar.
Nada que digo tem uma razão,
Sentido – Só deve ser claro,
Sereno.
Como a faca que fere a carne,
As palavras que transformam o amor,
E a droga que dá a vida, nos leves toques de adeus, nas noites de domingo...
(2006).
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Ao som de: Mississippi John Hurt - Since I've Laid My Burden Down
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008
O Poeta e a Ilusionista...
Faça-me sentir;
Perdido novamente,
Talvez, inocentemente procurando por algo que me arruinou...
...Mas se quer me lembro o que!
CONFUSO;
Como um andarilho...
...Sem destino,
Lançado ao mundo.
SOZINHO;
Abraçado pela escuridão na qual me difundi...
...Sofrendo em silencio,
Pela dor cujas feridas já não sangram mais.
Santuários e vilas,
IGREJAS;
Tudo já não tem mais sentido
E meus pedaços jazerem no chão...
Ontem as noites eram infindáveis,
E o fundo era mais fundo;
Minha alma já não se assentava em mim...
Sentia algo – Talvez alguém.
...E tentei não me render aos artifícios do momento.
Mas não pude cerrar os olhos;
E a cada segundo que fitava...
Inspirava-me mais – Recuperava-me.
...Depois de tanto padecer em silencio.
Não sei o que houve;
Mas um único momento
Configurou-me pra vida.
E agora quando a sinto próxima,
Imagino – Sonho!
Perco-me pela vida toda!
E a cada vez que você chega até mim...
Toda vez que fecho os olhos...
Tenho você ao meu lado;
Em meus braços...
Até o fim dos tempos.
Embora sabendo que é só sonho
Entra em mim
E o tempo para,
Ocupa-me a mente...
Sem aviso - Domina-me.
...Faz-me em pedaços,
Para me trazer a vida outra vez...
E me mostrar que o amor também pode ser uma fraca ilusão.
(2006).
----------------
Ao som de: Minimatic feat. Juilette P. - Take On Me
via FoxyTunes
Perdido novamente,
Talvez, inocentemente procurando por algo que me arruinou...
...Mas se quer me lembro o que!
CONFUSO;
Como um andarilho...
...Sem destino,
Lançado ao mundo.
SOZINHO;
Abraçado pela escuridão na qual me difundi...
...Sofrendo em silencio,
Pela dor cujas feridas já não sangram mais.
Santuários e vilas,
IGREJAS;
Tudo já não tem mais sentido
E meus pedaços jazerem no chão...
Ontem as noites eram infindáveis,
E o fundo era mais fundo;
Minha alma já não se assentava em mim...
Sentia algo – Talvez alguém.
...E tentei não me render aos artifícios do momento.
Mas não pude cerrar os olhos;
E a cada segundo que fitava...
Inspirava-me mais – Recuperava-me.
...Depois de tanto padecer em silencio.
Não sei o que houve;
Mas um único momento
Configurou-me pra vida.
E agora quando a sinto próxima,
Imagino – Sonho!
Perco-me pela vida toda!
E a cada vez que você chega até mim...
Toda vez que fecho os olhos...
Tenho você ao meu lado;
Em meus braços...
Até o fim dos tempos.
Embora sabendo que é só sonho
Entra em mim
E o tempo para,
Ocupa-me a mente...
Sem aviso - Domina-me.
...Faz-me em pedaços,
Para me trazer a vida outra vez...
E me mostrar que o amor também pode ser uma fraca ilusão.
(2006).
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Ao som de: Minimatic feat. Juilette P. - Take On Me
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Juizo Final
Guerras,
Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Mil - How You Want It
via FoxyTunes
Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Mil - How You Want It
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Soneto a Shakespiere
Como uma rosa havia por derrubar-se.
Fora sepultado em seu próprio aroma e prazer,
Via-se murcha em pétalas e poemas por criar-se;
Como sóbrio e bêbado ao luar, mais uma alma morta que pouco conhecera o viver.
E nos conformes à lua desta rosa fugia...
Abria espaço à solidão que a reservaria um sepulcro escuro,
E este a ele confundia.
Nos arrependimentos e movimentos de um anjo puro.
E as pedras estavam a cercar,
Pois era uma dentre tantas “Julietas” entre terra, mar e céu.
E as pedras cálices do veneno a desvairar.
Pois ele, o poeta bucólico, o anjo de alento de uma dama e a calma de seu véu.
Criara um ato para si só...
Onde empunhara as dores de um mundo
E as cravara fundo, sem compaixão ou dó.
Para serem julgados no solo sagrado dos atores,
Onde ela eternamente seria a rosa, das brigas e dores,
E era também a morte de um coração,
Era a morte, por ressonar sua canção...
(Finalizada em 10.12.2006 às 00h08min).
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Ao som de: Paulina Rubio - Nena - (with Paulina Rubio)
via FoxyTunes
Fora sepultado em seu próprio aroma e prazer,
Via-se murcha em pétalas e poemas por criar-se;
Como sóbrio e bêbado ao luar, mais uma alma morta que pouco conhecera o viver.
E nos conformes à lua desta rosa fugia...
Abria espaço à solidão que a reservaria um sepulcro escuro,
E este a ele confundia.
Nos arrependimentos e movimentos de um anjo puro.
E as pedras estavam a cercar,
Pois era uma dentre tantas “Julietas” entre terra, mar e céu.
E as pedras cálices do veneno a desvairar.
Pois ele, o poeta bucólico, o anjo de alento de uma dama e a calma de seu véu.
Criara um ato para si só...
Onde empunhara as dores de um mundo
E as cravara fundo, sem compaixão ou dó.
Para serem julgados no solo sagrado dos atores,
Onde ela eternamente seria a rosa, das brigas e dores,
E era também a morte de um coração,
Era a morte, por ressonar sua canção...
(Finalizada em 10.12.2006 às 00h08min).
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Ao som de: Paulina Rubio - Nena - (with Paulina Rubio)
via FoxyTunes
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Voz Ativa!
Feche os teus olhos para me seguir...
[Segure minha mão].
...Mas nunca esqueça de seguir a minha voz;
Pois as mentiras que canto buscam a paz mundial.
Mas não trazem paz nem nas ruas.
