Não escolhemos os nossos destinos
Por isso tornou-se difícil
E dolorido,
Amarmos-nos e sermos um para o outro
Como akvo kaj oleo.
Nas poucas vezes em que estivemos juntos
Aconteceu aqui uma química
Uma história
Onde segredos se revelaram
E paralelas se cruzaram
Carregando-nos a um nirvana celeste
Pagamos por isso
Geramos frutos proibidos jogados em terra
Pois somos como akvo kaj oleo.
Como é ver a destruição da nossa criação
Frutos que nascem e crescem
Amam-se
Mutilam-se
E agonizam por serem "anjos-demônio"
Pois um dia paralelas se cruzaram
E como akvo kaj oleo
Ficou como sou hoje para você.
(Início de 2005). Esta foi uma das primeiras poesias que escrevi; “akvo kaj oleo” é a expressão relativa à “água para óleo” na língua universal esperanto; enquanto escrevia, lembrava de uma teoria gnóstica que relata que humano é o produto do amor de anjos e demônios, e hoje, somos um pouco dos dois, em conflito, em nossos interiores.
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Ao som de: Pato Fu - Me Explica
via FoxyTunes
Sobre o autor...
- o Francês
- Balneário Camboriu, SC, Brazil
- Seu servo, resenhista crítico e cronista efusivo... Escritor, poeta e profeta que procura analisar a sintese humana sobre a óptica dos ratos no lixo.
Veja meus outros livros (no blogspot.com).
sexta-feira, 25 de julho de 2008
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Um comentário:
Antes q´nada, gracias por contestar mi comentario de ayer, me alegra mucho q´entiendas mi idioma, yo hago un esfuerzo muy grande por entender el tuyo, ya q´por lo poco q´entendi de tus poesias, me gusta tu forma de escribir...asi q´sos un vago..preferis cualquier cosa antes q´trabajar?...me parece bien, tenes el derecho de disfrutar de la vida...segui asi bonito...besos...
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