A minha vida fui obrigado a não demonstrar sentimentos;
Falaram-me que me deixaria fraco.
Mas me veja agora...
Olhe a maneira que te odeio.
Uma “MAQUINA” não faria isso...
E se é a minha franqueza ou não, pouco me importa;
Pois me sinto livre assim, mais humano...
...E se eu te matasse isso só melhoraria.
Não posso ser programado, idealizado, liderado, ter uma missão...
Quero trocar de posições; derrubar o sistema, ser um desmoralizado com sentimentos...
Um pouco perdido, sim; e exausto também, mas não viver pros negócios...
“Tudo na vida são negócios.”
Para mim, nos negócios, tudo é pessoal.
Agora venha e entre nessa dança comigo, pare, recomece agora...
...Siga nesse ciclo louco,
Agora se foda só!
Ninguém pode te dizer o que fazer!
VIVA, não espere pela morte,
Aproveite a segunda como o feriado...
Ainda acho que não entenderias;
Por isso não me percas de vias.
Agora vou recomeçar, assumir o controle,
Jogar à cara os meus sentimentos...
Fazer a minha maneira sem me pensar no punhal cravado nas minhas costas.
À CARA...
Sem responder a advogados, sabe?
Agora nem sei se o que vejo é...
... Talvez uma prece, uma maldição,
Mas não a paz que baste.
Sinto o inferno quando falam comigo.
Sem amigos, nem paciência para procurar...
Enxofre no ar e sou apenas eu tentando ser;
Sem apontarem o dedo pra mim e rirem...
Por isso joguem-me pra fora só por que não sou como vos...
E limitem a minha vida...
SIM!
Talvez por um desejo próprio,
Mas estou cansando de ser o papel-higiênico pra ti;
E não quero ser o próximo a responder...
...Quero me virar,
Ficar louco,
Crescer...
... Regurgitar merdas,
- À CARA -
E morrer...
... Pois não preciso mais ficar vendo a vossa pintura “encinzentar-se” na parede.
(Fim de 2006)
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
quarta-feira, 23 de julho de 2008
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