_ Consegues ouvir a minha voz?
Pois ela vai tirar tudo de ti.
Mas encare isso sorrindo,
Pois não importa se é preto ou branco,
Cada um de nos tem uma historia pra contar...
...Agora me diga a sua.
E vou lhe falar algo que nunca esqueceras,
Uma viagem tão doce que te fará sangrar.
E cada palavra que sair de mim,
Estarás um pouco mais longe de casa...
Já não adianta se esconder na noite,
Ouça nossos passos,
[Estamos por ai]
Carregando o inferno,
Invadindo sua mente em nicotina,
Para nunca mais te sentires em casa novamente...
_ É para isso que servem os exércitos do inferno!
...E não se preocupe,
Apertarás a mão do “Príncipe”,
Enquanto tiraremos o seu tempo.
Levando-te a algum lugar...
À lugar algum.
Afastando-te do chão,
Enquanto abraças a minha voz...
(Início de 2006)
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Ao som de: Rolling Stones - Blinded By Rainbows
via FoxyTunes
[Segure minha mão].
...Mas nunca esqueça de seguir a minha voz;
Pois as mentiras que canto buscam a paz mundial.
Mas não trazem paz nem nas ruas.
_ Consegues ouvir a minha voz?
Pois ela vai tirar tudo de ti.
Mas encare isso sorrindo,
Pois não importa se é preto ou branco,
Cada um de nos tem uma historia pra contar...
...Agora me diga a sua.
E vou lhe falar algo que nunca esqueceras,
Uma viagem tão doce que te fará sangrar.
E cada palavra que sair de mim,
Estarás um pouco mais longe de casa...
Já não adianta se esconder na noite,
Ouça nossos passos,
[Estamos por ai]
Carregando o inferno,
Invadindo sua mente em nicotina,
Para nunca mais te sentires em casa novamente...
_ É para isso que servem os exércitos do inferno!
...E não se preocupe,
Apertarás a mão do “Príncipe”,
Enquanto tiraremos o seu tempo.
Levando-te a algum lugar...
À lugar algum.
Afastando-te do chão,
Enquanto abraças a minha voz...
(Início de 2006)
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Ao som de: Rolling Stones - Blinded By Rainbows
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Presente Passado
Olhe as estrelas;
As pessoas passando.
Veja a realidade te ferindo
CURANDO...
Procure pelo que precisas.
Suba as montanhas,
CAMINHE sobre os mares.
E nada mais importa;
O amor;
A solidão,
Teu tempo fazendo presente
O passado...
E...
Nós...
Reaprendemos a amar?
Deixe que o tempo cure sua alma
Seu coração.
Acabe com os medos,
A solidão...
E nós?
Sim, reaprenderemos a amar!
(Fim de 2006)
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Ao som de: The Righteous Brothers - You've Lost That Lovin' Feelin
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As pessoas passando.
Veja a realidade te ferindo
CURANDO...
Procure pelo que precisas.
Suba as montanhas,
CAMINHE sobre os mares.
E nada mais importa;
O amor;
A solidão,
Teu tempo fazendo presente
O passado...
E...
Nós...
Reaprendemos a amar?
Deixe que o tempo cure sua alma
Seu coração.
Acabe com os medos,
A solidão...
E nós?
Sim, reaprenderemos a amar!
(Fim de 2006)
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Ao som de: The Righteous Brothers - You've Lost That Lovin' Feelin
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domingo, 17 de agosto de 2008
Monólogo ao Universo
Esta noite te sentia ao meu lado na cama;
Sabia que não era real, e ignorava...
- Perguntavam-me por que as estrelas não nos iluminavam esta noite. -
...As vibrações do meu corpo irradiam-me na noite,
Em pulsantes cores que contemplam a criação.
Um universo envolto num lenço de novocaína
Antes do principio e após o fim.
- Unindo as peças onde toda a luz é escuridão -
E se todas as vozes e sons forem...
...Uma perversa religião;
Que levam a noite ao selvagem,
E meu corpo ao limite vinte quatro horas a fio...
- E perguntas-me: “Por que as estrelas não nos iluminam esta noite?” -
... E se houvesse um único desejo,
Um mandamento.
Libertar-nos-íamos nas luzes destes sóis
Ecoando em plasma e vivacidade nas lágrimas de um cego.
... E queimaríamos sem tristezas no mercúrio
Fundidos...
Numa perversa religião;
Que seca a seiva bruta;
E faz minha respiração aguçar a alma pelo espaço entre nós.
E nada poderia separar a nós,
Estaríamos unidos em energia e matéria;
Somos dois sóis fundindo-se na noite do universo
Entre o principio e o fim...
Em nossa perversa religião.
- E eu poderia responder: “Se as estrelas não nos iluminam essa noite nada demais, pois ainda a tenho aqui...” -.
(Metade de 2006).
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Ao som de: The New Mastersounds feat. Corinne Bailey Rae - Your Love Is Mine
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Sabia que não era real, e ignorava...
- Perguntavam-me por que as estrelas não nos iluminavam esta noite. -
...As vibrações do meu corpo irradiam-me na noite,
Em pulsantes cores que contemplam a criação.
Um universo envolto num lenço de novocaína
Antes do principio e após o fim.
- Unindo as peças onde toda a luz é escuridão -
E se todas as vozes e sons forem...
...Uma perversa religião;
Que levam a noite ao selvagem,
E meu corpo ao limite vinte quatro horas a fio...
- E perguntas-me: “Por que as estrelas não nos iluminam esta noite?” -
... E se houvesse um único desejo,
Um mandamento.
Libertar-nos-íamos nas luzes destes sóis
Ecoando em plasma e vivacidade nas lágrimas de um cego.
... E queimaríamos sem tristezas no mercúrio
Fundidos...
Numa perversa religião;
Que seca a seiva bruta;
E faz minha respiração aguçar a alma pelo espaço entre nós.
E nada poderia separar a nós,
Estaríamos unidos em energia e matéria;
Somos dois sóis fundindo-se na noite do universo
Entre o principio e o fim...
Em nossa perversa religião.
- E eu poderia responder: “Se as estrelas não nos iluminam essa noite nada demais, pois ainda a tenho aqui...” -.
