Apontava estrelas, o garoto,
E queria a elas abordar.
A um profeta de esgoto perguntar,
Quando lá iria chegar.
Era apenas criança,
E já não sabia seu lugar...
Entre cânions e miragens,
Favos e paisagens,
Lugares onde cresceu.
Tinha o céu em suas gemas, de onde nunca o perdeu.
E estas eram as mentais cenas;
De um jovem ludibriado com as nuvens de poeira
Jovem que convivera cedo com a morte em vida rasteira
Por ficar de pé, quando o chão tremeu.
E toda vez que olhava ao céu parava por pensar:
“_Se este era o seu lugar?”.
Um dia galopara ao espaço,
E viu que beleza alguma havia lá;
Exceto pela pequena esfera azul,
Foi então que percebeu o que um dia fora deixar.
E então ele soube que ali era o seu lugar...
(Finalizada em 11.12.2006 às 22h55min).
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008
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