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Balneário Camboriu, SC, Brazil
Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Corvos

Vitimas, não é o que todos somos?
Hipocrisia derramada, vontades em conflito.
QUEIMEM...
... Tristes erros,
Que inquietáveis tiram o meu sono...
Que sono se já não a tenho em minha cama,
E de que maneira vale viver se não a tenho mais em mim...
Venha incendeie-me, suavemente,
Lacere minha carne, traga dor, ira;
Mas leve minha alma daqui...
Sem descanso, pois mesmo na morte sinto o ardor da vingança.
Guardados entre almas e túmulos
Queimando a minha face no mercúrio
Uma ave da noite,
O corvo, a mim justiça em sangue.
A cura da alma, um espírito de perturbação...
Faça-me a dor pela verdade...
A verdade pelas próprias mãos, gritando seu nome...
Procurando paz, na escuridão...
Levado ao inferno e voltando aos homens,
Procurando me encontrar,
Limpar os erros jamais escritos
Lavando carne, alma,
Purificando o coração...

(Metade de 2006)

Um comentário:

Anônimo disse...

hola pequeño, solo paso a saludarte...hoy estoy con un poco de melancolia..y cuando leo tus poesias me siento acompañada, es como compartir con alguien q esta lejos pero a la vez cerca...
deseo q te encuentres mucho mejor q yo....besos...te quiero aunq no te pueda ver...
candy

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