(Metade de 2006).
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Ao som de: The New Mastersounds feat. Corinne Bailey Rae - Your Love Is Mine
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sábado, 16 de agosto de 2008
Da Queda do Homem...
O homem caminha carregando a marca em seus pés.
Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(Em 2006).
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Ao som de: James Gang - Funk #49
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Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(Em 2006).
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Ao som de: James Gang - Funk #49
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Pálido Semblante
Meu corpo, minha pele,
[Pálida forma]
Uma névoa na escuridão por onde sigo.
O mundo se tornara uma sedução.
Creio nisso até onde os olhos alçam,
E seu mundo ganhou uma razão...
Meus olhos,
Provocantes, insinuantes, induzem-te a pecar,
Induzem-te a ser minha.
E meus lábios agora escondem meu veneno,
Que soa conforme o vento,
Lacera a carne, e te salva.
Por isso, não tenha medo,
Aceite o teu destino...
...Una-se a mim neste momento em que te carrego nos braços,
Desisto da forma humana da minha face e te mostro um caminho mais verdadeiro.
Na ponta dos meus caninos,
No teu sangue, no respirar.
Para te fazer viver, te matar...
(Meio de 2005)
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Ao som de: The Cranberries - Ridiculous Thoughts
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[Pálida forma]
Uma névoa na escuridão por onde sigo.
O mundo se tornara uma sedução.
Creio nisso até onde os olhos alçam,
E seu mundo ganhou uma razão...
Meus olhos,
Provocantes, insinuantes, induzem-te a pecar,
Induzem-te a ser minha.
E meus lábios agora escondem meu veneno,
Que soa conforme o vento,
Lacera a carne, e te salva.
Por isso, não tenha medo,
Aceite o teu destino...
...Una-se a mim neste momento em que te carrego nos braços,
Desisto da forma humana da minha face e te mostro um caminho mais verdadeiro.
Na ponta dos meus caninos,
No teu sangue, no respirar.
Para te fazer viver, te matar...
(Meio de 2005)
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Ao som de: The Cranberries - Ridiculous Thoughts
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Sangue Pecado...
Viestes como grande maré, aflição.
Invadindo-me levou o que restava de mim...
Mente; alma, coração...
Não entendi o teu ponto de vista, você cometeu todos os erros e os jogou em minha face.
Derrubou-me num único sopro de dor – um inevitável impasse...
Mas neblina me afastou de ti, e cristais de quartzo turvaram meu olhar.
- ESCURIDÃO -
Minha vida se esgotava, e eu a deixava ir...
... Não pude ao amor sustentar.
Criei algo irreal, que cruzou a linha e saiu da minha mente;
Num sentimento incrível, uma força, liberdade e dor adjacente.
E não havia mais o que temer...
... Já fora à tarde e me tornara melhor nos meus prantos. Mantendo o olhar ao alto, sem medo do meu alvorecer.
Agindo... Pois a vida não foi feita para pensar duas vezes, e pensar o encadeia ao passado;
De onde não adianta tentar fugir, pois estás ateado ao teu fado.
E ninguém mais sangrará por ti, pondo fim ao vosso pecado...
(2006)
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Ao som de: V.A. - Far From In Love - Chill Out
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Invadindo-me levou o que restava de mim...
Mente; alma, coração...
Não entendi o teu ponto de vista, você cometeu todos os erros e os jogou em minha face.
Derrubou-me num único sopro de dor – um inevitável impasse...
Mas neblina me afastou de ti, e cristais de quartzo turvaram meu olhar.
- ESCURIDÃO -
Minha vida se esgotava, e eu a deixava ir...
... Não pude ao amor sustentar.
Criei algo irreal, que cruzou a linha e saiu da minha mente;
Num sentimento incrível, uma força, liberdade e dor adjacente.
E não havia mais o que temer...
... Já fora à tarde e me tornara melhor nos meus prantos. Mantendo o olhar ao alto, sem medo do meu alvorecer.
Agindo... Pois a vida não foi feita para pensar duas vezes, e pensar o encadeia ao passado;
De onde não adianta tentar fugir, pois estás ateado ao teu fado.
E ninguém mais sangrará por ti, pondo fim ao vosso pecado...
(2006)
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Ao som de: V.A. - Far From In Love - Chill Out
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Abertura 1812.
Em chamas vi-te, e subestimei.
Continuei flutuando dentre as clavas de sol,
Num urro único ecoei na nevada cidade sobre os olhares da águia;
A mim tudo turva,
A maquina azul aos cantos de “Marseille” é cárcere dos mortos,
As cordas ferem o arco e senti o invencível escorrendo dentre baionetas áureo-brancas.
A queda do imperador,
A neve é o sepulcro dum tumor azul-magenta...
Uma salva! E nada mais de flâmulas,
A águia se desprende do céu, arromba-se o chumbo na carne...
Uma salva! Leva as armas ao chão,
Atônito, me vejo surdo em meio ao caos onde pinga a mim as veias de um povo...
Uma salva para um imperador deposto,
Pois ontem os badalos justificaram meus fins...
Um para Elba, e outro para Helena.
Assim, vivi e renasci...
(Em limiáres de 2006)
Escute “Abertura 1812 de Pyotr Ilyich Tchaikovsky”,
E então compreenderás o que escrevi...
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Ao som de: The Strokes - Reptilia
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Continuei flutuando dentre as clavas de sol,
Num urro único ecoei na nevada cidade sobre os olhares da águia;
A mim tudo turva,
A maquina azul aos cantos de “Marseille” é cárcere dos mortos,
As cordas ferem o arco e senti o invencível escorrendo dentre baionetas áureo-brancas.
A queda do imperador,
A neve é o sepulcro dum tumor azul-magenta...
Uma salva! E nada mais de flâmulas,
A águia se desprende do céu, arromba-se o chumbo na carne...
Uma salva! Leva as armas ao chão,
Atônito, me vejo surdo em meio ao caos onde pinga a mim as veias de um povo...
Uma salva para um imperador deposto,
Pois ontem os badalos justificaram meus fins...
Um para Elba, e outro para Helena.
Assim, vivi e renasci...
