Assim me defino neste momento,
Não penso em mudar, só me arrependo de não ter tentado antes...
Mas à noite nos encara infindável;
E sem medo percorri, procurando ver novamente a terra que deixei.
E todos à volta de ti mostram que há razões pra ficar de pé...
Então desapareces devagar,
Encontras um novo rumo,
Ponderado, meigo...
E suavemente, todos, a tua volta desapareciam;
Eu não justifiquei mais a vida...
Vida que se resumira;
Nos teus últimos suspiros congelados, na tua face...
Como um terror que não se foi, uma bomba que não caiu,
Um sonho perdido, um amor escondido no ferrão de um escorpião...
E procurava aquela paz, até te encontrar,
Era tão obscuro, implorei pelo fim...
[Coisa nenhuma tinha explicação]
...O pó se assentava, e eu sentado ali,
Relendo memórias de algo que se quer fiz.
O medo fez entardecer,
Em dias, noites, tentando esquecer que não existiu...
(2005)
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Ao som de: Carla Bruni - Chanson Triste
via FoxyTunes
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
quarta-feira, 30 de julho de 2008
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