(Em limiáres de 2006)
Escute “Abertura 1812 de Pyotr Ilyich Tchaikovsky”,
E então compreenderás o que escrevi...
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Ao som de: The Strokes - Reptilia
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
Juízo Final
Guerras,
Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Tiziano Ferro - 01 - Centoundici
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Uma prece e meu presente de paz...
Contido
A cápsula em pólvora,
A lâmina do irmão, banhada pelo vermelho.
Serão só uniformes espalhados pelo chão...
Grotesco, mas te agrada...
Como o sexo,
E este te agrada também...
Grotesco!
Mas não são mais nomes,
Mas apenas uniformes,
Caindo ao chão.
E tu hoje?
Acordastes face a face,
Com Deus e o Demônio...
Enquanto apostavam almas no tabuleiro.
Sinta o cheiro da carne,
Podre...
Ele sobe ao ar,
Mas já não produz o mesmo em ti.
Pois tu és a mão
Abençoada; entre as mortes...
És tu! A maior das pragas;
O “Homem”. E não podes esperar pelo amanhã
Hoje és o “Armagedom”,
Criando o juízo final...
E te tornas realmente livre
Paras; caminhas entre os uniformes.
Para diluir o mundo em tua soberba...
Tu homem...
Um vivo peão no tabuleiro...
Fruto de orgulho e ambição,
Ceifando as vidas neste sumo selvagem...
(Finalizada em 22.6.2007 às 01h12min).
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Ao som de: Tiziano Ferro - 01 - Centoundici
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Cápsulas Carmesins...
No começo meu olhar te segue,
Um olhar incerto na multidão
Aproximo-me como se fosse algo novo,
Com um pensamento meio desregrado, memórias confusas...
- Deixo que tu ouças meus passos como traços de confiança -
Vira-te, pura, inocente.
Cicio palavras,
Que saem de minha boca percorrendo teu corpo,
Transparecendo na tua alma,
Coração,
Como se te guiassem para casa, no momento em que mais sentes perdida.
...Aos poucos a multidão já não existe,
Ao tempo que a cidade fixa-se longe agora
Mas não importa, ainda assim somos melhores que eles.
E o silenciador sussurra como um SUSPIRO,
[A bala surra, rasga, fere]
Fazendo-te morta, segundos após te abraçar,
Tomar tua confiança...
...Dizer que TE AMO.
Ainda te mantenho em meus braços até o fim
E serenamente te vejo num adeus profundo, contido...
A tua pele não soa mais tão quente,
[E já nem sei por onde começamos]
Os lábios já não me agradam mais, e não sinto mais teus seios se movendo.
E o fato deu estar ali parado vendo teus olhos apagarem num ultimo jorrar em sangue,
Uma ultima chance sentir o tom da tua voz, sentindo-me em casa novamente...
- É um duro modo de dizer adeus -
...Até então não te ter mais, minha musa de pecado de um céu carmesim...
(2006)
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Ao som de: In Extremo - Küss mich
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Um olhar incerto na multidão
Aproximo-me como se fosse algo novo,
Com um pensamento meio desregrado, memórias confusas...
- Deixo que tu ouças meus passos como traços de confiança -
Vira-te, pura, inocente.
Cicio palavras,
Que saem de minha boca percorrendo teu corpo,
Transparecendo na tua alma,
Coração,
Como se te guiassem para casa, no momento em que mais sentes perdida.
...Aos poucos a multidão já não existe,
Ao tempo que a cidade fixa-se longe agora
Mas não importa, ainda assim somos melhores que eles.
E o silenciador sussurra como um SUSPIRO,
[A bala surra, rasga, fere]
Fazendo-te morta, segundos após te abraçar,
Tomar tua confiança...
...Dizer que TE AMO.
Ainda te mantenho em meus braços até o fim
E serenamente te vejo num adeus profundo, contido...
A tua pele não soa mais tão quente,
[E já nem sei por onde começamos]
Os lábios já não me agradam mais, e não sinto mais teus seios se movendo.
E o fato deu estar ali parado vendo teus olhos apagarem num ultimo jorrar em sangue,
Uma ultima chance sentir o tom da tua voz, sentindo-me em casa novamente...
- É um duro modo de dizer adeus -
...Até então não te ter mais, minha musa de pecado de um céu carmesim...
(2006)
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Ao som de: In Extremo - Küss mich
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domingo, 10 de agosto de 2008
Minha Musica...*
Sinceramente, fico pasmo.
Estou sempre à procura de um amor completo,
Uma pessoa especial;
Diferente,
Onde encontre além de forma, conteúdo.
Mas no final de tudo,
Não me arrependo;
Ao menos penso em voltar atrás.
Parece loucura?
[Eu sei]
...E talvez seja.
Mas a vida é uma canção de amor,
E agora preciso do seu amor;
Depois FODA-SE...
Por isso abuse;
USE-ME como uma roupa.
...Depois,
FODA-ME
E após isso tudo,
Eu estarei petrificado.
Não sou forte...
[Ninguém é]
...Nem digno do seu amor.
Por isso ficaria louco
Perdido,
Um tolo,
Mas eu não pararia nesse momento,
Muito menos, me arrependeria dele.
Levantaria,
Suportaria,
E trilharia o meu caminho com outros olhos;
Sem aquele olhar critico das coisas;
Não teria mais aquele medo do mundo.
Que pensamento mais doce...
- E eu tenho a mim mesmo agora -
...O amor é um sentimento doce.
Baby você pode me amar e então,
ESQUECER-ME,
E não importará o que eu diga,
Ou faça,
Nada mudará...
...Pois ainda procuro,
Um amor supremo,
Que me traga mais vida,
Prazer,
E DOR.
A vida sempre será uma canção de amor.
(Início de Março de 2005)
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Ao som de: Gotan Project - Queremos Paz
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Estou sempre à procura de um amor completo,
Uma pessoa especial;
Diferente,
Onde encontre além de forma, conteúdo.
Mas no final de tudo,
Não me arrependo;
Ao menos penso em voltar atrás.
Parece loucura?
[Eu sei]
...E talvez seja.
Mas a vida é uma canção de amor,
E agora preciso do seu amor;
Depois FODA-SE...
Por isso abuse;
USE-ME como uma roupa.
...Depois,
FODA-ME
E após isso tudo,
Eu estarei petrificado.
Não sou forte...
[Ninguém é]
...Nem digno do seu amor.
Por isso ficaria louco
Perdido,
Um tolo,
Mas eu não pararia nesse momento,
Muito menos, me arrependeria dele.
Levantaria,
Suportaria,
E trilharia o meu caminho com outros olhos;
Sem aquele olhar critico das coisas;
Não teria mais aquele medo do mundo.
Que pensamento mais doce...
- E eu tenho a mim mesmo agora -
...O amor é um sentimento doce.
Baby você pode me amar e então,
ESQUECER-ME,
E não importará o que eu diga,
Ou faça,
Nada mudará...
...Pois ainda procuro,
Um amor supremo,
Que me traga mais vida,
Prazer,
E DOR.
A vida sempre será uma canção de amor.
(Início de Março de 2005)
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Ao som de: Gotan Project - Queremos Paz
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sábado, 9 de agosto de 2008
Sou...
O sonho desmorona...
E eu não pude me manter distante.
[Machuquei-me por ter confiado demais em você]
Joguei com o orgulho, despedacei a minha vida?
Esqueci no que me tornara...
Da maneira que me forjaram; voltei...
Num caráter que destrói tudo por dentro.
...Tornei-me solidão,
Um tanto mais seguro, ponderado.
Aprendi a te odiar e amar,
Como dois lados irmãos.
Escutei aquela a minha voz...
Em fantasmas do meu passado.
...Era pura e tentadora.
E fluía em meu corpo,
Induzindo-me a pecados,
Correndo em sangue.
Esqueci as memórias, mudei...
Criei fantasias em alma plena
Ilusões cínicas da imortalidade,
As quais não vinham por remorso...
E por mais que tentasse afastar isso da minha mente,
Imagens se repetiam em meus olhos,
Numa paranóia de respostas claras em uma mente entorpecida de escuridão.
Fiz do ódio amor, do amor, sangue.
E isto custou nossas vidas,
Num frenesi intenso...
[Um jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia]
...Fiz-me cair,
Sofrer por saber que não te teria mais.
Acreditando que um dia eu iria...
E o que faço?
Mostro o tudo, os dois lados de uma moeda...
Mas essa noite; enquanto te toco; sinto, amo...
Sei que não passa de uma ilusão que criei para me hipnotizar;
Uma maneira de ocultar meus medos.
Trazendo o teu céu aqui embaixo, para por um fim ao meu vazio...
Nas ilusões que crio,
Em faces no espelho,
Culpando-me por ser que sou...
...Fiz-me cair,
Fundo, num jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia.
(2006)
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Ao som de: Gotan Project - El Capitalismo Foraneo
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E eu não pude me manter distante.
[Machuquei-me por ter confiado demais em você]
Joguei com o orgulho, despedacei a minha vida?
Esqueci no que me tornara...
Da maneira que me forjaram; voltei...
Num caráter que destrói tudo por dentro.
...Tornei-me solidão,
Um tanto mais seguro, ponderado.
Aprendi a te odiar e amar,
Como dois lados irmãos.
Escutei aquela a minha voz...
Em fantasmas do meu passado.
...Era pura e tentadora.
E fluía em meu corpo,
Induzindo-me a pecados,
Correndo em sangue.
Esqueci as memórias, mudei...
Criei fantasias em alma plena
Ilusões cínicas da imortalidade,
As quais não vinham por remorso...
E por mais que tentasse afastar isso da minha mente,
Imagens se repetiam em meus olhos,
Numa paranóia de respostas claras em uma mente entorpecida de escuridão.
Fiz do ódio amor, do amor, sangue.
E isto custou nossas vidas,
Num frenesi intenso...
[Um jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia]
...Fiz-me cair,
Sofrer por saber que não te teria mais.
Acreditando que um dia eu iria...
E o que faço?
Mostro o tudo, os dois lados de uma moeda...
Mas essa noite; enquanto te toco; sinto, amo...
Sei que não passa de uma ilusão que criei para me hipnotizar;
Uma maneira de ocultar meus medos.
Trazendo o teu céu aqui embaixo, para por um fim ao meu vazio...
Nas ilusões que crio,
Em faces no espelho,
Culpando-me por ser que sou...
...Fiz-me cair,
Fundo, num jogo de perdas onde tentei ter mais do que podia.
(2006)
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Ao som de: Gotan Project - El Capitalismo Foraneo
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Espelhos em Sépia*
Sonhos; uma versão distorcida da vida;
Realidade sublime, a nossa vontade...
Mentiras sinceras, das quais, talvez, justifique meus vícios;
Desejos enfocados em erros, diante de um mar de almas.
E vós compreendeis o que ouves, dentre as VOZES e RISADAS?
É ela, sedutora, trazendo a minha redenção;
Neblina de púrpura envolta ao meu ser,
Consumindo numa dor, vida correndo nas minhas veias;
E a realidade não é mais tão fria...
Desejos enfocados em erros,
Relevantes?
NÃO! Agradável...
Mais um momento; e tudo se vai.
Debanda o meu vicio, estouram espelhos em sépia...
E quando as mentiras se forem, me sentirei a escoria.
Mesmo assim, a desagradável envolvente dor que me consome,
Pressupõe a minha queda...
SELVAGEM em meio a espelhos em sépia...
...Dentre a escuridão, sem rumo.
Sentimentos, de si, vazios...
E as canções de amor se perdem no holocausto.
Agora não cultivo esperanças, nem arrependimentos.
Rebelo-me, vejo que nada é tão sagrado,
O mundo, a escoria da qual é feito, existe na indiferença camuflada, disfarçada como sentimentos...
SENTIMENTOS...
...MEUS, SEUS,
Que em ódio e dor consomem a compaixão que tinha por minha espécie...
Assumem o meu ser, em desejos perdidos, impulsos;
Produtos de um subconsciente presente, renascido, batizado em um mar escarlate...
... Sei que parece incompreensível; mas não IRREAL?
O que é real?
Ver, tocar, sentir... – então isto é REAL!
E talvez, por ser aquela velha raiva do mundo, em meio a aquela nostalgia que tenho.
Torna-se difícil explicar;
_ “Alias que diferença faz sentir falta de algo, ou alguém?”.
Espelhos caem em sépia, e ainda tenho aquela vontade de fazer parte de algo grande...
Se fora tempo demais desperdiçado; então me arrependo.
Momentos ao vento, um incompreensível vazio em mim...
Solidão? NÃO! Apenas vazio como a escória...
Desculpa, perdi o amor pela humanidade fronte espelhos em sépia.
(2005)
----------------
Ao som de: Funeral For A Friend - Escape Artists Never Die
via FoxyTunes
Realidade sublime, a nossa vontade...
Mentiras sinceras, das quais, talvez, justifique meus vícios;
Desejos enfocados em erros, diante de um mar de almas.
E vós compreendeis o que ouves, dentre as VOZES e RISADAS?
É ela, sedutora, trazendo a minha redenção;
Neblina de púrpura envolta ao meu ser,
Consumindo numa dor, vida correndo nas minhas veias;
E a realidade não é mais tão fria...
Desejos enfocados em erros,
Relevantes?
NÃO! Agradável...
Mais um momento; e tudo se vai.
Debanda o meu vicio, estouram espelhos em sépia...
E quando as mentiras se forem, me sentirei a escoria.
Mesmo assim, a desagradável envolvente dor que me consome,
Pressupõe a minha queda...
SELVAGEM em meio a espelhos em sépia...
...Dentre a escuridão, sem rumo.
Sentimentos, de si, vazios...
E as canções de amor se perdem no holocausto.
Agora não cultivo esperanças, nem arrependimentos.
Rebelo-me, vejo que nada é tão sagrado,
O mundo, a escoria da qual é feito, existe na indiferença camuflada, disfarçada como sentimentos...
SENTIMENTOS...
...MEUS, SEUS,
Que em ódio e dor consomem a compaixão que tinha por minha espécie...
Assumem o meu ser, em desejos perdidos, impulsos;
Produtos de um subconsciente presente, renascido, batizado em um mar escarlate...
... Sei que parece incompreensível; mas não IRREAL?
O que é real?
Ver, tocar, sentir... – então isto é REAL!
E talvez, por ser aquela velha raiva do mundo, em meio a aquela nostalgia que tenho.
Torna-se difícil explicar;
_ “Alias que diferença faz sentir falta de algo, ou alguém?”.
Espelhos caem em sépia, e ainda tenho aquela vontade de fazer parte de algo grande...
Se fora tempo demais desperdiçado; então me arrependo.
Momentos ao vento, um incompreensível vazio em mim...
Solidão? NÃO! Apenas vazio como a escória...
Desculpa, perdi o amor pela humanidade fronte espelhos em sépia.
(2005)
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Ao som de: Funeral For A Friend - Escape Artists Never Die
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Je n'ai pas...
Um, dois, três,
Mais um outubro,
Uma castelhana na garrafa.
JE SUIS DÉSOLÉ...
Mais um outubro...
Os copos vastos abonar o ébrio da garrafa.
As fantasias por um fio no canto da boca.
As palmas,
Risadas altas...
O meu ar consumo poluído
EM MENTIRAS!
Désolé...
Je ne veux pas à vous blesser...
Mais um outubro,
Eu caio
E te firo.
Assim...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Uma castelhana na garrafa,
E eu vejo-me...
Menos sóbrio
Se acaso um dia estive sóbrio...
Mas não te conto.
ASSEZ DE...
“Je suis désolé”.
J'amortis, il tient compte de nous.
E as lágrimas já mais escorreram,
Continuo o mesmo pra você...
Outubro já passou...
Lá fora,
Na janela, e foi.
Je m’étends à toi…
Je m’étends dans le jardin publique.
Je m’étends dans la cuisine.
Je m’étends dans...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Outubro já passou...
Assim como agosto e setembro,
E novembro que virá...
(Finalizada em 20.5.2007 às 17h21min).
----------------
Ao som de: Eros Ramazzotti - Se Bastasse Una Canzone
via FoxyTunes
Agradeço meu amigo de campi, e colega poeta Diogo Klock pelos selos atribuídos ao meu blog. (http://mentealem.blogspot.com/)
Um blog da melhor qualidade
Esse blog dá um banho
Prêmio dardos
Mais um outubro,
Uma castelhana na garrafa.
JE SUIS DÉSOLÉ...
Mais um outubro...
Os copos vastos abonar o ébrio da garrafa.
As fantasias por um fio no canto da boca.
As palmas,
Risadas altas...
O meu ar consumo poluído
EM MENTIRAS!
Désolé...
Je ne veux pas à vous blesser...
Mais um outubro,
Eu caio
E te firo.
Assim...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Uma castelhana na garrafa,
E eu vejo-me...
Menos sóbrio
Se acaso um dia estive sóbrio...
Mas não te conto.
ASSEZ DE...
“Je suis désolé”.
J'amortis, il tient compte de nous.
E as lágrimas já mais escorreram,
Continuo o mesmo pra você...
Outubro já passou...
Lá fora,
Na janela, e foi.
Je m’étends à toi…
Je m’étends dans le jardin publique.
Je m’étends dans la cuisine.
Je m’étends dans...
Pá-pá-rá, nám-páp...
Pa-pa-rá, nám-páp...
Outubro já passou...
Assim como agosto e setembro,
E novembro que virá...
(Finalizada em 20.5.2007 às 17h21min).
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Ao som de: Eros Ramazzotti - Se Bastasse Una Canzone
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Agradeço meu amigo de campi, e colega poeta Diogo Klock pelos selos atribuídos ao meu blog. (http://mentealem.blogspot.com/)
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Prêmio dardos
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Jade
Sou apenas mais um viajante longe de casa
Onde não existem valores,
E poucas memórias resistem ao tempo
Recortes de uma época...
PAZ
...
MEDO
E tudo morre com o tempo;
Nem as pedras de jade são eternas.
E sem saber o que me reserva o destino,
Temo a mim mesmo em uma batalha interior...
Todos perecem,
Mas a memória de poucos resiste;
Por isso não desperdiçarei tempo em sonhos
Nem acenderei velas em vão.
E a cada momento que me conservar de pé
Pensarei no seguinte...
E nas manhãs de conflito, noites sem lua,
Resistirei na alma dos que vivem,
Uma memória indestrutível,
Uma marca nas areias onde vivo,
Uma pedra de jade no deserto...
(2006)
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Ao som de: Ed Motta - Mentiras Fáceis
via FoxyTunes
Onde não existem valores,
E poucas memórias resistem ao tempo
Recortes de uma época...
PAZ
...
MEDO
E tudo morre com o tempo;
Nem as pedras de jade são eternas.
E sem saber o que me reserva o destino,
Temo a mim mesmo em uma batalha interior...
Todos perecem,
Mas a memória de poucos resiste;
Por isso não desperdiçarei tempo em sonhos
Nem acenderei velas em vão.
E a cada momento que me conservar de pé
Pensarei no seguinte...
E nas manhãs de conflito, noites sem lua,
Resistirei na alma dos que vivem,
Uma memória indestrutível,
Uma marca nas areias onde vivo,
Uma pedra de jade no deserto...
(2006)
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Ao som de: Ed Motta - Mentiras Fáceis
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terça-feira, 5 de agosto de 2008
Construções Sobre Mortes...
Esta noite,
Não sou mais um no mundo,
Sinto-me mais,
Consumo o mundo enquanto queimo a minha vida
Sinto, novas eras de paz e morte destinadas a nós...
Sim, acredito em destino,
Quando nasci já estava perdido,
As bandeiras tremulavam,
E você ironizando a minha agonia...
Agora venha até mim e estarei rindo,
Farei promessas sujas a ti,
[E acreditarás em mim]
Mas rapidamente tudo passa rasgando o pano da vida...
E nem as memórias sobrevivem a toda essa dor...
Não fiz escolhas,
Apenas esperei o meu karma apresentar a solução.
Não chorei nem roguei por resgate quando tudo paralisou,
Só me tornei mais “eu mesmo”;
E assim venci, e te odiei nesse momento,
Coloquei o mundo a presenciar a sua destruição...
Algo se projeta;
E em uma rajada escarlate tudo se acaba,
E os relógios correm contra o tempo,
Sangue sujo no piso...
...Queimando o ultimo momento de vida que tenho.
E amanhã o sol não nascerá para mim,
Pois somos um agora, e tudo que fiz, ganhou um sentido a mais.
(2005)
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Ao som de: Blues Traveler - Sweet Pain
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Não sou mais um no mundo,
Sinto-me mais,
Consumo o mundo enquanto queimo a minha vida
Sinto, novas eras de paz e morte destinadas a nós...
Sim, acredito em destino,
Quando nasci já estava perdido,
As bandeiras tremulavam,
E você ironizando a minha agonia...
Agora venha até mim e estarei rindo,
Farei promessas sujas a ti,
[E acreditarás em mim]
Mas rapidamente tudo passa rasgando o pano da vida...
E nem as memórias sobrevivem a toda essa dor...
Não fiz escolhas,
Apenas esperei o meu karma apresentar a solução.
Não chorei nem roguei por resgate quando tudo paralisou,
Só me tornei mais “eu mesmo”;
E assim venci, e te odiei nesse momento,
Coloquei o mundo a presenciar a sua destruição...
Algo se projeta;
E em uma rajada escarlate tudo se acaba,
E os relógios correm contra o tempo,
Sangue sujo no piso...
...Queimando o ultimo momento de vida que tenho.
E amanhã o sol não nascerá para mim,
Pois somos um agora, e tudo que fiz, ganhou um sentido a mais.
(2005)
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Ao som de: Blues Traveler - Sweet Pain
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Da Queda do Homem...
O homem caminha carregando a marca em seus pés.
Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(2006)
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Ao som de: Black Sabbath - Iron Man
via FoxyTunes
Pés descalçados,
Pés frios, calejados,
Chorando as mágoas de uma larva solitária que almeja no caminho suprir o instinto da loucura...
- No caminho apenas brasas que o ardem, embaraçam, percorrem seu áureo-nu descascando a couraça que o esconde em seu interior, uma serpente trocando sua pele que jaz atacada pela luz dos olhos que já não lhe comparecem mais. -
...E o homem caminha carregando a marca em seus pés,
Pés descalçados,
Transbordando em mágoas,
Suprimindo a fé no desespero de um ser maior,
Num caminho amarelo,
Nulo,
Infinito mutante entre o ávido-negro e o pálido-luminescente.
E ele já não caminha mais só,
A serpente de dentro ronda a carne,
Serra a pele e lhe impõe a sua marca.
- Agora nos calcanhares do homem que caminha o código de barras inflige dor marcando sua venda, Marcando seu réquiem pavoroso em meio à multidão vazia. -
E o homem caminha perpetuando as marcas em seus pés...
(2006)
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Ao som de: Black Sabbath - Iron Man
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domingo, 3 de agosto de 2008
Confissões de Amantes e Trevas...
Durante minha mortal existência
Encontrava-me numa prisão;
Um perfeito mundinho,
E perdido...
Onde nunca pude seguir os meus extintos, desejos,
Apenas fingi viver...
A liberdade que levava era oprimida,
E o meu tempo se acabou...
Minha vida determinou minha morte;
E eu não via “luz ao fim do túnel”...
Quando a liberdade me foi oferecida;
E junto como se não bastasse
Uma vida diferente...
E em alforria,
Recebi;
Dádivas, e maldições.
O tempo me mostrou o mundo,
À noite me adotou como um filho...
...E puro como ela me tornou.
Vi lugares inimagináveis...
Adquiri;
Conhecimento e poder...
...Surrupiei a imortalidade dos deuses,
E a noite dos homens;
Fui do chão ao topo,
E me glorifiquei.
Por minhas escolhas
Fui renegado por Deus;
E perdi as chances de salvação.
E por amor...
Percebi o quão fria é a imortalidade;
E pouco a pouco,
Todos aos que amava,
Foram consumidos com a minha alma...
Enquanto sofri por dentro,
Perdi razão para amar...
Quando pensei em desistir;
Percebi as estrelas em meio às trevas...
Como eu na noite;
A qual eu vaguei por séculos,
Até te encontrar...
Musa de inspiração,
Mostrou-me a verdade,
Assim tão sincera;
Que por ti
VIVI;
Reneguei sangue,
E trilhei um caminho mais humano...
Porém hoje,
Neste momento em que te carrego nos braços;
Vejo a fragilidade dos mortais;
Sei que devo deixar as minhas promessas de lado
E recorrer às trevas para te salvar...
Dar-me uma segunda chance de ter,
...Amar-te
Fazer a tua morte...
...Determinar tua vida.
(Início de 2005)
----------------
Ao som de: Benjamin Biolay - Dans la Merco Benz
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Encontrava-me numa prisão;
Um perfeito mundinho,
E perdido...
Onde nunca pude seguir os meus extintos, desejos,
Apenas fingi viver...
A liberdade que levava era oprimida,
E o meu tempo se acabou...
Minha vida determinou minha morte;
E eu não via “luz ao fim do túnel”...
Quando a liberdade me foi oferecida;
E junto como se não bastasse
Uma vida diferente...
E em alforria,
Recebi;
Dádivas, e maldições.
O tempo me mostrou o mundo,
À noite me adotou como um filho...
...E puro como ela me tornou.
Vi lugares inimagináveis...
Adquiri;
Conhecimento e poder...
...Surrupiei a imortalidade dos deuses,
E a noite dos homens;
Fui do chão ao topo,
E me glorifiquei.
Por minhas escolhas
Fui renegado por Deus;
E perdi as chances de salvação.
E por amor...
Percebi o quão fria é a imortalidade;
E pouco a pouco,
Todos aos que amava,
Foram consumidos com a minha alma...
Enquanto sofri por dentro,
Perdi razão para amar...
Quando pensei em desistir;
Percebi as estrelas em meio às trevas...
Como eu na noite;
A qual eu vaguei por séculos,
Até te encontrar...
Musa de inspiração,
Mostrou-me a verdade,
Assim tão sincera;
Que por ti
VIVI;
Reneguei sangue,
E trilhei um caminho mais humano...
Porém hoje,
Neste momento em que te carrego nos braços;
Vejo a fragilidade dos mortais;
Sei que devo deixar as minhas promessas de lado
E recorrer às trevas para te salvar...
Dar-me uma segunda chance de ter,
...Amar-te
Fazer a tua morte...
...Determinar tua vida.
(Início de 2005)
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Ao som de: Benjamin Biolay - Dans la Merco Benz
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sábado, 2 de agosto de 2008
Lagrimas para ti
A cada caminhar; a cada prece perdi um pouco de ti...
Não sabia que nos momentos em que consumias os últimos sopros, e eu estava longe.
Assim tirei os olhos do tempo, só para te ter em casa novamente;
Por uma ultima vez, para te perder...
[Senti-me assustado, ausente].
...Então nesta manhã onde a vida se cerra,
Eu revejo nosso caminho;
Coberto em folhas amassadas,
E flores fechadas.
[Lagrimas para ti]
Agora preciso acreditar em algo maior...
[Um deus, um adivinho].
...Como se ao menos pudesse ver o futuro, continuamente.
Mas te perdi.
[Navego em pensamentos]
E já não importa mais se sinto algo distinto...
Te queria ainda aqui, junto, aliviando-me desta amargura.
Num alente...
Pois o show se acaba; e são puras peças do destino...
(2006)
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Ao som de: Alanis Morissette - Ironic
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Não sabia que nos momentos em que consumias os últimos sopros, e eu estava longe.
Assim tirei os olhos do tempo, só para te ter em casa novamente;
Por uma ultima vez, para te perder...
[Senti-me assustado, ausente].
...Então nesta manhã onde a vida se cerra,
Eu revejo nosso caminho;
Coberto em folhas amassadas,
E flores fechadas.
[Lagrimas para ti]
Agora preciso acreditar em algo maior...
[Um deus, um adivinho].
...Como se ao menos pudesse ver o futuro, continuamente.
Mas te perdi.
[Navego em pensamentos]
E já não importa mais se sinto algo distinto...
Te queria ainda aqui, junto, aliviando-me desta amargura.
Num alente...
Pois o show se acaba; e são puras peças do destino...
(2006)
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Ao som de: Alanis Morissette - Ironic
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Mentiras de Amor, Sangram...
As quedas de lágrimas não compreendem as coisas que fiz...
...Apenas sangram mentiras em minhas mãos.
Veja as coisas vivas, aquele filme em preto e branco.
Agora não vá...
Segure minha mão que mudarei teu destino...
...Não caia, liberte-te na segurança das minhas mãos.
E novamente veja as coisas, vivas em tua memória;
Onde as deixou quando confiou no sangue que me descia à pele...
Seque as lágrimas, pois fui o único lugar que pudestes ir,
De modo a refazer tua memória um filme preto e branco...
Pelas minhas mentiras de amor.
...Novamente, segure minhas mãos,
Que farei você feliz em meio as minhas hemorragias.
[Livrando-te de mim mesmo]
Deixando os amores, as mentiras, escorrerem de minhas mãos.
(2006)
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Ao som de: Aerosmith - Baby, Please Don't Go
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...Apenas sangram mentiras em minhas mãos.
Veja as coisas vivas, aquele filme em preto e branco.
Agora não vá...
Segure minha mão que mudarei teu destino...
...Não caia, liberte-te na segurança das minhas mãos.
E novamente veja as coisas, vivas em tua memória;
Onde as deixou quando confiou no sangue que me descia à pele...
Seque as lágrimas, pois fui o único lugar que pudestes ir,
De modo a refazer tua memória um filme preto e branco...
Pelas minhas mentiras de amor.
...Novamente, segure minhas mãos,
Que farei você feliz em meio as minhas hemorragias.
[Livrando-te de mim mesmo]
Deixando os amores, as mentiras, escorrerem de minhas mãos.
(2006)
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Ao som de: Aerosmith - Baby, Please Don't Go
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Poesias de 'Caos'...
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2008
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agosto
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